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	<title>ABC &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Saúde indígena e IA são temas da Reunião Magna da academia de ciência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2023 13:19:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Academia Brasileira de Ciências (ABC) realiza, a partir de amanhã (9), a Reunião Magna 2023, com o objetivo de discutir a importância e a contribuição da ciência para a sustentabilidade, do ponto de vista ambiental e social. Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, a presidente da ABC, Helena Nader, contou que o tema sustentabilidade será discutido sob diversos prismas como o ambiental, o social, o cultural, de segurança alimentar e também educacional. Segundo ela, dentre os assuntos a serem abordados na Reunião Magna, esta a participação e contribuição dos povos originários para a ciência. Na pauta, a contaminação dos rios por mercúrio, a luta do movimento indígena pelo direito à vida e os rumos da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. A pesquisadora indígena Samara Pataxó, assessora-chefe do Núcleo de Inclusão e Diversidade do Tribunal Superior Eleitoral participa do evento. “Nós temos que ouvir os povos originários e já tem gente com muita formação e estudo para contribuir. Além disso, essas pessoas trazem dados que quem não vive a raça não sabe’, disse Helena. A presidente da academia lembrou que 2023 é o Ano Internacional das Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O evento vai até quinta-feira (11), no Museu do Amanhã, na região portuária do Rio de Janeiro. Interessados devem se inscrever pela internet. A programação completa do evento pode ser acessada aqui. As novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA) também serão objeto de discussão da Reunião Magna. Segundo Helena, a tecnologia pode contribuir, por exemplo, no diagnóstico de imagem para a medicina, sem substituir os profissionais: ‘isso não quer dizer que o médico vai ser substituído por um programa. Vai ter sempre a relação do diálogo, da conversa’. Helena cita ainda outra aplicação da IA na saúde ao analisas dados de prevalência de moléstias relacionadas à questão genética. “[O povo brasileiro] tem uma genética que é muito diferente da do americano do norte, do europeu. Os dados de prevalência de algumas moléstias podem trazer informações extremamente revelantes para o cuidado [dessas doenças]. E para isso precisa da IA. Eu vejo a IA como uma parceira. Mas é um parceiro que você tem que conhecer e saber controlar’. Segundo Helena, apesar de o Brasil ter bons pesquisadores estudando a inteligência artificial ainda falta investimento na área: “precisaríamos estar fazendo isso [investindo] com muito maior presença, porque o mundo está caminhando para isso’. Pandemias, novas vacinas, insegurança alimentar, transição energética e educação científica também serão tema de debate pelos membros da Academia Brasileira de Ciência durante a Reunião Magna. Cinco cientistas e pensadores de renome internacional participarão das discussões. Um dos principais conferencistas estrangeiros é o geólogo Colin Waters, da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Waters coordena um grupo de trabalho internacional que propõe a definição de uma nova era geológica, iniciada nos anos 1950: o Antropoceno – era dos humanos –, que sucederia o Holocentro, iniciado há quase 12 mil anos. A engenheira química e biológica Kristi Anseth, da Universidade do Colorado, faz pesquisa de ponta com biomateriais e vai explicar de que maneira essa tecnologia pode barrar os efeitos debilitantes do envelhecimento e promover a regeneração de tecidos do corpo humano. No campo da filosofia, Michela Massimi, da Universidade de Edimburgo, tratará do direito à ciência. A filósofa defende uma abordagem do conhecimento científico que seja multicultural. Ernesto Fernandez Polcuch, diretor de Ciência da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para América Latina e Caribe, abordará como a ciência pode ser usada para alcançar os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. Por fim, Jorge Larrosa, filósofo da Universidade de Barcelona, vai abordar a educação científica e a iniciação à pesquisa a partir das condições antropológicas, éticas, políticas e existenciais plurais em todo o mundo. Fonte: MS News Achou interessante? Acesse aqui para ler a matéria original.]]></description>
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<p>A Academia Brasileira de Ciências (ABC) realiza, a partir de amanhã (9), a Reunião Magna 2023, com o objetivo de discutir a importância e a contribuição da ciência para a sustentabilidade, do ponto de vista ambiental e social.</p>



<p>Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, a presidente da ABC, Helena Nader, contou que o tema sustentabilidade será discutido sob diversos prismas como o ambiental, o social, o cultural, de segurança alimentar e também educacional.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://editorialpaco.com.br/"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28669" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/publique-seu-livro.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Publicidade</em></figcaption></figure>



<p>Segundo ela, dentre os assuntos a serem abordados na Reunião Magna, esta a participação e contribuição dos povos originários para a ciência. Na pauta, a contaminação dos rios por mercúrio, a luta do movimento indígena pelo direito à vida e os rumos da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. A pesquisadora indígena Samara Pataxó, assessora-chefe do Núcleo de Inclusão e Diversidade do Tribunal Superior Eleitoral participa do evento.</p>



<p>“Nós temos que ouvir os povos originários e já tem gente com muita formação e estudo para contribuir. Além disso, essas pessoas trazem dados que quem não vive a raça não sabe’, disse Helena.</p>



<p>A presidente da academia lembrou que 2023 é o Ano Internacional das Ciências Básicas para o Desenvolvimento Sustentável, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>



<p>O evento vai até quinta-feira (11), no Museu do Amanhã, na região portuária do Rio de Janeiro. Interessados devem se inscrever pela internet. A programação completa do evento pode ser acessada aqui.</p>



<p>As novas tecnologias, como a inteligência artificial (IA) também serão objeto de discussão da Reunião Magna. Segundo Helena, a tecnologia pode contribuir, por exemplo, no diagnóstico de imagem para a medicina, sem substituir os profissionais: ‘isso não quer dizer que o médico vai ser substituído por um programa. Vai ter sempre a relação do diálogo, da conversa’.</p>



<p>Helena cita ainda outra aplicação da IA na saúde ao analisas dados de prevalência de moléstias relacionadas à questão genética.</p>



<p>“[O povo brasileiro] tem uma genética que é muito diferente da do americano do norte, do europeu. Os dados de prevalência de algumas moléstias podem trazer informações extremamente revelantes para o cuidado [dessas doenças]. E para isso precisa da IA. Eu vejo a IA como uma parceira. Mas é um parceiro que você tem que conhecer e saber controlar’.</p>



<p>Segundo Helena, apesar de o Brasil ter bons pesquisadores estudando a inteligência artificial ainda falta investimento na área: “precisaríamos estar fazendo isso [investindo] com muito maior presença, porque o mundo está caminhando para isso’.</p>



<p>Pandemias, novas vacinas, insegurança alimentar, transição energética e educação científica também serão tema de debate pelos membros da Academia Brasileira de Ciência durante a Reunião Magna. Cinco cientistas e pensadores de renome internacional participarão das discussões.</p>



<p>Um dos principais conferencistas estrangeiros é o geólogo Colin Waters, da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Waters coordena um grupo de trabalho internacional que propõe a definição de uma nova era geológica, iniciada nos anos 1950: o Antropoceno – era dos humanos –, que sucederia o Holocentro, iniciado há quase 12 mil anos.</p>



<p>A engenheira química e biológica Kristi Anseth, da Universidade do Colorado, faz pesquisa de ponta com biomateriais e vai explicar de que maneira essa tecnologia pode barrar os efeitos debilitantes do envelhecimento e promover a regeneração de tecidos do corpo humano.</p>



<p>No campo da filosofia, Michela Massimi, da Universidade de Edimburgo, tratará do direito à ciência. A filósofa defende uma abordagem do conhecimento científico que seja multicultural.</p>



<p>Ernesto Fernandez Polcuch, diretor de Ciência da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para América Latina e Caribe, abordará como a ciência pode ser usada para alcançar os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.</p>



<p>Por fim, Jorge Larrosa, filósofo da Universidade de Barcelona, vai abordar a educação científica e a iniciação à pesquisa a partir das condições antropológicas, éticas, políticas e existenciais plurais em todo o mundo.</p>



<p><em>Fonte: </em>MS News</p>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.msnews.com.br/noticia/134915/saude-indigena-e-ia-sao-temas-da-reuniao-magna-da-academia-de-ciencias">aqui</a> para ler a matéria original.</p>
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