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	<title>Catarina Juliana &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Catarina Juliana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 14:21:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Catarina Juliana: uma sacerdotisa africana e sua sociedade de culto no interior de Angola &#8211; século XVIII, do historiador Daniel Precioso, analisa a vida e os rituais praticados por uma médium nascida por volta de 1710 em Luanda. Catarina Juliana, a protagonista do livro, embora tenha herdado do ventre materno a condição de escravizada, foi alforriada pelo seu amante, o português João Pereira da Cunha. Quando este se tornou capitão-mor de Ambaca, no interior de Angola, Catarina Juliana o acompanhou e, após sofrer uma doença e buscar a cura entre os povos ambundos, se iniciou na religião nativa, tornando-se uma sacerdotisa. Na condição de médium de espíritos e entidades, Catariana Juliana promoveu diversos rituais religiosos – descritos e analisados por Daniel Precioso no livro – ao lado de sua sociedade doméstica de culto. As curas e adivinhações que promoveu em Ambaca lhe conferiram fama e ela adquiriu significativos bens, incluindo escravos. Mas acabou presa pela Inquisição portuguesa após inimigos do capitão-mor denunciá-la pela realização de práticas de idolatria e invocação demoníaca. Escrito em linguagem acessível, o livro de Daniel Precioso interessa não apenas aos acadêmicos das áreas de História, Antropologia e Ciência das Religiões, mas também aos praticantes das religiões afro-brasileiras e ao público em geral, haja vista a obrigatoriedade do ensino de história da África nas escolas brasileiras e o crescente interesse por temáticas africanas. Por último, mas não menos importante, o modo de organização do terreiro de Catarina Juliana – que esteve de passagem na Bahia – e as entidades nele cultuadas atestam a ancestralidade do chamado candomblé banto brasileiro, outrora erroneamente definido como cópia do candomblé jeje-nagô. Gostou? Venha conhecer mais sobre essa história com o livro disponível em nosso catálogo! Confira abaixo: Catarina Juliana, uma sacerdotisa africana e sua sociedade de culto no interior de Angola – Sec. XVIII, se apresenta como um estudo etno-histórico sobre a sociedade ritualística formada na década de 1740 no interior da Angola (então sobre domínio português), liderada pela ex-escrava e sacerdotisa africana Catarina Juliana. O objetivo principal da obra é descrever e analisar através de estudo comparado as práticas ocultistas de Catarina e sua sociedade durante esse período. COMPRAR Acesse o site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Catarina Juliana: uma sacerdotisa africana e sua sociedade de culto no interior de Angola &#8211; século XVIII, do historiador Daniel Precioso, analisa a vida e os rituais praticados por uma médium nascida por volta de 1710 em Luanda. Catarina Juliana, a protagonista do livro, embora tenha herdado do ventre materno a condição de escravizada, foi alforriada pelo seu amante, o português João Pereira da Cunha. Quando este se tornou capitão-mor de Ambaca, no interior de Angola, Catarina Juliana o acompanhou e, após sofrer uma doença e buscar a cura entre os povos ambundos, se iniciou na religião nativa, tornando-se uma sacerdotisa. Na condição de médium de espíritos e entidades, Catariana Juliana promoveu diversos rituais religiosos – descritos e analisados por Daniel Precioso no livro – ao lado de sua sociedade doméstica de culto.<br><br>As curas e adivinhações que promoveu em Ambaca lhe conferiram fama e ela adquiriu significativos bens, incluindo escravos. Mas acabou presa pela Inquisição portuguesa após inimigos do capitão-mor denunciá-la pela realização de práticas de idolatria e invocação demoníaca. Escrito em linguagem acessível, o livro de Daniel Precioso interessa não apenas aos acadêmicos das áreas de História, Antropologia e Ciência das Religiões, mas também aos praticantes das religiões afro-brasileiras e ao público em geral, haja vista a obrigatoriedade do ensino de história da África nas escolas brasileiras e o crescente interesse por temáticas africanas. Por último, mas não menos importante, o modo de organização do terreiro de Catarina Juliana – que esteve de passagem na Bahia – e as entidades nele cultuadas atestam a ancestralidade do chamado candomblé banto brasileiro, outrora erroneamente definido como cópia do candomblé jeje-nagô.</p>



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<p>Gostou? Venha conhecer mais sobre essa história com o livro disponível em nosso catálogo! Confira abaixo:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/catarina-juliana"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/catarina.jpg" alt="" class="wp-image-27191 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/catarina.jpg 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/catarina-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Catarina Juliana, uma sacerdotisa africana e sua sociedade de culto no interior de Angola – Sec. XVIII, se apresenta como um estudo etno-histórico sobre a sociedade ritualística formada na década de 1740 no interior da Angola (então sobre domínio português), liderada pela ex-escrava e sacerdotisa africana Catarina Juliana. O objetivo principal da obra é descrever e analisar através de estudo comparado as práticas ocultistas de Catarina e sua sociedade durante esse período.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/catarina-juliana" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<p>Acesse o site de nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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