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	<title>Releases &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Releases &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Lançamento do livro &#8220;Cinemas Periféricos&#8221; de Ivonete Pinto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia. Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados. O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.” O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que Cinemas Periféricos “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;. Sobre o livro O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência. Sobre a autora do livro Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. Gostou do livro? Adquira já o seu exemplar em nossa Loja Virtual!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Será lançado no dia 30 de outubro de 2021, durante a 45ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, <em>Cinemas Periféricos – estéticas e contextos não hegemônicos</em>, da crítica de cinema e professora Ivonete Pinto. O livro traz 52 artigos divididos por continentes, reunindo textos inéditos e a produção de mais de duas décadas publicada em revistas, jornais e sites em torno de filmes de países como Turquia, Irã, Tailândia, Índia, Camboja, Azerbaijão, Rússia e Romênia.</p>



<p>Os artigos, que mesclam abordagem acadêmica, ensaística e jornalística, contribuem para a reflexão do que significa produzir fora do eixo hegemônico representado especialmente pelos Estados Unidos e alguns países europeus. A autora privilegia filmes vistos sobretudo em festivais de cinema, e explora questões de linguagem e estética, bem como o contexto cultural, político e religioso dos países de origem dos filmes tratados.</p>



<p>O prefácio é escrito por Stephanie Dennison, professora de Estudos Brasileiros na Universidade de Leeds (UK). Ela ressalta que “a autora contextualiza suas observações em uma série de ensaios introdutórios que traçam a origem e desenvolvimento de conceitos tais como World Cinema, contribuindo assim para a teorização do cinema não- hollywoodiano.”</p>



<p>O editor da Paco Editorial, professor e crítico de cinema Humberto Silva, afirma que <em>Cinemas Periféricos</em> “oferece um mapa de realizações destacadas nos quatro cantos do mundo. Nesse livro, um filme é um veículo de reflexão sobre o mundo, em suas peculiaridades culturais e políticas&#8221;.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png" alt="" class="wp-image-24028 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/cinemas-perifericos-1.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O livro nos apresenta ao longo de seus capítulos a definição do que se caracteriza, segundo ele, por “cinemas periféricos”, e como as obras cinematográficas que desviam do radar hollywoodiano – ou hegemônico – tem crescido, mostrando sua relevância e qualidade.<br>O leitor é convidado a conhecer um pouco do contexto histórico social dos países periféricos que possuem grande produção cinematográfica, além de mergulhar nos importantes festivais que são responsáveis pela divulgação dessas produções. Trata-se de uma grande contribuição que também se compromete em mostrar a importância do cinema periférico para o imaginário de sua audiência.</p>
</div></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p> <strong>Sobre a autora do livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 30%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="1024" height="677" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-24026 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1024x677.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-300x198.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-350x230.jpg 350w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-768x508.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1536x1016.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-1140x754.jpg 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2-500x330.jpg 500w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/10/Ivonete_Pinto_2021-2.jpg 1963w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Ivonete Pinto é jornalista, doutora pela ECA-USP; presidente da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema &#8211; gestão 2019/2021) professora no curso de Cinema UFPel; coeditora da revista Teorema, colaborada do Cinema Escrito; autora dos livros A Mediocridade, Descobrindo o Irã, Samovar nos Trópicos e coorganizadora de Bernardet 80: Impacto e Influência no Cinema Brasileiro e Ismail Xavier – um pensador do cinema brasileiro. </p>
</div></div>



<p> </p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p> Adquira já o seu exemplar em nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/cinemas-perifericos" target="_blank">Loja Virtual</a>!</p>
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		<title>(Release) O ATEÍSMO NO BRASIL &#8211; OS SENTIDOS DA DESCRENÇA NOS SÉCULOS XX E XXI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 18:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O livro “O Ateísmo no Brasil: Os Sentidos da Descrença nos Séculos XX e XXI” é o mais recente lançamento do autor Ricardo Oliveira da Silva, através da editora Paco Editorial. A obra é um estudo dos fatores históricos que levaram à construção do ateísmo em solos brasileiros, entre o séc. XX e o início do séc. XXI.]]></description>
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<hr class="wp-block-separator"/>



<p><em>O livro “O Ateísmo no Brasil: Os Sentidos da Descrença nos Séculos XX e XXI” é o mais recente lançamento do autor Ricardo Oliveira da Silva, através da editora Paco Editorial. A obra é um estudo dos fatores históricos que levaram à construção do ateísmo em solos brasileiros, entre o séc. XX e o início do séc. XXI.</em></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/8ecbd0a26b1742ba47467645879f0018.jpg" alt="" width="187" height="280"/><figcaption><a href="https://www.pacolivros.com.br/o-ateismo-no-brasil-os-sentidos-da-descrenca-nos-seculos-xx-e-xxi">O ateísmo no Brasil<br>Os sentidos da descrença nos séculos XX e XXI</a></figcaption></figure>



<p></p>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p><strong>Sinopse:</strong> Em “O ateísmo no Brasil: os sentidos da descrença nos séculos XX e XXI”, é apresentado um estudo sobre o tema na história brasileira. Uma obra que pesquisa os significados históricos atribuídos ao ateísmo desde o início do século XX até o começo do século XXI. Atualmente, o ateísmo tornou-se um elemento de construção identitária e de ativismo político, mobilizando setores da sociedade na luta contra a discriminação dirigida aos ateus e ateias e na defesa de instituições públicas laicas como prevista pela Constituição Federal de 1988. Esta publicação busca atender a pesquisadores e interessados pelo tema no Brasil.</p>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>Hoje em dia, o ateísmo, bem como a religião, é usado como elemento que compõe a identidade de uma pessoa e a de um povo. Ateus e ateias lutam, atualmente, por exemplo, por instituições públicas laicas, como é previsto em lei, pela Constituição Federal de 1988, mas pouco visto na realidade.</p>



<p>Além disso, usam a questão também como pauta de seu ativismo político, no país.</p>



<p>A obra, publicada em 2020 e dividida em quatro grandes e completos capítulos, visa a atender as demandas de estudiosos e de pesquisadores do assunto.</p>



<p>A primeira parte da publicação se trata da explicação para os leitores do conceito de ateísmo e as suas raízes brasileiras. Não à toa, é chamada de “Ateísmo e Historiografia”.</p>



<p>Em seguida, no segundo capítulo “O Ateísmo no Anarquismo brasileiro”, o autor nos apresenta as vertentes anticlericais do ateísmo, assim como as influências de movimentos anarquistas. Uma delas, com destaque na obra, é o Jornal “A Lanterna”.</p>



<p>Já no terceiro momento, chamado de “O Ateísmo no Marxismo Brasileiro”, Ricardo Oliveira da Silva nos leva a entender o ateísmo nas perspectivas de Marx e Engels, dois dos principais pensadores mundiais.</p>



<p>Ainda nessa parte, é apresentada a relação entre o Partido Comunista do Brasil (PCB) e a história do movimento. Por fim, encontramos os pensamentos de importantes intelectuais e comunistas brasileiros, sobre a descrença.</p>



<p>O último capítulo da obra, intitulado “O Ateísmo Brasileiro no Início do Século XXI”, entendemos como o movimento ateísta enfim floresceu. O autor conta, ainda, sobre a criação da Revista Ateísta, além de falar sobre questões sociais e políticas, que se tornaram pauta nas últimas décadas, como preconceito, identidade, ativismo, laicidade, ética e feminismo.</p>



<p>Ricardo Oliveira da Silva é mestre e doutor em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, além da graduação, também em História pela Universidade Federal de Santa Maria.</p>



<p>O autor possui outras publicações bibliográficas recentes em espaços renomados do ramo, como a “Revista História: debates e tendências”, “Revista História em Reflexão” e “Revista Brasileira de História e Ciências Sociais”. Ricardo também possui ampla atuação em universidades, como orientador e participação em bancas.</p>



<p>A Paco Editorial foi fundada em 2009, com o objetivo de ser um canal de difusão da produção científica brasileira. Ao longo dos anos, lançou importantes títulos de várias áreas, através de conteúdos técnicos, científicos e profissionalizantes para professores e estudantes, tanto da graduação, como de pós-graduação.</p>



<p>A distribuição dos conteúdos da Paco Editorial é feita para livrarias universitárias, eventos acadêmicos e as principais plataformas online. A editora, durante sua trajetória e publicação de mais 1500 obras, já foi contemplada com o Prêmio Jabuti, pelo segundo lugar, na categoria Comunicação, em 2017.</p>
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		<title>“Os Nordestes e o Teatro Brasileiro”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 15:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ariano Suassuna, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, são incontáveis as contribuições da cultura nordestina para a arte mundial.
O folclore nordestino trouxe inúmeras obras memoráveis para a cena cultural do teatro brasileiro. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Ariano Suassuna, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, são incontáveis as contribuições da cultura nordestina para a arte mundial.</em></p>



<p>O folclore nordestino trouxe inúmeras obras
memoráveis para a cena cultural do teatro brasileiro. </p>



<p>O pesquisador Magela Lima faz um rico estudo da
cena teatral como um local em que se possa reconhecer o Brasil e sua história.
Resultado da tese de doutorado do autor, trata-se de um estudo acerca da cena
teatral brasileira, centrando na cultura nordestina.</p>



<p>Afinal, a influência do Nordeste para o teatro
brasileiro é vasta, construindo um universo fascinante e muito característico,
baseado principalmente na tradição popular.</p>



<p>Compreender a teatralidade nordestina, para o
autor, é entender a cultura brasileira. O Nordeste é um lugar marcado no tempo
e no espaço, por resistência, por disputa de poder, por colonialismo.</p>



<p>A cultura popular que caracteriza boa parte da
contribuição da arte nordestina configura um panorama da própria resistência
popular, sendo um retrato fidedigno de um contexto sócio-histórico,
imprescindível para compreender a história do Brasil.</p>



<p>O autor compreende que, embora as histórias
contadas por meio das obras que têm o Nordeste como pano de fundo sejam
universais, podendo se adequar a variadas formas, a força desta cultura
artística reside na tradição popular.</p>



<p>Porém, o fato da palavra Nordeste estar no plural,
no título da obra, evoca a intenção do autor em chamar a atenção para a
versatilidade desta cena teatral.</p>



<p>Afinal, apesar de mais conhecido pela cultura
popular, existe outra vertente mais centrada na área urbana, configurando outra
abordagem. Algo como uma nova arte nordestina neste panorama.</p>



<p>A pluralidade do título também remete a outras
ideias mais amplas. Afinal, a cultura nordestina é também alvo de estereótipos
e interpretações rasas de suas obras, quase caricatas.</p>



<p>A heterogeneidade da região é algo que deve ser
ressaltada. O Nordeste é plural. O autor pontua que o Nordeste não é um tema a
ser abordado e sim uma forma de teatro.</p>



<p>Magela Lima ressalta que o Teatro do Estudante de
Pernambuco, em 1946, foi emblemático para o que o se convencionou chamar de “Teatro
do Nordeste”. O autor compreende que a recorrência dos temas abordados foi
fundamental para criar uma identidade cultural nordestina.</p>



<p>O autor confirma que o Nordeste abordado em obras
emblemáticas de Ariano Suassuna, entre outras, existe. Tem identidade,
especificidade, discurso próprio, entre outras características que o constituem
como algo sólido.</p>



<p>Reconhecer a importância da cultura nordestina para
a cena teatral brasileira, é reconhecer o próprio Brasil.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/os-nordestes-e-o-teatro-brasileiro"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/cfdace65881880fe9993bc56974a7ce0.jpg" alt=""/></a><figcaption> <strong>OS NORDESTES E O TEATRO BRASILEIRO</strong> </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p> Os Nordeste e o Teatro Brasileiro verifica as concepções de criação e as estratégias de visibilidade que demarcaram o Nordeste como lugar no teatro brasileiro, procurando compreender que mecanismos interferem na projeção nacional de uma obra ou de um artista de teatro no Brasil é que se delineia a proposta de estudo aqui desenvolvida. A história de afirmação do chamado “teatro do Nordeste” é resgatada a partir do encontro de diferentes gerações de artistas e cenas. </p>



<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-background has-vivid-green-cyan-background-color" href="https://www.pacolivros.com.br/os-nordestes-e-o-teatro-brasileiro">Acesso ao Livro</a></div>
</div>
</div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o autor</h2>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.opovo.com.br/_midias/jpg/2019/05/22/magela-2791240.jpg" alt=""/><figcaption> Magela Lima é jornalista, doutor em Artes Cênicas e ex-secretário da Cultura de Fortaleza (Foto: Divulgação) </figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<p>Jornalista e doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, Magela Lima destaca-se por sua pesquisa acerca da cena teatral brasileira.</p>



<p>Magela Lima também atuou na área de jornalismo cultural, além de ter ocupado o cargo de Secretário Municipal de Cultura da Prefeitura de Fortaleza.</p>



<p>O autor possui vasta experiência docente, sendo coordenador dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda no Centro Universitário 7 de setembro.</p>



<p>Grande incentivador da cena cultural nordestina, Magela Lima também é consultor de programação do Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga.<br></p>
</div>
</div>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://www.opovo.com.br/vidaearte/2020/05/20/livro-de-magela-lima-aborda-as-influencias-do--teatro-do-nordeste--na-producao-nacional.html">Veja entrevista para o jornal O Povo </a></h2>



<h2 class="wp-block-heading">Visite nossa página</h2>



<p>Acesse nossa página, visite nosso conteúdo e entre em contato com a nossa equipe <a href="http://www.pacolivros.com.br">www.pacolivros.com.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sob a Égide da Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 11:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2017, o Brasil atingiu o maior nível histórico de assassinatos, com mais de 65 mil pessoas vitimadas. Este dado foi revelado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em “Sob a Égide da Morte”, Eduardo Salatiel se debruça sobre as experiências de jovens ameaçados de morte, uma das manifestações deste quadro social. É importante lembrar que a pesquisa do Ipea aponta que a maioria dos casos de homicídio ocorre entre a população masculina que possui de 15 a 18 anos. Além disto, as pessoas negras representam 75,5% dos casos de morte violenta no país. Naturalmente, o estado da violência no Brasil não é fenômeno recente. Os índices vêm crescendo substancialmente desde a década de 1980. Segundo o Mapa da Violência 2014, entre 1980 e 2012 mais de 1.200.000 brasileiros foram assassinados. Isto significa um crescimento de 305%. São estas circunstâncias que tornam as reflexões da obra de Salatiel tão importantes. Não é novidade que o Brasil apresenta índices de violência que superam aqueles registrados em zonas de conflito armado. E como vimos, a população juvenil é a maior afetada por esta situação. Para dimensionar o que significa a afirmação, precisamos lembrar que homicídios representam apenas 2,0% dos óbitos na população que não é jovem. Já entre os mais novos, o número chegou a 28,8% do total de mortes entre 1980 e 2012. As altas taxas estão muito ligadas ao envolvimento destes jovens com o tráfico de drogas. Também é fato reconhecido que os adolescentes e adultos em tal situação costumam praticar a evasão escolar. É com esta realidade que muitos educadores e profissionais da área têm de lidar. Afinal, o tráfico e a omissão do estado afetam diretamente o funcionamento de escolas em regiões periféricas. O autor de “Sob a Égide da Morte” tenta compreender este cenário de violência que envolve a juventude brasileira. A obra é fruto da dissertação de mestrado de Eduardo Salatiel. No projeto, ele buscou compreender as experiências escolares de jovens ameaçados de morte em Minas Gerais. Em muitos casos, trata-se de adolescentes que fazem parte do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes do estado. Com “Sob a Égide da Morte” Salatiel discute a relação deste quadro com a educação. Também são abordadas as perspectivas de vida destes jovens, incluindo a possibilidade de continuidade da escolarização. O livro se divide em quatro capítulos. No primeiro, é contextualizada a situação, o cotidiano e os desafios dos jovens ameaçados de morte em Minas Gerais. No segundo capítulo, “Juventudes, Violação de Direitos e a Escola”, o autor começa a abordar os estereótipos relacionados aos jovens e aos estudos que os privilegiem. É também onde se explicita o lugar desta população como sujeito de direitos, e sua relação com violência letal e escola. Em “Experiências de Vida e Escolarização de Jovens Ameaçados de Morte em Minas Gerais”, terceiro capítulo do livro, Eduardo trata de quatro casos de rapazes nesta situação. Na quarta parte, a obra é encerrada por reflexões sobre o direito à vida e educação por parte destes jovens. É onde se aponta ainda o papel das instituições de ensino no cenário estudado. Eduardo Lopes Salatiel graduou-se em Filosofia pela UFMG e em Letras/Português pela Ufla. Em seguida, especializou-se no tema dos Direitos Humanos, através do Instituto São Tomás de Aquino. Além disto, é mestre em Educação pela UEMG. Sua relação com o tema do livro é bastante pessoal. Por praticamente 10 anos, ele lecionou na rede pública de Minas Gerais. Também foi educador social do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte no estado. É destas experiências que se nutrem as páginas de “Sob a Égide da Morte”. Hoje, o autor desempenha papel de analista da Superintendência Educacional de Segurança Pública.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4949-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7091" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4949-683x1024.jpg 683w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4949-200x300.jpg 200w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/4949.jpg 709w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p>Em 2017, o Brasil atingiu o maior nível histórico de assassinatos, com mais de 65 mil pessoas vitimadas. Este dado foi revelado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em “Sob a Égide da Morte”, Eduardo Salatiel se debruça sobre as experiências de jovens ameaçados de morte, uma das manifestações deste quadro social.</p>



<p>É importante lembrar que a pesquisa do Ipea aponta que a maioria dos casos de homicídio ocorre entre a população masculina que possui de 15 a 18 anos. Além disto, as pessoas negras representam 75,5% dos casos de morte violenta no país. Naturalmente, o estado da violência no Brasil não é fenômeno recente.</p>



<p>Os índices vêm crescendo substancialmente desde a década de 1980. Segundo o Mapa da Violência 2014, entre 1980 e 2012 mais de 1.200.000 brasileiros foram assassinados. Isto significa um crescimento de 305%. São estas circunstâncias que tornam as reflexões da obra de Salatiel tão importantes.</p>



<p>Não é novidade que o Brasil apresenta índices de violência que superam aqueles registrados em zonas de conflito armado. E como vimos, a população juvenil é a maior afetada por esta situação. Para dimensionar o que significa a afirmação, precisamos lembrar que homicídios representam apenas 2,0% dos óbitos na população que não é jovem.</p>



<p>Já entre os mais novos, o número chegou a 28,8% do total de mortes entre 1980 e 2012. As altas taxas estão muito ligadas ao envolvimento destes jovens com o tráfico de drogas. Também é fato reconhecido que os adolescentes e adultos em tal situação costumam praticar a evasão escolar.</p>



<p>É com esta realidade que muitos educadores e profissionais da área têm de lidar. Afinal, o tráfico e a omissão do estado afetam diretamente o funcionamento de escolas em regiões periféricas. O autor de “Sob a Égide da Morte” tenta compreender este cenário de violência que envolve a juventude brasileira.</p>



<p>A obra é fruto da dissertação de mestrado de Eduardo Salatiel. No projeto, ele buscou compreender as experiências escolares de jovens ameaçados de morte em Minas Gerais. Em muitos casos, trata-se de adolescentes que fazem parte do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes do estado.</p>



<p>Com “Sob a Égide da Morte” Salatiel discute a relação deste quadro com a educação. Também são abordadas as perspectivas de vida destes jovens, incluindo a possibilidade de continuidade da escolarização. O livro se divide em quatro capítulos. No primeiro, é contextualizada a situação, o cotidiano e os desafios dos jovens ameaçados de morte em Minas Gerais.</p>



<p>No segundo capítulo, “Juventudes, Violação de Direitos e a Escola”, o autor começa a abordar os estereótipos relacionados aos jovens e aos estudos que os privilegiem. É também onde se explicita o lugar desta população como sujeito de direitos, e sua relação com violência letal e escola.</p>



<p>Em “Experiências de Vida e Escolarização de Jovens Ameaçados de Morte em Minas Gerais”, terceiro capítulo do livro, Eduardo trata de quatro casos de rapazes nesta situação. Na quarta parte, a obra é encerrada por reflexões sobre o direito à vida e educação por parte destes jovens. É onde se aponta ainda o papel das instituições de ensino no cenário estudado.</p>



<p>Eduardo Lopes Salatiel graduou-se em Filosofia pela UFMG e em Letras/Português pela Ufla. Em seguida, especializou-se no tema dos Direitos Humanos, através do Instituto São Tomás de Aquino. Além disto, é mestre em Educação pela UEMG. Sua relação com o tema do livro é bastante pessoal.</p>



<p>Por praticamente 10 anos, ele lecionou na rede pública de Minas Gerais. Também foi educador social do Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçado de Morte no estado. É destas experiências que se nutrem as páginas de “Sob a Égide da Morte”. Hoje, o autor desempenha papel de analista da Superintendência Educacional de Segurança Pública.</p>
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		<title>Identidade Paterna Sonegada x Direito a Filiação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2019 11:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de lares brasileiros sem a presença da figura paterna é uma realidade que merece ser sempre debatida. Afinal, é uma situação que não ocorre apenas por perdas trágicas, mas principalmente, por um abandono desde o começo da vida. Visando debater este assunto sobre perspectivas jurídicas e sociais, a Paco Editorial lançou o livro “Identidade Paterna Sonegada x Direito a Filiação: Responsabilidade da mãe declarante”, de Tatiana Chagas. Segundo o censo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mais de 5 milhões de crianças brasileiras não possuem o nome do pai na certidão de nascimento. Essa realidade, no entanto, vai muito além dos números. Cada um desses jovens é impactado pela falta de identificação paterna durante seu crescimento. Desta maneira, o direito a filiação é mais do que um benefício, e sim, um direito humano fundamental. Este é apenas uma das vertentes que Tatiana Chagas aborda em sua obra. Os impactos sociais e psicológicos da sonegação da identidade paterna Por mais que as famílias lideradas por mães solo tenham tanta legitimidade quanto as demais, o espaço em branco no documento pode trazer questionamentos existenciais. Jovens buscam entender quem são e, para isso, comumente utilizam de referências genéticas neste processo. Mas, sem ter acesso à informação sobre um desses lados, eles perdem parte de seus parâmetros. Como consequência, temos milhões de pessoas, de crianças a adultos, que podem se sentir, de certa forma, incompletos sem esse pedaço de sua história. Superar esta lacuna, raramente é um processo simples. Como um toque de sensibilidade num projeto com implicações tão extensas, Chagas acerta em optar por uma abordagem humanizada para demonstrar a importância da questão. Este livro é um retrato de nossa sociedade. Mesmo que a experiência de cada um diferente, ainda é possível se identificar nesta obra que é, ao mesmo tempo, técnica e pessoal. Afinal, a autora se inspirou na própria história de busca pela verdade para produzir este trabalho. Os direitos de reconhecimento da paternidade Como uma monografia de Direito, a solução jurídica para este problema é o principal ponto do livro. Como reduzir os índices alarmantes de brasileiros sem filiação paterna? O que fazer para auxiliar jovens na busca por suas identidades? A pesquisa de Chagas traz esses e outros questionamentos. Para isso, a autora e bacharel em Direito analisa desde os princípios da Constituição Federal até as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Um quesito de extrema relevância para esta discussão é a Lei de Investigação de Paternidade n. 8.560/1992. Há mais de 20 anos ela confere à mãe a obrigação de declarar a identidade do pai. No entanto, a simples incumbência de uma lei não necessariamente é o bastante, principalmente considerando variáveis como a recusa do reconhecimento por parte do próprio pai. Assim, a eficácia das medidas para garantir este dever e como melhorá-las são assuntos que Chagas discute e defende firmemente. Mesmo usando uma linguagem séria e técnica, como é pertinente para este assunto, o livro ainda possui leveza o suficiente e interessados de qualquer área podem apreciar suas discussões. É uma obra rica sobre um assunto complexo e ainda pouco discutido, que certamente vale a leitura. Sobre a autora Tatiana Chagas é bacharel em Direito pela Faculdade Barros Melo (AESO). É pós-graduanda em Direito Civil e Processo Civil pela UNINTER e em Perícia Criminal e Ciências Forenses pela IPOG. “Identidade Paterna Sonegada x Direito a Filiação: Responsabilidade da mãe declarante” é seu primeiro livro, resultado de seu trabalho de conclusão de curso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="900" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3914.jpg" alt="" class="wp-image-7087" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3914.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3914-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></figure>



<p>O número de lares brasileiros sem a presença da figura paterna é uma realidade que merece ser sempre debatida. Afinal, é uma situação que não ocorre apenas por perdas trágicas, mas principalmente, por um abandono desde o começo da vida.</p>



<p>Visando debater este assunto sobre perspectivas jurídicas e sociais, a Paco Editorial lançou o livro “Identidade Paterna Sonegada x Direito a Filiação: Responsabilidade da mãe declarante”, de Tatiana Chagas.</p>



<p>Segundo o censo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mais de 5 milhões de crianças brasileiras não possuem o nome do pai na certidão de nascimento. Essa realidade, no entanto, vai muito além dos números.</p>



<p>Cada um desses jovens é impactado pela falta de identificação paterna durante seu crescimento. Desta maneira, o direito a filiação é mais do que um benefício, e sim, um direito humano fundamental. Este é apenas uma das vertentes que Tatiana Chagas aborda em sua obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os impactos sociais e psicológicos da sonegação da identidade paterna</h2>



<p>Por mais que as famílias lideradas por mães solo tenham tanta legitimidade quanto as demais, o espaço em branco no documento pode trazer questionamentos existenciais. Jovens buscam entender quem são e, para isso, comumente utilizam de referências genéticas neste processo. Mas, sem ter acesso à informação sobre um desses lados, eles perdem parte de seus parâmetros.</p>



<p>Como consequência, temos milhões de pessoas, de crianças a adultos, que podem se sentir, de certa forma, incompletos sem esse pedaço de sua história. Superar esta lacuna, raramente é um processo simples. Como um toque de sensibilidade num projeto com implicações tão extensas, Chagas acerta em optar por uma abordagem humanizada para demonstrar a importância da questão.</p>



<p>Este livro é um retrato de nossa sociedade. Mesmo que a experiência de cada um diferente, ainda é possível se identificar nesta obra que é, ao mesmo tempo, técnica e pessoal. Afinal, a autora se inspirou na própria história de busca pela verdade para produzir este trabalho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os direitos de reconhecimento da paternidade</h2>



<p>Como uma monografia de Direito, a solução jurídica para este problema é o principal ponto do livro. Como reduzir os índices alarmantes de brasileiros sem filiação paterna? O que fazer para auxiliar jovens na busca por suas identidades? A pesquisa de Chagas traz esses e outros questionamentos.</p>



<p>Para isso, a autora e bacharel em Direito analisa desde os princípios da Constituição Federal até as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Um quesito de extrema relevância para esta discussão é a Lei de Investigação de Paternidade n. 8.560/1992. Há mais de 20 anos ela confere à mãe a obrigação de declarar a identidade do pai.</p>



<p>No entanto, a simples incumbência de uma lei não necessariamente é o bastante, principalmente considerando variáveis como a recusa do reconhecimento por parte do próprio pai. Assim, a eficácia das medidas para garantir este dever e como melhorá-las são assuntos que Chagas discute e defende firmemente.</p>



<p>Mesmo usando uma linguagem séria e técnica, como é pertinente para este assunto, o livro ainda possui leveza o suficiente e interessados de qualquer área podem apreciar suas discussões. É uma obra rica sobre um assunto complexo e ainda pouco discutido, que certamente vale a leitura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a autora</h2>



<p>Tatiana Chagas é bacharel em Direito pela Faculdade Barros Melo (AESO). É pós-graduanda em Direito Civil e Processo Civil pela UNINTER e em Perícia Criminal e Ciências Forenses pela IPOG. “Identidade Paterna Sonegada x Direito a Filiação: Responsabilidade da mãe declarante” é seu primeiro livro, resultado de seu trabalho de conclusão de curso.</p>
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		<title>A Filosofia como Cura da Alma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 12:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro “A Filosofia Como Cura da Alma – A Formação Ética Como Terapia na Atividade Filosófica Antiga”, de José Davi Passos, é uma obra recém-lançada pela editora Paco Editorial, a qual aborda a relação entre os saberes filosóficos na Antiguidade e a cura interior do ser humano. Sobre o livro “A Filosofia Como Cura da Alma – A Formação Ética Como Terapia na Atividade Filosófica Antiga” é um livro que apresenta a filosofia como um método terapêutico que tem sido utilizado pelos gregos desde a Antiguidade. Nesse sentido, o autor faz questão de frisar que naquela época, os filósofos já eram considerados verdadeiros curadores espirituais – ou “médicos de almas”, como dizia Sócrates – e que a ideia de “terapia da alma” estava intimamente ligada à tradição poética dos gregos, onde se misturavam a proposta de pacificação da alma às contradições, atribulações e tragédias ligadas ao sofrimento e à morte. Não é à toa que a filosofia, assim como os mitos gregos, era adotada pelos médicos hipocráticos, os quais se valiam dos conceitos, categorias e métodos racionais filosóficos como ferramentas úteis à investigação e à aplicação da arte da cura. O autor também nos mostra como a medicina hipocrática abraça, de forma metódica e sistemática, a ideia de buscar explicações racionais para os fenômenos naturais. Desse modo, os médicos antigos puderam construir métodos de diagnoses, procedimentos terapêuticos e prognósticos com base em princípios e bases racionais. Nas 428 páginas que compõem o livro e no próprio título dado à obra, José Davi Passos defende a filosofia como uma ciência que permite ao ser humano alcançar a cura interior. Esta, por sua vez, é capaz de elevar o indivíduo à condição de sábio, tornando-o, dentre outras coisas, forte, corajoso, justo, amoroso, perspicaz, solidário e feliz. O livro é dividido nos seguintes capítulos: 1. A terapia da alma na tradição pré-filosófica; 2. A medicina grega como cura da alma; 3. A formação filosófica como terapia; 4. A filosofia socrática como cura; 5. Platão e a educação da alma; 6. Aristóteles e a educação como terapia; 7. A educação filosófica helenística; 8. A terapia educacional assumida; e 9. A educação filosófica como cura da alma. O volume já está disponível nas livrarias de todo o país e podem ser adquiridos também pela internet, sendo recomendado para professores, pesquisadores, alunos e todos os interessados no tema. Sobre o autor José Davi Passos é Doutor em Filosofia com foco na Grécia Antiga (incompleto), Mestre em Filosofia pela PUC/SP, além de ser graduado em Filosofia pelo Seminário Arquidiocesano de Pouso Alegre – Minas Gerais e pela FAI/SP. O autor do livro “A Filosofia Como Cura da Alma” também atua como pesquisador e professor de filosofia na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. Publicou dois livros relacionados à Filosofia Grega, um sobre o Antigo Oriente e artigos e capítulos de livros. Passos tem se dedicado a pesquisas e produção escrita como instrumento pedagógico, acreditando que uma obra, ainda que seja lida por um único leitor, já é capaz de atingir seu objetivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O
livro “A Filosofia Como Cura da Alma – A Formação Ética Como Terapia na
Atividade Filosófica Antiga”, de José Davi Passos, é uma obra recém-lançada
pela editora Paco Editorial, a qual aborda a relação entre os saberes
filosóficos na Antiguidade e a cura interior do ser humano.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre o livro</h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4502.jpg" alt="" class="wp-image-6586" width="273" height="410" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4502.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4502-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></figure></div>



<p>“A Filosofia Como Cura
da Alma – A Formação Ética Como Terapia na Atividade Filosófica Antiga” é um
livro que apresenta a filosofia como um método terapêutico que tem sido utilizado
pelos gregos desde a Antiguidade.</p>



<p>Nesse sentido, o autor
faz questão de frisar que naquela época, os filósofos já eram considerados
verdadeiros curadores espirituais – ou “médicos de almas”, como dizia Sócrates
– e que a ideia de “terapia da alma” estava intimamente ligada à tradição
poética dos gregos, onde se misturavam a proposta de pacificação da alma às
contradições, atribulações e tragédias ligadas ao sofrimento e à morte.</p>



<p>Não é à toa que a
filosofia, assim como os mitos gregos, era adotada pelos médicos hipocráticos,
os quais se valiam dos conceitos, categorias e métodos racionais filosóficos
como ferramentas úteis à investigação e à aplicação da arte da cura.</p>



<p>O autor também nos
mostra como a medicina hipocrática abraça, de forma metódica e sistemática, a
ideia de buscar explicações racionais para os fenômenos naturais. Desse modo,
os médicos antigos puderam construir métodos de diagnoses, procedimentos
terapêuticos e prognósticos com base em princípios e bases racionais.</p>



<p>Nas 428 páginas que compõem
o livro e no próprio título dado à obra, José Davi Passos defende a filosofia
como uma ciência que permite ao ser humano alcançar a cura interior. Esta, por
sua vez, é capaz de elevar o indivíduo à condição de sábio, tornando-o, dentre
outras coisas, forte, corajoso, justo, amoroso, perspicaz, solidário e feliz.</p>



<p>O livro é dividido nos
seguintes capítulos: 1. A terapia da alma na tradição pré-filosófica; 2. A
medicina grega como cura da alma; 3. A formação filosófica como terapia; 4. A
filosofia socrática como cura; 5. Platão e a educação da alma; 6. Aristóteles e
a educação como terapia; 7. A educação filosófica helenística; 8. A terapia
educacional assumida; e 9. A educação filosófica como cura da alma.</p>



<p>O volume já está
disponível nas livrarias de todo o país e podem ser adquiridos também pela
internet, sendo recomendado para professores, pesquisadores, alunos e todos os
interessados no tema.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre o autor</h4>



<p>José Davi Passos é
Doutor em Filosofia com foco na Grécia Antiga (incompleto), Mestre em Filosofia
pela PUC/SP, além de ser graduado em Filosofia pelo Seminário Arquidiocesano de
Pouso Alegre – Minas Gerais e pela FAI/SP.</p>



<p>O autor do livro “A
Filosofia Como Cura da Alma” também atua como pesquisador e professor de
filosofia na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. Publicou dois
livros relacionados à Filosofia Grega, um sobre o Antigo Oriente e artigos e
capítulos de livros.</p>



<p>Passos tem se dedicado
a pesquisas e produção escrita como instrumento pedagógico, acreditando que uma
obra, ainda que seja lida por um único leitor, já é capaz de atingir seu
objetivo.</p>
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		<item>
		<title>O Problema do Populismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2019 13:53:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[Identidade, polarização, mobilização, poder e autoritarismo. Esses temas das Ciências Sociais são abordados de vários pontos de vista no livro “O Problema do Populismo”. A obra é resultado de uma conferência conjunta apresentada na Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2018, por Jeremiah Morelock e Felipe Ziotti Narita. Os autores auxiliam a compreender e analisar as características principais e a natureza do populismo autoritário. O conceito mostra-se como uma representação verdadeira ao povo, contra a ideologia do bloco dominante. É influenciado também pelo autoritarismo, expresso por meio do discurso de partidos radicais de direita e por líderes pelo mundo. O tema, às vezes, sugere um tipo de insulto, significando alguma forma de reação e em algumas ocasiões é utilizado em registro positivo. A obra, então, discute os problemas desta representação nas democracias liberais contemporâneas. O assunto voltou a ganhar destaque após a vitória do Presidente Jair Bolsonaro no Brasil, nas eleições de 2018, com o cenário de quebra de ciclos políticos, giros ideológicos e a recomposição dos partidos. O material traz a reflexão de que a vitória não tenha sido o triunfo eleitoral do populismo de direita ou de extrema direita, mas o retorno do conservadorismo na dinâmica política institucional e na representação social. Análise aprofundada do tema A obra analisa os detalhes sobre como as fronteiras entre os partidos da direita radical e da extrema-direita têm se tornado cada vez mais esfumaçada ao longo dos anos. A ascensão do populismo de esquerda, liderado por nomes como Hugo Chávez, Evo Morales e os Kirchner. Por outro lado, como é a atuação de partidos radicais e de extrema direita que concentram boa parte da classe popular a seu lado. Como isso, afeta o nacionalismo tóxico que ataca minorias, como os esquerdistas, os refugiados, os imigrantes e LGBTQs. O intuito não é fazer referência direta às manifestações populistas de esquerda, mas aos populismos da direita nacionalista e xenófoba, além da diferença essencial entre cada tipo de populismo. São levantados questionamentos, como: Qual a “dialética do populismo”? Quais as diferentes origens da prática política? Até que ponto o populismo ameaça as democracias liberais? A obra pretende, por meio da combinação da teoria crítica com a análise do discurso, ser útil para o entendimento dos diferentes populismos que emergem pelo mundo. Outro objetivo é oferecer soluções para uma sociedade melhor e mais democrática. Sobre os autores Jeremiah Morelock é sociólogo do Boston College (EUA), diretor da Critical Theory Research Network e pesquisador associado do Comitê de Comunicação de Mídia da Seção de Comunicação, Tecnologias da Informação e Sociologia da Mídia da American Sociological Association (ASA). Editor do volume “Critical Theory and Authoritarian Populism” pela University of Westminster Press, 2018. Felipe Ziotti Narita possui Pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e doutorado na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Pesquisador associado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Historiar (CNPq) e do Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Infância, Juventude e Educação da USP. Editor do grupo polonês de ciências sociais “Theoretical Practice”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5021.jpg" alt="" class="wp-image-6561" width="281" height="422" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5021.jpg 600w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/5021-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 281px) 100vw, 281px" /></figure></div>



<p>Identidade,
polarização, mobilização, poder e autoritarismo. Esses temas das Ciências
Sociais são abordados de vários pontos de vista no livro “O Problema do
Populismo”. A obra é resultado de uma conferência conjunta apresentada na
Universidade Estadual Paulista (Unesp) em 2018, por Jeremiah Morelock e Felipe
Ziotti Narita. Os autores auxiliam a compreender e analisar as características
principais e a natureza do populismo autoritário.</p>



<p>O conceito mostra-se
como uma representação verdadeira ao povo, contra a ideologia do bloco
dominante. É influenciado também pelo autoritarismo, expresso por meio do
discurso de partidos radicais de direita e por líderes pelo mundo. O tema, às
vezes, sugere um tipo de insulto, significando alguma forma de reação e em
algumas ocasiões é utilizado em registro positivo. A obra, então, discute os
problemas desta representação nas democracias liberais contemporâneas.</p>



<p>O assunto voltou a
ganhar destaque após a vitória do Presidente Jair Bolsonaro no Brasil, nas
eleições de 2018, com o cenário de quebra de ciclos políticos, giros
ideológicos e a recomposição dos partidos. O material traz a reflexão de que a
vitória não tenha sido o triunfo eleitoral do populismo de direita ou de
extrema direita, mas o retorno do conservadorismo na dinâmica política
institucional e na representação social.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Análise aprofundada do
tema</h4>



<p>A obra analisa os
detalhes sobre como as fronteiras entre os partidos da direita radical e da
extrema-direita têm se tornado cada vez mais esfumaçada ao longo dos anos. A
ascensão do populismo de esquerda, liderado por nomes como Hugo Chávez, Evo
Morales e os Kirchner. Por outro lado, como é a atuação de partidos radicais e
de extrema direita que concentram boa parte da classe popular a seu lado. Como
isso, afeta o nacionalismo tóxico que ataca minorias, como os esquerdistas, os
refugiados, os imigrantes e LGBTQs.</p>



<p>O intuito não é fazer
referência direta às manifestações populistas de esquerda, mas aos populismos
da direita nacionalista e xenófoba, além da diferença essencial entre cada tipo
de populismo. São levantados questionamentos, como: Qual a “dialética do
populismo”? Quais as diferentes origens da prática política? Até que ponto o
populismo ameaça as democracias liberais?</p>



<p>A obra pretende, por
meio da combinação da teoria crítica com a análise do discurso, ser útil para o
entendimento dos diferentes populismos que emergem pelo mundo. Outro objetivo é
oferecer soluções para uma sociedade melhor e mais democrática.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sobre os autores</h4>



<p>Jeremiah Morelock é
sociólogo do Boston College (EUA), diretor da Critical Theory Research Network
e pesquisador associado do Comitê de Comunicação de Mídia da Seção de
Comunicação, Tecnologias da Informação e Sociologia da Mídia da American
Sociological Association (ASA). Editor do volume “Critical Theory and
Authoritarian Populism” pela University of Westminster Press, 2018.</p>



<p>Felipe Ziotti Narita
possui Pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e doutorado na
Universidade Estadual Paulista (Unesp). Pesquisador associado da Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Historiar (CNPq) e do
Laboratório de Estudos e Pesquisas sobre Infância, Juventude e Educação da USP.
Editor do grupo polonês de ciências sociais “Theoretical Practice”.</p>
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		<title>Capital e Trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 14:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[O livro “Capital e Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável”, de Mozart Nino, aborda como o capital pode ser uma saída para a desigualdade socioeconômica que assola o mundo em que vivemos. O volume é um lançamento da editora Paco Editorial e está disponível nas livrarias e na internet. Sobre o livro Um dos temas que mais preocupam as empresas é o desenvolvimento, o qual as leva a realizar uma série de ações ditas estratégicas e sustentáveis. Dessa forma, se apresentam à sociedade como organizações realmente compromissadas com a questão ambiental e o progresso socioeconômico. No entanto, em nenhuma época da história a humanidade conseguiu superar as privações e limitações da desigualdade socioeconômica, como a fome, a pobreza e a miséria extrema. Pelo contrário, parece que o problema foi ampliado ao longo do tempo. No livro “Capital e Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável”, Mozart Nino busca respostas a uma pergunta importante: as empresas devem incluir em sua estratégia a ideia de contribuir para um desenvolvimento socioeconômico sustentável com foco na redução da pobreza e desigualdade, seja entre os seres humanos ou entre os espaços físico-geográficos? A partir daí o autor apresenta um estudo no qual afirma que o capital aprimora, enriquece e aumenta a produtividade do trabalho. Além disso, sustenta que só é possível alcançar tais objetivos socioeconômicos quando a organização inclui em sua visão, missão e estratégias ações e iniciativas que estimulem geração de negócios, emprego, trabalho e renda. O livro, que possui 292 páginas, é dividido em quatro partes: Poder e responsabilidade: apenas a livre iniciativa, o lucro, a propriedade privada, a responsabilidade individual e a isonomia perante as leis, todos associados à liberdade e à disponibilidade para empreender, ganhar, perder ou enfrentar riscos, poderão resgatar a sociedade de seu milenar processo gerador de desigualdades e injustiças socioeconômicas tão extremas; Desigualdade socioeconômica: fenômeno social deplorável e destrutivo para toda a sociedade, cuja superação não depende de ações de estados e governos, como o assistencialismo, o qual apenas atenua situações extremas, preservando a desigualdade pela manutenção das populações na pobreza e servidão; Desenvolvimento socioeconômico: o desenvolvimento socioeconômico pode ser alcançado com base na proposta de uma sociedade da confiança, onde as ações humanas visam cooperação e ajuda mútua, com divisão de trabalho e combinação de esforços, os quais fazem do ser humano um animal social; Capital e trabalho: o desenvolvimento socioeconômico somente se dará pelo estímulo e geração de negócios, trabalho, emprego e renda para a sociedade como um todo. Dito isso, as empresas precisam incorporar a ideia de que a dinâmica da transformação social passa pela capacidade de organização local e apropriação do processo por seus atores sociais. Sobre o autor Mozart Florencio de Siqueira Nino é Doutor em Ciências Sociais – Estado e sistemas sociopolíticos (2016) – e Mestre em Administração – Organizações e sociedade (2008) – pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Também possui Mestrado em Engenharia Industrial – Economia e finanças (1973) – pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, e Bacharelado em Engenharia Civil – Projeto e cálculo estrutural (1971) – pela Universidade Federal de Pernambuco. Mozart Nino possui experiência profissional como CFO, VP e gestor em empresas, joint-ventures e startups, tendo atuado em diversos segmentos, como tecnologia de informação, estratégia corporativa, leasing e telecomunicações, planejamento de negócios, operações, tesouraria e controladoria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O
livro “Capital e Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico
Sustentável”, de Mozart Nino, aborda como o capital pode ser uma saída para a
desigualdade socioeconômica que assola o mundo em que vivemos.</p>



<p>O volume é um
lançamento da editora Paco Editorial e está disponível nas livrarias e na
internet.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o livro</strong></h4>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4799.jpg" alt="" class="wp-image-6533" width="242" height="363" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4799.jpg 666w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/08/4799-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 242px) 100vw, 242px" /></figure></div>



<p>Um dos temas que mais
preocupam as empresas é o desenvolvimento, o qual as leva a realizar uma série
de ações ditas estratégicas e sustentáveis. Dessa forma, se apresentam à
sociedade como organizações realmente compromissadas com a questão ambiental e
o progresso socioeconômico.</p>



<p>No entanto, em nenhuma
época da história a humanidade conseguiu superar as privações e limitações da
desigualdade socioeconômica, como a fome, a pobreza e a miséria extrema. Pelo
contrário, parece que o problema foi ampliado ao longo do tempo.</p>



<p>No livro “Capital e
Trabalho – A Dimensão Humana do Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável”,
Mozart Nino busca respostas a uma pergunta importante: as empresas devem
incluir em sua estratégia a ideia de contribuir para um desenvolvimento
socioeconômico sustentável com foco na redução da pobreza e desigualdade, seja
entre os seres humanos ou entre os espaços físico-geográficos?</p>



<p>A partir daí o autor
apresenta um estudo no qual afirma que o capital aprimora, enriquece e aumenta
a produtividade do trabalho. Além disso, sustenta que só é possível alcançar
tais objetivos socioeconômicos quando a organização inclui em sua visão, missão
e estratégias ações e iniciativas que estimulem geração de negócios, emprego,
trabalho e renda.</p>



<p>O livro, que possui 292
páginas, é dividido em quatro partes:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Poder e responsabilidade: apenas a livre iniciativa, o lucro, a propriedade privada, a responsabilidade individual e a isonomia perante as leis, todos associados à liberdade e à disponibilidade para empreender, ganhar, perder ou enfrentar riscos, poderão resgatar a sociedade de seu milenar processo gerador de desigualdades e injustiças socioeconômicas tão extremas;</li><li>Desigualdade socioeconômica: fenômeno social deplorável e destrutivo para toda a sociedade, cuja superação não depende de ações de estados e governos, como o assistencialismo, o qual apenas atenua situações extremas, preservando a desigualdade pela manutenção das populações na pobreza e servidão;</li><li>Desenvolvimento socioeconômico: o desenvolvimento socioeconômico pode ser alcançado com base na proposta de uma sociedade da confiança, onde as ações humanas visam cooperação e ajuda mútua, com divisão de trabalho e combinação de esforços, os quais fazem do ser humano um animal social;</li><li>Capital e trabalho: o desenvolvimento socioeconômico somente se dará pelo estímulo e geração de negócios, trabalho, emprego e renda para a sociedade como um todo. Dito isso, as empresas precisam incorporar a ideia de que a dinâmica da transformação social passa pela capacidade de organização local e apropriação do processo por seus atores sociais.</li></ol>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sobre o autor</strong></h4>



<p>Mozart Florencio de
Siqueira Nino é Doutor em Ciências Sociais – Estado e sistemas sociopolíticos
(2016) – e Mestre em Administração – Organizações e sociedade (2008) – pela
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.</p>



<p>Também possui Mestrado
em Engenharia Industrial – Economia e finanças (1973) – pela Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro, e Bacharelado em Engenharia Civil – Projeto e
cálculo estrutural (1971) – pela Universidade Federal de Pernambuco.</p>



<p>Mozart Nino possui
experiência profissional como CFO, VP e gestor em empresas, joint-ventures e
startups, tendo atuado em diversos segmentos, como tecnologia de informação,
estratégia corporativa, leasing e telecomunicações, planejamento de negócios,
operações, tesouraria e controladoria.</p>
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