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	<title>Notas &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Notas &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Pleonasmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 14:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem. O Pleonasmo como um vício Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”. O recurso linguístico na Literatura Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase. “Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa “Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque “E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte. O realce ao objeto O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto. “Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan) “A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério). O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes. Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.<br>A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem.<br></p>



<p><strong>O Pleonasmo como um vício</strong><br><br>Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.<br>Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”.</p>



<p><br><strong>O recurso linguístico na Literatura</strong><br><br>Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase.<br><br>“Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira<br><br>“Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa<br><br>“Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque<br><br>“E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes<br><br>Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte.</p>



<p><br><strong>O realce ao objeto</strong><br><br>O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto.<br><br>“Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan)<br><br>“A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério).<br><br>O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes.<br><br>Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Crase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 13:51:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros. A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome. Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir? Crase apenas em palavras femininas: Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos: Substituição de palavras: Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo. Em locuções femininas: De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras. Em determinadas expressões: Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos: Em indicações de horários: Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo: Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos: Por dentro das regras No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros.</p>



<p>A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome.</p>



<p>Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir?</p>



<p><strong>Crase apenas em palavras femininas:</strong></p>



<p>Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os anos eu vou à Europa com a minha família.</li>



<li>Vamos fazer um passeio a cavalo.</li>
</ul>



<p><strong>Substituição de palavras:</strong></p>



<p>Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos à praia no verão.</li>



<li>Vamos ao litoral no verão.</li>
</ul>



<p><strong>Em locuções femininas:</strong></p>



<p>De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Eu estudo à distância.</li>



<li>Ela sempre sai às pressas.</li>
</ul>



<p><strong>Em determinadas expressões:</strong></p>



<p>Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os jogadores querem fazer gols à (moda de) Pelé.</li>



<li>À medida que o tempo passa, a vida fica mais difícil.</li>
</ul>



<p><strong>Em indicações de horários:</strong></p>



<p>Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos sair às 19h em ponto.</li>
</ul>



<p>Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O médico orientou duas horas de descanso.</li>



<li>Os atendimentos vão acontecer após as 14h.</li>
</ul>



<p><strong>Por dentro das regras</strong></p>



<p>No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Hífen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
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		<category><![CDATA[hífen]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Emprego do hífen Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia. Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita. Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen: Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen Ou seja, em locuções formadas por nome + preposição/conjunção/pronome + nome não há mais hífen. Exemplos: Exceções à regra: algumas locuções são escritas com hífen, por serem já consagradas pelo uso. São elas: A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen. Exemplos: Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap"><strong>Emprego do hífen</strong></p>



<p>Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia.</p>



<p>Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita.</p>



<p>Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen:</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen</strong></p>



<p>Ou seja, em locuções formadas por<strong> nome + preposição/conjunção/pronome + nome</strong> não há mais hífen.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dia a dia</li>



<li>fim de semana</li>



<li>mão de obra</li>



<li>pôr do sol</li>



<li>café com leite</li>



<li>lua de mel</li>



<li>cara de pau</li>



<li>mula sem cabeça</li>



<li>sala de jantar</li>



<li>pé de moleque</li>



<li>passo a passo</li>
</ul>



<p><strong>Exceções à regra: </strong>algumas locuções são escritas com hífen, por serem<strong> </strong>já consagradas pelo uso. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>água-de-colônia</li>



<li>arco-da-velha</li>



<li>cor-de-rosa</li>



<li>mais-que-perfeito</li>



<li>pé-de-meia</li>



<li>à queima-roupa</li>



<li>ao deus-dará</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen</strong>.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cana-de-açúcar</li>



<li>bem-te-vi</li>



<li>bem-me-quer</li>



<li>pimenta-do-reino</li>



<li>castanha-do-pará</li>



<li>copo-de-leite</li>



<li>joão-de-barro</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dicas para sua escrita</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/dicas-para-sua-escrita/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dicas-para-sua-escrita</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[este e neste]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[pronomes]]></category>
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					<description><![CDATA[Este e neste: uma questão de ponto de vista A língua portuguesa é riquíssima e cheia de palavras belíssimas, que parecem terem sido materializadas dos nossos sentimentos. Um prato cheio para os poetas, que conseguem fazer da língua uma dança de significados, com um sabor único, como um chef de cozinha, na criação do seu prato. A língua é fluida e viva, e por isso está sempre em constante mudança, mas algumas regrinhas que aprendemos na escola nos acompanham pelo resto da vida e contribuem para que tenhamos uma comunicação mais assertiva. Um exemplo disso é o uso dos pronomes demonstrativos esse e este e suas variações. É uma confusão que muita gente faz, porque, lá atrás nas aulas de português, não entendeu muito bem o conceito e a forma correta de usar. Se esse é o seu caso, não precisa se preocupar, vamos explicar tudo por aqui. Pronomes demonstrativos: Os pronomes demonstrativos servem para determinar a posição espacial de algo ou alguém, em relação ao comunicador e interlocutor, ou até no diálogo. Eles podem se apresentar em formas que variam de acordo com gênero e número, e não variáveis. Quando os pronomes têm o objetivo de marcar uma posição espacial de algo ou alguém, se dividem em três pessoas: primeira, segunda e terceira. Primeira pessoa: Na primeira pessoa temos, os pronomes este, estes, esta, estas e isto. Eles indicam algo ou alguém que está próximo do emissor da mensagem. Quando se diz, por exemplo: “este brinquedo aqui na minha mão é do meu cachorro”, ou “isto aqui é meu”. Segunda pessoa: Fazem parte da segunda pessoa os pronomes esse, esses, essa, essas e isso. Eles indicam algo ou alguém que está próximo ao receptor da mensagem. Alguns exemplos: “esse menino ao seu lado é meu irmão”, ou “esse anel na sua mão é lindo”. Terceira pessoa: A terceira pessoa não deixa dúvidas, se trata de algo ou alguém que está distante tanto de quem fala, como de quem recebe a mensagem. Por exemplo: “aquela menina ali é nossa prima”, ou “aquele livro em cima da estante é seu”. Os pronomes demonstrativos também servem para marcar posição no tempo: Este e neste: O pronome&#160;este&#160;é utilizado para se referir a algo que já foi dito a pouquíssimo tempo, que está acontecendo imediatamente ou que irá acontecer nos próximos instantes. Como por exemplo: “neste instante ele vai nos atender”, ou “este é o momento mais feliz da minha vida”. O este também pode ser usado para fazer referência a algo que será dito logo em seguida, por exemplo: “o que eu te desejo é isto, muito amor”. Nesse e esse: O pronome esse se refere a algo que aconteceu em um tempo passado. Por exemplo: “arranjei um emprego no início do ano, nesse mesmo período comprei um carro”. O pronome também indica algo que já foi dito na mensagem, como no exemplo: “que bom que você está feliz, isso é muito importante para mim”. Aquele: Quando o pronome&#160;aquele&#160;é usado, serve para se referir a um tempo muito anterior ao tempo da fala. Um exemplo claro para podermos entender é: “aquele período da escravidão foi muito doloroso”. Agora que você leu este texto, percebeu que usamos muito mais os pronomes demonstrativos do que imaginamos? Esses pronomes são fundamentais para enriquecer a escrita, evitar repetir algumas palavras e produzir uma comunicação mais assertiva. Sempre que tiver dúvidas, volte aqui e relembre as regrinhas&#160;dessa&#160;língua tão maravilhosa que é a portuguesa. Os pronomes demonstrativos estão em nosso dia a dia e não foi por acaso que&#160;este&#160;último parágrafo está repleto deles!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Este e neste: uma questão de ponto de vista</strong></h2>



<p class="has-drop-cap">A língua portuguesa é riquíssima e cheia de palavras belíssimas, que parecem terem sido materializadas dos nossos sentimentos. Um prato cheio para os poetas, que conseguem fazer da língua uma dança de significados, com um sabor único, como um chef de cozinha, na criação do seu prato.</p>



<p>A língua é fluida e viva, e por isso está sempre em constante mudança, mas algumas regrinhas que aprendemos na escola nos acompanham pelo resto da vida e contribuem para que tenhamos uma comunicação mais assertiva.</p>



<p>Um exemplo disso é o uso dos pronomes demonstrativos <strong>esse</strong> e <strong>este</strong> e suas variações.</p>



<p>É uma confusão que muita gente faz, porque, lá atrás nas aulas de português, não entendeu muito bem o conceito e a forma correta de usar. Se esse é o seu caso, não precisa se preocupar, vamos explicar tudo por aqui.</p>



<p><strong>Pronomes demonstrativos</strong>:</p>



<p>Os pronomes demonstrativos servem para determinar a posição espacial de algo ou alguém, em relação ao comunicador e interlocutor, ou até no diálogo.</p>



<p>Eles podem se apresentar em formas que variam de acordo com gênero e número, e não variáveis. Quando os pronomes têm o objetivo de marcar uma posição espacial de algo ou alguém, se dividem em três pessoas: primeira, segunda e terceira.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Primeira pessoa:</strong></li></ul>



<p>Na primeira pessoa temos, os pronomes <strong>este, estes, esta, estas e isto.</strong> Eles indicam algo ou alguém que está próximo do emissor da mensagem. Quando se diz, por exemplo: “este brinquedo aqui na minha mão é do meu cachorro”, ou “isto aqui é meu”.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Segunda pessoa:</strong></li></ul>



<p>Fazem parte da segunda pessoa os pronomes <strong>esse, esses, essa, essas e isso.</strong> Eles indicam algo ou alguém que está próximo ao receptor da mensagem. Alguns exemplos: “esse menino ao seu lado é meu irmão”, ou “esse anel na sua mão é lindo”.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Terceira pessoa:</strong></li></ul>



<p>A terceira pessoa não deixa dúvidas, se trata de algo ou alguém que está distante tanto de quem fala, como de quem recebe a mensagem. Por exemplo: “aquela menina ali é nossa prima”, ou “aquele livro em cima da estante é seu”.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Os pronomes demonstrativos também servem para marcar posição no tempo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Este e neste:</strong></li></ul>



<p>O pronome&nbsp;<strong>este</strong>&nbsp;é utilizado para se referir a algo que já foi dito a pouquíssimo tempo, que está acontecendo imediatamente ou que irá acontecer nos próximos instantes. Como por exemplo: “neste instante ele vai nos atender”, ou “este é o momento mais feliz da minha vida”.</p>



<p>O <strong>este</strong> também pode ser usado para fazer referência a algo que será dito logo em seguida, por exemplo: “o que eu te desejo é isto, muito amor”.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Nesse e esse:</strong></li></ul>



<p>O pronome esse se refere a algo que aconteceu em um tempo passado. Por exemplo: “arranjei um emprego no início do ano, nesse mesmo período comprei um carro”.</p>



<p>O pronome também indica algo que já foi dito na mensagem, como no exemplo: “que bom que você está feliz, isso é muito importante para mim”.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aquele:</strong></li></ul>



<p>Quando o pronome&nbsp;<strong>aquele</strong>&nbsp;é usado, serve para se referir a um tempo muito anterior ao tempo da fala. Um exemplo claro para podermos entender é: “aquele período da escravidão foi muito doloroso”.</p>



<p>Agora que você leu <strong>este</strong> texto, percebeu que usamos muito mais os pronomes demonstrativos do que imaginamos? <strong>Esses</strong> pronomes são fundamentais para enriquecer a escrita, evitar repetir algumas palavras e produzir uma comunicação mais assertiva.</p>



<div style="height:19px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Sempre que tiver dúvidas, volte aqui e relembre as regrinhas&nbsp;<strong>dessa</strong>&nbsp;língua tão maravilhosa que é a portuguesa. Os pronomes demonstrativos estão em nosso dia a dia e não foi por acaso que&nbsp;<strong>este</strong>&nbsp;último parágrafo está repleto deles!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Hífen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 21:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Notas]]></category>
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		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[Emprego do hífen Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia. Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita. Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen: Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen Ou seja, em locuções formadas por nome + preposição/conjunção/pronome + nome não há mais hífen. Exemplos: dia a dia fim de semana mão de obra pôr do sol café com leite lua de mel cara de pau mula sem cabeça sala de jantar pé de moleque passo a passo Exceções à regra: algumas locuções são escritas com hífen, por serem já consagradas pelo uso. São elas: água-de-colônia arco-da-velha cor-de-rosa mais-que-perfeito pé-de-meia à queima-roupa ao deus-dará A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen. Exemplos: cana-de-açúcar bem-te-vi bem-me-quer pimenta-do-reino castanha-do-pará copo-de-leite joão-de-barro Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap"><strong>Emprego do hífen</strong></p>



<p>Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia.</p>



<p>Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita.</p>



<p>Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen:</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen</strong></p>



<p>Ou seja, em locuções formadas por<strong> nome + preposição/conjunção/pronome + nome</strong> não há mais hífen.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>dia a dia</li><li>fim de semana</li><li>mão de obra</li><li>pôr do sol</li><li>café com leite</li><li>lua de mel</li><li>cara de pau</li><li>mula sem cabeça</li><li>sala de jantar</li><li>pé de moleque</li><li>passo a passo</li></ul>



<p><strong>Exceções à regra: </strong>algumas locuções são escritas com hífen, por serem<strong> </strong>já consagradas pelo uso. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>água-de-colônia</li><li>arco-da-velha</li><li>cor-de-rosa</li><li>mais-que-perfeito</li><li>pé-de-meia</li><li>à queima-roupa</li><li>ao deus-dará</li></ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen</strong>.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>cana-de-açúcar</li><li>bem-te-vi</li><li>bem-me-quer</li><li>pimenta-do-reino</li><li>castanha-do-pará</li><li>copo-de-leite</li><li>joão-de-barro</li></ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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