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	<title>A diplomacia entre as quedas &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>A diplomacia entre as quedas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 14:19:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este livro aborda um dos momentos diplomáticos mais tensos da diplomacia brasileira no século XX. A busca pelo desenvolvimento industrial resultou na busca por novas gerações de energia para impulsionar a industrialização do Brasil na passagem das décadas de 1950 a 1960. A região das Sete Quedas, na fronteira com o Paraguai, apresentava grande potencial hidro energético. Porém, historicamente a região era objeto de um litígio fronteiriço como consequência do término da Guerra da Tríplice Aliança na segunda metade do século XIX. Sendo assim, o governo paraguaio comandado pelo ditador Alfredo Stroessner (1954-1989) exigiu explicações do governo brasileiro por realizar estudos na área em litígio, em 1962, que teve como resposta a argumentação de que o território pertencia ao Brasil. A partir de junho de 1965, sob o regime militar de Castelo Branco, tropas militares brasileiras ocuparam a área em litígio iniciando um período de tensão entre os dois países. Em solo paraguaio manifestantes protestavam contra o Brasil e a oposição política de Stroessner aproveitou o episódio para atacá-lo. Mas o ditador paraguaio soube tirar proveito da situação e conseguiu explorar o clima de tensão em relação ao Brasil como algo a favor da sua imagem de “defensor dos interesses nacionais”. O desfecho do impasse resultou na assinatura da Ata das Cataratas em 1966 e que sete anos depois consolidaria o projeto hidroelétrico de Itaipu. A pesquisa deste tema envolveu fontes históricas do Itamaraty, em Brasília, e do Ministério de Relaciones Exteriores do Paraguai, acessadas em Assunção, além de periódicos brasileiros e paraguaios da época. Algo que permite apontar que a construção da segunda maior usina hidrelétrica do mundo desde as suas origens desafia a diplomacia dos dois países e ainda será objeto de grandes debates quando negociarem a renovação no tratado de Itaipu nos próximos anos. Texto de: Luiz Eduardo Pinto Barros Achou interessante? Confira abaixo o livro sobre o tema disponível no catálogo da Paco Editorial. Esta obra trata do impasse diplomático entre Brasil e Paraguai nos anos de 1960 que possibilitou discussões em torno do “expansionismo brasileiro” e do simbolismo no centenário da “Epopeia Nacional”, a Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), que é de grande significado para os paraguaios. No início da década de 1960, o Brasil desenvolvia estudos na região das Sete Quedas, no oeste do estado do Paraná na fronteira com o Paraguai, para aproveitar o potencial energético do Rio Paraná. Em 1962, a embaixada paraguaia no Brasil tomou conhecimento sobre o estudo e informou seu governo que imediatamente exigiu explicações do Estado brasileiro. Os paraguaios alegavam que a região ainda não estava demarcada, apesar dos tratados de fronteiras de 1872 e 1927 e, por isso tais estudos não poderiam ser realizados sem uma negociação. Entre 1962 e 1966, Brasil e Paraguai vivenciaram um impasse diplomático que abalou a relação quando ambos estavam em processo de aproximação. Em junho de 1966, foi assinada a Ata das Cataratas resolvendo a questão e iniciando as negociações para o aproveitamento hidroelétrico conjunto do Rio Paraná COMPRAR Gostou? Clique no site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Este livro aborda um dos momentos diplomáticos mais tensos da diplomacia brasileira no século XX. A busca pelo desenvolvimento industrial resultou na busca por novas gerações de energia para impulsionar a industrialização do Brasil na passagem das décadas de 1950 a 1960. A região das Sete Quedas, na fronteira com o Paraguai, apresentava grande potencial hidro energético. Porém, historicamente a região era objeto de um litígio fronteiriço como consequência do término da Guerra da Tríplice Aliança na segunda metade do século XIX. Sendo assim, o governo paraguaio comandado pelo ditador Alfredo Stroessner (1954-1989) exigiu explicações do governo brasileiro por realizar estudos na área em litígio, em 1962, que teve como resposta a argumentação de que o território pertencia ao Brasil. A partir de junho de 1965, sob o regime militar de Castelo Branco, tropas militares brasileiras ocuparam a área em litígio iniciando um período de tensão entre os dois países. Em solo paraguaio manifestantes protestavam contra o Brasil e a oposição política de Stroessner aproveitou o episódio para atacá-lo. Mas o ditador paraguaio soube tirar proveito da situação e conseguiu explorar o clima de tensão em relação ao Brasil como algo a favor da sua imagem de “defensor dos interesses nacionais”. O desfecho do impasse resultou na assinatura da Ata das Cataratas em 1966 e que sete anos depois consolidaria o projeto hidroelétrico de Itaipu. A pesquisa deste tema envolveu fontes históricas do Itamaraty, em Brasília, e do Ministério de Relaciones Exteriores do Paraguai, acessadas em Assunção, além de periódicos brasileiros e paraguaios da época. Algo que permite apontar que a construção da segunda maior usina hidrelétrica do mundo desde as suas origens desafia a diplomacia dos dois países e ainda será objeto de grandes debates quando negociarem a renovação no tratado de Itaipu nos próximos anos.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de: Luiz Eduardo Pinto Barros</p>



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<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro sobre o tema disponível no catálogo da Paco Editorial.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-diplomacia-entre-as-quedas-o-litigio-fronteirico-entre-brasil-e-paraguai-que-resultou-na-construcao-de-itaipu-1962-1966"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/7d72d29ae04fe3f3f6e0db57c3de3bea.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Esta obra trata do impasse diplomático entre Brasil e Paraguai nos anos de 1960 que possibilitou discussões em torno do “expansionismo brasileiro” e do simbolismo no centenário da “Epopeia Nacional”, a Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), que é de grande significado para os paraguaios. No início da década de 1960, o Brasil desenvolvia estudos na região das Sete Quedas, no oeste do estado do Paraná na fronteira com o Paraguai, para aproveitar o potencial energético do Rio Paraná. Em 1962, a embaixada paraguaia no Brasil tomou conhecimento sobre o estudo e informou seu governo que imediatamente exigiu explicações do Estado brasileiro. Os paraguaios alegavam que a região ainda não estava demarcada, apesar dos tratados de fronteiras de 1872 e 1927 e, por isso tais estudos não poderiam ser realizados sem uma negociação. Entre 1962 e 1966, Brasil e Paraguai vivenciaram um impasse diplomático que abalou a relação quando ambos estavam em processo de aproximação. Em junho de 1966, foi assinada a Ata das Cataratas resolvendo a questão e iniciando as negociações para o aproveitamento hidroelétrico conjunto do Rio Paraná</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/a-diplomacia-entre-as-quedas-o-litigio-fronteirico-entre-brasil-e-paraguai-que-resultou-na-construcao-de-itaipu-1962-1966" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



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<p>Gostou? Clique no site de nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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