<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>academicos &#8211; Paco Editorial</title>
	<atom:link href="https://editorialpaco.com.br/tag/academicos-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<description>Paco Editorial</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Oct 2020 15:18:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cropped-marcadagua-2-32x32.png</url>
	<title>academicos &#8211; Paco Editorial</title>
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Patrimônio Audiovisual: O que é?</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/patrimonio-audiovisual/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=patrimonio-audiovisual</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/patrimonio-audiovisual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 18:01:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academicos]]></category>
		<category><![CDATA[audio]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[educacao]]></category>
		<category><![CDATA[historia]]></category>
		<category><![CDATA[humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[patrimonio]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>
		<category><![CDATA[visual]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=10440</guid>

					<description><![CDATA[Mas afinal, o que leva a sociedade a se interessar pelas práticas de cuidado e preservação desses bens? Qual o sentido ao se criar uma data? Enfim, o que é um patrimônio audiovisual?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 27 de outubro é comemorado o Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual, e esta data nos convida a refletir sobre sua importância e os motivos que levam à preocupação e preservação desse tipo de bem material.</p>



<p>Mas afinal, o que leva a sociedade a se interessar pelas práticas de cuidado e preservação desses bens? Qual o sentido ao se criar uma data? Enfim, o que é um patrimônio audiovisual?</p>



<p>Se você ainda não está por dentro desse assunto, ou se você quer se inteirar mais, continue conosco e expanda sua bagagem cultural.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que nos une enquanto humanidade?</strong></h2>



<p>A história da humanidade sempre foi cercada de mistérios, crenças e fatos: foram essas características que fizeram com que nossos antepassados tivessem o ímpeto de buscar por soluções para seus problemas. Com isso, os seres humanos fizeram inúmeras descobertas e conquistas, e hoje somos quem somos graças aos que nos precederam.</p>



<p>A tradição das histórias passadas oralmente, conhecimentos em livros, fotografias e histórias gravadas em áudios e vídeos fazem parte desse universo, já que são fontes inesgotáveis de conhecimento acerca das diferentes atividades que compõe a natureza humana.</p>



<p>Além disso, a identidade cultural de um povo é inevitavelmente composta por bens audiovisuais que dão contexto, cor e forma a sua cultura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Risco de extinção</strong></h2>



<p>Com o avanço das tecnologias e facilidades de acesso a informações, os dados audiovisuais se tornaram voláteis e facilmente escapam de nossas mãos por sua abundância, tanto em quantidade quanto qualidade.</p>



<p>Dessa forma o nome “patrimônio audiovisual” traz à tona a ideia de encarar as diferentes manifestações de imagens, áudios e vídeos como parte importante dos códigos significantes que compõe a cultura desde o nível individual até o mundial.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Preservação da memória: por quê?</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">O passado como fonte de conhecimento</h3>



<p>Se nós somos quem somos é porque outras pessoas viveram e passaram por diversas situações que as fizeram aprender. Esse conhecimento é imprescindível por conter elementos que auxiliem a humanidade a constantemente se (re)descobrir.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O presente com suas “provas de fogo”</h3>



<p>E mesmo atualmente nós seres humanos temos muito que melhorar, não é? Ainda vivenciamos diversas situações que nos coloca à prova diariamente, seja a nível pessoal, social, político ou cultural. É nos ensinamentos e experiências do passado que buscamos a inspiração e ferramentas para encarar as situações presentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O futuro como esperança para humanidade</h3>



<p>Conhecendo o passado, não deixamos seus conhecimentos morrerem e serem distorcidos. Com essa enciclopédia viva em mãos, podemos lidar com o futuro de maneira mais assertiva e alinhada ao bem da humanidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Acessibilidade de conteúdo</h3>



<p>O conhecimento é universal e todos nós temos o direto e dever ao seu acesso. Dessa forma, a acessibilidade de informações, sejam elas fotos, áudios, vídeos e demais materiais é importante para mantermos esse conhecimento vivo e circulante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A sensibilidade atemporal</h3>



<p>Quais músicas compuseram sua vida? Quais livros ilustraram sua infância? Quais fotografias te captaram para criar sua visão de mundo? Quais filmes puderam definir um país, uma região, um dialeto?</p>



<p>Para além dos conhecimentos que são “visivelmente aplicáveis” à vida cotidiana, é nas entrelinhas que estão as memórias e aprendizados que compõem o patrimônio cultural tangível e intangível da vida humana. O conhecimento também é sutilmente palpável.</p>



<p>Preservar e manter vivos os patrimônios audiovisuais, que vem de espaços, tempos e contextos tão diferentes, é fundamental para não esquecermos nossas origens e termos um respaldo vívido sobre o que nossas práticas promovem na sociedade.</p>



<p>Diversas campanhas, estudos e pesquisas estão sendo feitas para garantir que nossos descendentes possam ter acesso a esses mesmos materiais que nós tivemos a oportunidade de visitar.</p>



<p>Celebrar o Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual é resgatar memórias, e essas memórias são as identidades do que nos fazem seres humanos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/patrimonio-audiovisual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DIA DO TRADUTOR</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/dia-do-tradutor/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dia-do-tradutor</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/dia-do-tradutor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2020 12:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[academicos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[batepapo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[culturas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[materia]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[profissao]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
		<category><![CDATA[traducao]]></category>
		<category><![CDATA[tradutor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=9849</guid>

					<description><![CDATA[No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do tradutor em homenagem aos profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</em></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>No dia 30 de setembro comemora-se o Dia Mundial do Tradutor. Data que homenageia os profissionais que auxiliam na globalização dos conhecimentos e propagação de culturas.</p>



<p>O tradutor pode atuar em diversas áreas, como: trabalhos de tradução oral, interpretação simultânea em palestras e eventos, e tradução de textos, documentos, contratos, áudios, filmes e legendas.</p>



<p>A data também celebra o aniversário de morte de São Jerônimo, considerado patrono dos tradutores, estudantes e arquivistas. Jerônimo nasceu em 347 na Dalmácia – uma região que abrange territórios da Bósnia, Herzegovina, Montenegro e Croácia, na Europa – e faleceu em Belém, no Estado da Palestina, em 30 de setembro de 420. Foi ele quem traduziu a bíblia para o latim, a conhecida “vulgata”. Ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e também é considerado doutor da Igreja Católica.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg" alt="São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605" class="wp-image-9850" width="575" height="421" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1.jpg 404w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2020/09/Imagem1-300x220.jpg 300w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption>São Jerônimo Que Escreve, obra de Michelangelo Caravaggio em 1605</figcaption></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Bate papo com o tradutor:</strong></h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow"></div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-rounded"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/production/pacolivros/extra_fields/30/phpbo2itf1568056287.jpeg" alt="" width="121" height="183"/><figcaption>Humberto Pereira da Silva</figcaption></figure>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>Humberto também foi responsável pela tradução do livro, La haine de la Littérature &#8211; Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura- do historiador francês, William Marx.</em></p>



<h4 class="wp-block-heading">Paco Editorial:&nbsp;<strong>Humberto, destaque a importância do tradutor em preservar obras e a transcendência do conhecimento.&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p>Humberto Silva:&nbsp; Todo trabalho de tradução abre o horizonte para que o leitor tenha acesso a obras em outras línguas. O trabalho de tradução envolve uma responsabilidade enorme. Dizer ao leitor o que ele não teria como saber. Ora, há nuances bem delicadas na tradução. Aspectos bem específicos de uma dada cultura são intraduzíveis, ou a tradução pode acarretar em ambiguidades. Por isso, além, óbvio, do conhecido gramatical da outra língua, é de vital importância que o tradutor conheça o universo cultural que está traduzindo. Assim, a tradução se oferece, principalmente, como meio para que o leitor amplie sua compreensão do mundo, de culturas que sejam diversas da em seu idioma. Só com as traduções podem dar acesso as obras que formam o cânon das realizações humanas em âmbito universal.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Quais os tipos de tradução existem no mercado e a diferença entre elas.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Há traduções em todos os campos do saber. Entendo que a poesia é a mais difícil de se realizar. A linguagem poética, figurada, torna praticamente impossível ser vertida para outro idioma sem que se perca muito de seu sentido original. A ideia de “transcrição”, adotada aqui no Brasil pelos irmãos Haroldo e Augusto de Campos, em minha opinião gera uma obra diversa da obra original. Acho importante a tradução de poemas que formam o legado cultural da humanidade. Mas entendo que o leitor deva sempre desconfiar da tradução. Além da poesia, a tradução de livro de filosofia é sempre difícil. A linguagem filosófica é repleta de sutilezas terminológica. Uma palavra má traduzida pode levar que se distorça o pensamento de um determinado filósofo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Como foi o de escolha para traduzir a obra Ódio à Literatura: uma história da antiliteratura?&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> O livro foi uma indicação do editor da Paco, Rodrigo Brito. Ele me propôs e eu encarei o desafio.A Paco, como me asseverou o Rodrigo, pretende dar sequência a uma linha de traduções, e o livro de William Marx é o ponta pé dessa linha.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: O livro aborda que constantemente filosofia, religião e ciências se voltam contra a literatura por meio de discursos que possuem em comum argumentos que visam minar sua autoridade, seu propósito de enunciar a verdade, sua carga de valores morais e sua aceitação social. Deste modo, ressalte a importância da literatura na sociedade.&nbsp;&nbsp;</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> A literatura, para mim, tem duas importâncias que prezo demais. Ela amplia minha compreensão da vida e do mundo para além da bolha em que vivo. Um grande romance me faz ver uma realidade que eu não teria como ver, um mundo, portanto, que escapa aos meus sentidos. Agora, exatamente agora, leio <em>São Bernardo</em>, de Graciliano Ramos. A leitura desse romance me põe diante de hábitos, costumes, comportamentos do interior do nordeste no Brasil no início do século passado. Ontem, li <em>Eugênia Grandet</em>, de Honoré de Balzac, e do mesmo modo se abriu para mim o interior da França nos primeiros anos do século retrasado. Além da compreensão da vida e do mundo, a literatura me ensina que em Graciliano ou Balzac vivemos experiências semelhantes a dos personagens em suas obras, por mais distantes que sejam os mundos deles entre si e o meu do deles.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>PE: Deixe uma mensagem aos tradutores.</strong><strong></strong></h4>



<p><strong>HS:</strong> Traduzir não dá dinheiro; é um trabalho de entrega, de paixão: o prazer de ver que alguém lerá um livro porque o tradutor deu essa possibilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Ódio à Literatura</h2>



<p><em>Uma história da antiliteratura</em></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/deb86675b431f83f0c01f0f8ca6e3261.jpg" alt="" width="236" height="353"/></a><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura">https://www.pacolivros.com.br/odio-a-literatura</a></figcaption></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>&#8220;Ódio à Literatura&#8221; trata da história da literatura, uma literatura que é objeto de escândalo. Uma literatura que é objeto de contestação ao longo da história, seja pelo seu entendimento ou pelo seu desentendimento. Este livro é, sobretudo, sobre a história da antiliteratura, sendo que “nomeia-se antiliteratura todo discurso que se opõe à literatura, e assim se define em oposição a ela”. Para explicá-la evoca-se os quatro litígios: a autoridade; a verdade; a moralidade; a sociedade. Quatro litígios dificilmente separáveis, uma vez que eles resumem as intenções da literatura e retratam nada menos que quatro frentes principais, quatro cenas primitivas que se articulam em diversos contextos, segundo diversas modalidades, com diversas capacidades para atender as mais diferentes intenções e interesses.</p>
</div>
</div>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/dia-do-tradutor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
