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	<title>Bolsas acadêmicas &#8211; Paco Editorial</title>
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	<description>Paco Editorial</description>
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	<title>Bolsas acadêmicas &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Petrobras concederá bolsas acadêmicas para desenvolvimento tecnológico.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 11:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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		<category><![CDATA[Bolsas acadêmicas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Petrobras anunciou na terça-feira (1º) um programa inédito para bolsistas, com investimentos na capacitação de toda a cadeia de inovação, desde a formação de mão de obra até a preparação de fornecedores, por meio de empreendedorismo. O objetivo da proposta é impulsionar o ecossistema nacional. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, destacou que o ponto forte do programa é o investimento integrado em um processo único, que tem início na concessão de bolsas acadêmicas, focadas em temas de interesse para desenvolvimento tecnológico, e se estende até o suporte na criação e consolidação de novas empresas de base tecnológica para provimento de soluções inovadoras para a indústria. O programa será dividido em módulos, mas não é obrigatório ter participado de um deles para ingressar no outro. O processo se dará mediante avaliação dos gestores. A capacitação da cadeia de inovação prevê desde a concessão de bolsas acadêmicas, capacitação em gestão de inovação e empreendedorismo; pré-incubação de empresas; pré-aceleração de novas empresas de base tecnológica e capacitação para desenvolvimento de fornecedores. A previsão é que, no espaço de cinco anos, sejam concedidas 4 mil bolsas de estudo, criadas 400 novas empresas de base tecnológica nacionais e desenvolvidos mais de 100 novos fornecedores para a indústria. Círculo virtuoso Segundo o diretor de Tecnologia e e Engenharia da Petrobras, José Carlos Travassos, o programa, que integra a formação de bolsistas, visão de empreendedorismo e o desenvolvimento de fornecedores, vai &#8220;enriquecer o ecossistema de fornecedores nacionais, criando um círculo virtuoso e inédito nesse setor&#8221;. A gerente executiva do Centro de Pesquisa da Petrobras, Maíza Goulart, estima que, quando o programa estiver em pleno funcionamento, serão, anualmente, em torno de mil bolsas acadêmicas ativas, distribuídas por cerca de 50 temas de interesse da empresa. É esperado um mínimo de 30 desafios tecnológicos em desenvolvimento por novos empreendedores de base tecnológica, com maturidades diversas, distribuídas entre as fases de pré-incubação, pré-aceleração e capacitação para desenvolvimento de fornecedores. O programa visa a acelerar tecnologias com alto potencial de aplicação, além de ampliar a capacidade de resposta, inovação, competitividade e robustez do mercado nacional, tanto para empresas como para profissionais, na entrega de soluções tecnológicas. Outras iniciativas O programa inédito soma-se a outras iniciativas voltadas para o desenvolvimento do ecossistema de inovação mantidas pela Petrobras, que são o Programa de Formação de Recursos Humanos (PRH) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Petrobras Conexões para Inovação. O Programa de Formação de Recursos Humanos da ANP financia a concessão de bolsas acadêmicas, revertendo, com quitação antecipada, parte da obrigação de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação da companhia em benefício educacional à sociedade, promovendo a formação e capacitação de futuros profissionais da área. O Conexões para Inovação conecta a Petrobras com todo o ecossistema inovador, desde startups (empresas emergentes), universidades, instituições de ciência e tecnologia até empresas. O programa é dividido em módulos e reúne as diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras. Fonte: BOL Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A Petrobras anunciou na terça-feira (1º) um programa inédito para bolsistas, com investimentos na capacitação de toda a cadeia de inovação, desde a formação de mão de obra até a preparação de fornecedores, por meio de empreendedorismo. O objetivo da proposta é impulsionar o ecossistema nacional. O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, destacou que o ponto forte do programa é o investimento integrado em um processo único, que tem início na concessão de bolsas acadêmicas, focadas em temas de interesse para desenvolvimento tecnológico, e se estende até o suporte na criação e consolidação de novas empresas de base tecnológica para provimento de soluções inovadoras para a indústria.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>O programa será dividido em módulos, mas não é obrigatório ter participado de um deles para ingressar no outro. O processo se dará mediante avaliação dos gestores. A capacitação da cadeia de inovação prevê desde a concessão de bolsas acadêmicas, capacitação em gestão de inovação e empreendedorismo; pré-incubação de empresas; pré-aceleração de novas empresas de base tecnológica e capacitação para desenvolvimento de fornecedores. A previsão é que, no espaço de cinco anos, sejam concedidas 4 mil bolsas de estudo, criadas 400 novas empresas de base tecnológica nacionais e desenvolvidos mais de 100 novos fornecedores para a indústria.</p>



<p>Círculo virtuoso</p>



<p>Segundo o diretor de Tecnologia e e Engenharia da Petrobras, José Carlos Travassos, o programa, que integra a formação de bolsistas, visão de empreendedorismo e o desenvolvimento de fornecedores, vai &#8220;enriquecer o ecossistema de fornecedores nacionais, criando um círculo virtuoso e inédito nesse setor&#8221;. A gerente executiva do Centro de Pesquisa da Petrobras, Maíza Goulart, estima que, quando o programa estiver em pleno funcionamento, serão, anualmente, em torno de mil bolsas acadêmicas ativas, distribuídas por cerca de 50 temas de interesse da empresa. É esperado um mínimo de 30 desafios tecnológicos em desenvolvimento por novos empreendedores de base tecnológica, com maturidades diversas, distribuídas entre as fases de pré-incubação, pré-aceleração e capacitação para desenvolvimento de fornecedores. O programa visa a acelerar tecnologias com alto potencial de aplicação, além de ampliar a capacidade de resposta, inovação, competitividade e robustez do mercado nacional, tanto para empresas como para profissionais, na entrega de soluções tecnológicas.</p>



<p>Outras iniciativas O programa inédito soma-se a outras iniciativas voltadas para o desenvolvimento do ecossistema de inovação mantidas pela Petrobras, que são o Programa de Formação de Recursos Humanos (PRH) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Petrobras Conexões para Inovação. O Programa de Formação de Recursos Humanos da ANP financia a concessão de bolsas acadêmicas, revertendo, com quitação antecipada, parte da obrigação de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação da companhia em benefício educacional à sociedade, promovendo a formação e capacitação de futuros profissionais da área. O Conexões para Inovação conecta a Petrobras com todo o ecossistema inovador, desde startups (empresas emergentes), universidades, instituições de ciência e tecnologia até empresas. O programa é dividido em módulos e reúne as diferentes formas de desenvolver, testar ou comercializar tecnologias com a Petrobras.</p>



<p>Fonte:<em> </em>BOL</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.bol.uol.com.br/noticias/2023/08/01/petrobras-concedera-bolsas-academicas-para-desenvolvimento-tecnologico.htm">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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		<title>Bolsas acadêmicas custeadas pela UFMG terão reajuste de 75% em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2023 13:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsas acadêmicas]]></category>
		<category><![CDATA[fatos]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>
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					<description><![CDATA[A UFMG reajustou o valor das bolsas acadêmicas concedidas a estudantes de graduação que atuam em projetos de ensino, pesquisa e extensão, vinculados a programas desenvolvidos por diversas pró-reitorias, diretorias e órgãos da Administração Central.&#160;A recomposição, de 75%, busca equiparar as bolsas pagas com recursos do orçamento da Universidade às de iniciação científica custeadas pelo governo federal, que tiveram aumento em março. Com a mudança, o valor das bolsas salta de R$ 400 para R$ 700, para cumprimento de carga horária de 20 horas semanais. O reajuste começa a valer ainda&#160;neste mês, e o novo valor será recebido pelos estudantes no início de junho, de acordo com o cronograma já seguido pelas pró-reitorias. Historicamente, a remuneração das bolsas acadêmicas da UFMG tem acompanhado os valores repassados, com recursos do governo federal, a estudantes de iniciação científica. Quando o governo anunciou o reajuste das bolsas de iniciação científica em fevereiro deste ano, a UFMG ainda estava com o orçamento deficitário. No mês passado, foram liberados recursos que possibilitaram a recomposição do orçamento das universidades. “Com essa medida, a Universidade volta a ter hoje um orçamento semelhante ao de 2019, acrescido de um aumento percentual de 4,3%, valor ainda aquém do necessário para fazer frente aos cortes históricos que sofremos nos últimos anos, mas&#160;que foi importante para que a UFMG priorizasse o reajuste das bolsas acadêmicas”, explica a reitora Sandra Regina Goulart Almeida. Esforço conjuntoSandra Goulart destaca o empenho&#160;da UFMG, nos últimos anos, para manter as bolsas acadêmicas e o funcionamento dos projetos de ensino, pesquisa e extensão. O esforço para a recomposição das bolsas acadêmicas reuniu diversos setores da Administração Central, como as pró-reitorias e diretorias envolvidas com os programas de bolsas e com questões relativas a orçamento. “Nesses últimos anos, com os muitos cortes orçamentários, a UFMG fez um esforço para não comprometer as bolsas acadêmicas. Apesar de não ter sido possível conceder qualquer aumento, a Universidade se esforçou para manter e até mesmo ampliar alguns programas. Enquanto não foi possível aumentar o valor das bolsas, a universidade fez o máximo para mantê-las, tendo que fazer outros cortes e adaptações”, destaca a reitora. Além disso, nos últimos anos, diversos programas de bolsas acadêmicas, como o de Monitoria de Graduação (PMG) e o de Bolsas de Extensão (Pbext), incorporaram a modalidade de bolsas Ações Afirmativas, destinada especificamente a estudantes assistidos pela Fump ou que ingressaram na Universidade por meio das modalidades de reserva de vagas. Esses esforços, que culminaram com a recomposição das bolsas&#160;anunciada neste mês, integram uma política da UFMG de oferecer aos estudantes uma formação ampla, que passa pela atuação em projetos de ensino, pesquisa e extensão. “Nossa visão é de que a formação do estudante não deve seguir apenas aquele fluxo habitual, voltado para seu próprio curso. Nossos estudantes precisam ter uma formação&#160;científica sólida, mas a universidade tem muito&#160;mais coisas a oferecer. Com essa amplitude de possibilidades, podemos formar&#160;pessoas&#160;qualificadas&#160;e com responsabilidade social para exercer a&#160;cidadania e atuar na solução dos&#160;problemas da sociedade”, conclui Sandra Goulart. Fonte: UFMG Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A UFMG reajustou o valor das bolsas acadêmicas concedidas a estudantes de graduação que atuam em projetos de ensino, pesquisa e extensão, vinculados a programas desenvolvidos por diversas pró-reitorias, diretorias e órgãos da Administração Central.&nbsp;A recomposição, de 75%, busca equiparar as bolsas pagas com recursos do orçamento da Universidade às de iniciação científica custeadas pelo governo federal, que tiveram aumento em março. Com a mudança, o valor das bolsas salta de R$ 400 para R$ 700, para cumprimento de carga horária de 20 horas semanais. O reajuste começa a valer ainda&nbsp;neste mês, e o novo valor será recebido pelos estudantes no início de junho, de acordo com o cronograma já seguido pelas pró-reitorias.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Historicamente, a remuneração das bolsas acadêmicas da UFMG tem acompanhado os valores repassados, com recursos do governo federal, a estudantes de iniciação científica. Quando o governo anunciou o reajuste das bolsas de iniciação científica em fevereiro deste ano, a UFMG ainda estava com o orçamento deficitário. No mês passado, foram liberados recursos que possibilitaram a recomposição do orçamento das universidades. “Com essa medida, a Universidade volta a ter hoje um orçamento semelhante ao de 2019, acrescido de um aumento percentual de 4,3%, valor ainda aquém do necessário para fazer frente aos cortes históricos que sofremos nos últimos anos, mas&nbsp;que foi importante para que a UFMG priorizasse o reajuste das bolsas acadêmicas”, explica a reitora Sandra Regina Goulart Almeida.</p>



<p><strong>Esforço conjunto<br></strong>Sandra Goulart destaca o empenho&nbsp;da UFMG, nos últimos anos, para manter as bolsas acadêmicas e o funcionamento dos projetos de ensino, pesquisa e extensão. O esforço para a recomposição das bolsas acadêmicas reuniu diversos setores da Administração Central, como as pró-reitorias e diretorias envolvidas com os programas de bolsas e com questões relativas a orçamento.</p>



<p>“Nesses últimos anos, com os muitos cortes orçamentários, a UFMG fez um esforço para não comprometer as bolsas acadêmicas. Apesar de não ter sido possível conceder qualquer aumento, a Universidade se esforçou para manter e até mesmo ampliar alguns programas. Enquanto não foi possível aumentar o valor das bolsas, a universidade fez o máximo para mantê-las, tendo que fazer outros cortes e adaptações”, destaca a reitora. Além disso, nos últimos anos, diversos programas de bolsas acadêmicas, como o de Monitoria de Graduação (PMG) e o de Bolsas de Extensão (Pbext), incorporaram a modalidade de bolsas Ações Afirmativas, destinada especificamente a estudantes assistidos pela Fump ou que ingressaram na Universidade por meio das modalidades de reserva de vagas.</p>



<p>Esses esforços, que culminaram com a recomposição das bolsas&nbsp;anunciada neste mês, integram uma política da UFMG de oferecer aos estudantes uma formação ampla, que passa pela atuação em projetos de ensino, pesquisa e extensão. “Nossa visão é de que a formação do estudante não deve seguir apenas aquele fluxo habitual, voltado para seu próprio curso. Nossos estudantes precisam ter uma formação&nbsp;científica sólida, mas a universidade tem muito&nbsp;mais coisas a oferecer. Com essa amplitude de possibilidades, podemos formar&nbsp;pessoas&nbsp;qualificadas&nbsp;e com responsabilidade social para exercer a&nbsp;cidadania e atuar na solução dos&nbsp;problemas da sociedade”, conclui Sandra Goulart.</p>



<p>Fonte: <em>UFMG</em></p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://ufmg.br/comunicacao/noticias/bolsas-academicas-custeadas-pela-ufmg-terao-reajuste-de-75-em-junho">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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