<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Resenhas de Livros &#8211; Paco Editorial</title>
	<atom:link href="https://editorialpaco.com.br/category/conteudos-paco/resenhas-de-livros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<description>Paco Editorial</description>
	<lastBuildDate>Wed, 24 Jan 2024 20:06:45 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2019/01/cropped-marcadagua-2-32x32.png</url>
	<title>Resenhas de Livros &#8211; Paco Editorial</title>
	<link>https://editorialpaco.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Resenha sobre o livro &#8220;Experiência Estética do Humano no Cinema&#8221;</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/resenha-sobre-o-livro-experiencia-estetica-do-humano-no-cinema/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=resenha-sobre-o-livro-experiencia-estetica-do-humano-no-cinema</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/resenha-sobre-o-livro-experiencia-estetica-do-humano-no-cinema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 19:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[experiência estética]]></category>
		<category><![CDATA[humano]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Droguett]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[paco livros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=15580</guid>

					<description><![CDATA[Confira a resenha escrita por João Angelo Fantini sobre o livro "Experiência Estética do Humano no Cinema" organizado pelo autor Juan Droguett e publicado pela Paco Editorial em 2021.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: <strong>João Angelo Fantini</strong></p>



<p>«Todo homem culto é um teólogo»: o alerta de Jorge Luís Borges, replicado na forma de um dos títulos desta coletânea como «Todo homem culto é um cinéfilo», poderia resumir a urgência e a necessidade nestes tempos pandêmicos de cada vez mais nos instruirmos sobre a imposição de entender mais e melhor as imagens e sons que nos rodeiam.</p>



<p>Talvez, como em nenhuma outra época, ao menos com tamanha incidência, todos estamos de uma forma ou de outra ilhados, tendo que nos comunicar com o mundo através de fotos, textos, sons, músicas na tentativa de romper com aquilo que para o humano representa sua maior tortura, a solidão.</p>



<p>Neste livro, especialistas nas discussões sobre o cinema nos ajudam nessa empreitada, ao discutir de forma intensa e elegante como, ao aprender mais sobre cinema, nossa percepção do mundo e do humano podem alargar a janela por onde espiamos a vida dos outros para comparar com nossas próprias vidas.</p>



<p>O cinema, para além dele mesmo, é uma arte que nos ensina a olhar outras artes e mídias na medida em que é fonte de inúmeras outras formas de expressão que vão da educação ao entretenimento. Forjado ao longo de mais de um século ele foi capaz de criar códigos de representação da realidade que se tornaram invisíveis para o espectador médio, mas que são, ao mesmo tempo, uma forma de ideologia (no sentido mais nobre do conceito), na medida em que nos mostra através dos enquadramentos aquilo que nos é dado a ver.</p>



<p>Os textos e autores, criteriosamente escolhidos por Juan Droguett, vão desde novos pesquisadores até àqueles conhecidos internacionalmente no campo da estética cinematográfica. Certamente esse conjunto de trabalhos apoiará de leitores iniciantes aos cinéfilos, aprofundando a percepção tão vital neste momento histórico de ler, como imagens e sons, modulam nosso imaginário e, por consequência, nosso modo de entender questões que estão profundamente enraizadas na nossa forma de viver a política, a religião, a intolerância, o amor, a sexualidade.</p>



<p>Como obra, o livro aborda todas as questões acima de diversas perspectivas, servindo de guia a uma maior e melhor fruição estética da arte cinematográfica que, ao fim de tudo, nos lembra de que no reino da guerra de narrativas que vivemos é preciso estar atentos e, sabiamente, fortes para escapar das armadilhas midiáticas montadas diariamente à nossa frente. Para além do desejo, só a Arte nos salvará.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/resenha-sobre-o-livro-experiencia-estetica-do-humano-no-cinema/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como dar vida à História?</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/como-dar-vida-a-historia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=como-dar-vida-a-historia</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/como-dar-vida-a-historia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 16:54:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Criciúma]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livros academicos]]></category>
		<category><![CDATA[minas]]></category>
		<category><![CDATA[minasdecarvão]]></category>
		<category><![CDATA[mineiros]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[SantaCatarina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=14659</guid>

					<description><![CDATA[Confira a resenha "Como dar vida à História?" que mostra como o livro "Das Minas de Carvão para a Justiça: as lutas dos mineiros acidentados de Criciúma/SC", escrito por Bruno Mandelli e publicado pela Paco Editorial, vem se destacando entre outras publicações. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: Bruno Mandelli &#8211; Professor de História e Doutorando pela UFRGS.&nbsp;</p>



<p>Esse questionamento, que acompanha boa parte da&nbsp;<em>intelligentsia</em>&nbsp;desde a Antiguidade, tem desafiado cada vez mais os historiadores. Afinal de contas, as pessoas querem conhecer as pessoas de “carne e sangue” da história, não números e problemas abstratos, longe de seu cotidiano.&nbsp;</p>



<p>Em&nbsp;<strong>Das Minas de Carvão para a Justiça: as lutas dos mineiros acidentados de Criciúma/SC</strong>, Bruno Mandelli penetra no fundo da história de homens e mulheres que dedicaram suas vidas ao trabalho na mineração. Recuperando quase quinhentos processos da Justiça que estavam esquecidos como “papéis velhos”, o autor reconstrói como era a vida dessas pessoas que dependiam da mina de carvão para sua sobrevivência.</p>



<p>São histórias de acidentes de trabalho, que causaram muita dor, mas que também levaram os trabalhadores à Justiça, em busca de reparação pelo dano irreparável da saúde. Os operários e as operárias ingressavam com ações indenizatórias, exigindo que as empresas cumprissem com suas obrigações legais, pois, desde 1919, o acidente de trabalho era considerado um fato decorrente da atividade laboral, portanto, cabia ao empregador reparar o dano físico sofrido por seu empregado.</p>



<p>Descobrimos o trabalho infantil nas minas, o drama das mulheres “escolhedeiras” (consideradas trabalhadoras de segunda classe, embora submetidas às mesmas condições precárias que os homens e acumulando ainda as tarefas domésticas), a tragédia dos mineiros idosos, as condições de trabalho e a disputa pelas indenizações. Através da narrativa, conhecemos a história de famílias e vidas tragadas pela exploração do “ouro negro” que, em contrapartida, tantas fortunas gerou entre as empresas mineradoras e seus proprietários.</p>



<p>Das Minas de Carvão para a Justiça foi pauta de diversas entrevistas em rádios e jornais, que entrevistaram o autor sobre sua obra:</p>



<p><a href="https://www.am570.com.br/noticia.php?id=9339" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rádio Eldorado | Livro analisa acidentes de trabalho nas minas de Criciúma (am570.com.br)</a></p>



<p><a href="https://radiomarconi.net/2020/09/22/livro-conta-historia-de-mineiros-acidentados-em-criciuma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Livro conta história de mineiros acidentados em Criciúma | Rádio Fundação Marconi &#8211; FM 99.9 MHZ (radiomarconi.net)</a></p>



<p><a href="https://historiapublica.sites.ufsc.br/historia-da-mineracao-em-criciuma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">História da Mineração em Criciúma – Portal História Pública (ufsc.br)</a></p>



<p><a href="http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/tragedia-de-santana-completa-36-anos-livro-trara-relatos-de-sobreviventes-e-familiares-das-vitimas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tragédia de Santana completa 36 anos; livro trará relatos de sobreviventes e familiares das vítimas (engeplus.com.br)</a></p>



<p>Além disso, o livro chegou no ranking da Amazon em 12º lugar em obras relacionadas a trabalho e direito:&nbsp;<a href="https://www.amazon.com.br/Das-Minas-Carv%C3%A3o-Para-Justi%C3%A7a/dp/6586476534/ref=tmm_pap_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=&amp;sr=">Das Minas de Carvão Para a Justiça: as Lutas dos Mineiros Acidentados de Criciúma/SC | Amazon.com.br</a></p>



<p>Sem dúvida alguma, vale a pena conhecer essa importante história dos mineiros e das escolhedeiras de carvão de Santa Catarina que nunca desistiram de lutar.</p>



<p></p>



<p>.</p>



<p style="font-size:18px"><strong>Sobre o Livro</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2696-Capa-3D_4-1-779x1024.jpg" alt="Livro: &quot;Das Minas de Carvão para a Justiça: as lutas dos mineiros acidentados de Criciúma/SC&quot;" class="wp-image-14663 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2696-Capa-3D_4-1-779x1024.jpg 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2696-Capa-3D_4-1-228x300.jpg 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2696-Capa-3D_4-1-768x1009.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2696-Capa-3D_4-1.jpg 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size">Em “Das minas de carvão para a justiça: as lutas dos mineiros acidentados de Criciúma/SC” são analisados os acidentes de trabalho, ocorridos de 1943 a 1950, na atividade de mineração no município de Criciúma, em Santa Catarina. Esse período corresponde ao contexto da implementação da legislação trabalhista no Brasil, época em que a mineração de carvão era uma indústria extrativa em franca expansão que contava com cerca de 10 mil trabalhadores. Foram estudados processos por meio dos quais foram problematizados os acidentes e como os trabalhadores acidentados precisaram entrar na Justiça para garantirem seus direitos regulados pela Lei de Acidentes de Trabalho, em vigor no país desde 1919, mas que era constantemente burlada pelas empresas.</p>
</div></div>



<p></p>



<p>.</p>



<p style="font-size:18px"><strong>Sobre o autor</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 28%"><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size"><strong>Bruno Mandelli: </strong>Doutorando em História pela UFRGS. Mestre, bacharel e licenciado em História pela UFSC. Ênfase em pesquisas na área de História Social do Trabalho, especialmente sobre os trabalhadores da mineração de carvão no sul do Brasil.</p>
</div><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/foto-para-livro.jpg" alt="" class="wp-image-14665 size-medium"/></figure></div>



<p></p>



<p>.</p>



<p style="font-size:18px"><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu pela nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/das-minas-de-carvao-para-a-justica" target="_blank">Loja Virtual</a> ou pela <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.amazon.com.br/dp/6586476534?ref=myi_title_dp" target="_blank">Amazon</a> !</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/como-dar-vida-a-historia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Considerações sobre a Resenha Crítica do Capítulo: “As virtudes da técnica na educação física” do livro “As Virtudes do Esporte na Escola”</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/consideracoes-sobre-a-resenha-critica-do-capitulo-as-virtudes-da-tecnica-na-educacao-fisica-do-livro-as-virtudes-do-esporte-na-escola/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=consideracoes-sobre-a-resenha-critica-do-capitulo-as-virtudes-da-tecnica-na-educacao-fisica-do-livro-as-virtudes-do-esporte-na-escola</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/consideracoes-sobre-a-resenha-critica-do-capitulo-as-virtudes-da-tecnica-na-educacao-fisica-do-livro-as-virtudes-do-esporte-na-escola/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 20:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Barreto Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Arquivos em Movimento]]></category>
		<category><![CDATA[As Virtudes do Esporte na Escola]]></category>
		<category><![CDATA[esportes]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[resenha critica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=14086</guid>

					<description><![CDATA[O autor Alessandro Barreta Garcia fez algumas considerações sobre a resenha crítica publicada na Revista eletrônica Arquivos em Movimento sobre o Capítulo: “As virtudes da técnica na educação física” do livro “As Virtudes do Esporte na Escola", publicado pela Paco Editorial. 
Confira!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: Alessandro Barreta Garcia</p>



<p class="has-drop-cap">A resenha crítica intitulada pelos autores Narayana Astra&nbsp;van Amstel&nbsp;e Leonardo Girardi Rodriguez como <a href="https://revistas.ufrj.br/index.php/am/article/view/30541" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“As Virtudes do Esporte na Escola – uma apologia da técnica na Educação Física”</a> é na realidade uma resenha do primeiro artigo do livro: “As Virtudes do Esporte na Escola”. No referido artigo, “As virtudes da técnica na educação física”, que como bem revelam os autores, se oferece uma visão destoante, mas não polêmica sobre a técnica pelo fato de apenas conter informações precisas que por vezes podem ser entendidas como arrogantes. Dito isso, quero expressar meu agradecimento pela resenha crítica e respeitosa dos autores que engrandecem o debate acadêmico.</p>



<p>De início os autores fazem uma interpretação equivocada a respeito do entendimento que o capítulo do livro apresenta:&nbsp;<em>“Aqui, Garcia apresenta o conceito de técnica como algo limitado ao ensino na fase inicial de movimentos básicos, negligenciando toda e qualquer variação em seu modelo. As adaptações e inovações podem vir a ocorrer, porém somente após o domínio das técnicas fundamentais”&nbsp;</em>(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 8). Em nenhum momento advogo tal pressuposto e muito menos recuso variações técnicas exceto no momento do ensino quando há um modelo a ser alcançado. Ainda no artigo são ressaltadas citações que se remetem exatamente ao oposto, ou seja, às variações da técnica:&nbsp;<em>“</em><em>Na Educação Física brasileira foi utilizada de forma mais intensa durante os anos de Regime Militar (1964-1985), também conhecido como período tecnicista. Nessa época, a grande valorização do movimento técnico se compunha como variações técnicas cercadas de valores morais e racionais (Manifesto Mundial de Educação Física, 1971; Garcia, 2015)”</em>&nbsp;(Garcia, 2016, p. 11) ou na interpretação do texto de Marcel Mauss:<em>“Segundo as observações do sociólogo Marcel Mauss, as técnicas corporais foram possíveis na medida em que inúmeras civilizações construíram técnicas primitivas e destas foram aperfeiçoando de maneira diferenciada, assim, com tropas marchando de maneira diferente, nadando de maneira diferente, ou seja, possuindo técnicas diferentes de sociedade para sociedade os homens puderam se desenvolver cada vez mais (Mauss, 1974)”&nbsp;</em>(Garcia, 2016, p. 26). Logo, as técnicas passam de uma geração para outra e tornam-se tradição, todavia isso não significa que não existam mudanças. Até porque as modificações podem ocorrer em qualquer fase como pressupõe a citação usada no capítulo:&nbsp;<em>“As técnicas são os “instrumentos” – infinitamente variados e em continua evolução – a utilizar em função de claras intenções educativas e de dados particulares (estados dos indivíduos, condições materiais etc.). (p. 12)”</em>&nbsp;(Garcia, 2016, p. 28).&nbsp;À vista disso, creio que as dúvidas trazidas por Narayana Astra&nbsp;van Amstel&nbsp;e Leonardo Girardi Rodriguez se encerrem quanto a essa questão.</p>



<p>A seguir os autores da resenha comentam a minha fala:&nbsp;<em>“Nessa perspectiva, o autor apresenta a noção de imutabilidade da técnica: por se tratar de uma base, um modelo para o processo de aprendizagem, precisaria ser imutável. Caso seja variável, não haveria uma avaliação adequada; nas palavras do autor, como avaliar algo que hoje é uma coisa e amanhã é outra? (GARCIA, 2016, p. 22)”</em>&nbsp;(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 8). Os autores mencionam a seguinte passagem do texto<em>: “</em><em>Aqui, cabe uma explicação de extrema importância, ao contrário do que grande parte dos críticos professa sobre a imutabilidade da técnica, ela é sim imutável, claro, como modelo ou base para o aprendizado, mas ela é modificada e aperfeiçoada na história. O que não pode ocorrer é uma mudança na técnica durante o processo de aprendizado, pois mudanças frequentes dificultam ou impedem o aprendizado, confundem e eliminam a possibilidade de avaliação”&nbsp;</em>(Garcia, 2016, p. 22). Nesse contexto, refiro-me ao aprendizado de uma técnica a ser avaliada pelo professor, ou seja, se um professor ensina com base em um referencial do tipo “cotovelo acima da linha do ombro” em um arremesso do handebol, significa que ele vai cobrar isso conforme seu ensino, o que não constitui como é dito no livro que ela não possa mudar como se constata a seguir:&nbsp;<em>“Dessa forma, há uma imutabilidade e uma mutabilidade na técnica. Ela deve evoluir. Cada momento histórico é que vai determinar como ela vai se configurar. Assim, uma tradição se transforma em outra e assim sucessivamente.”&nbsp;</em>(Garcia, 2016, p. 23).</p>



<p>Na página 8, os autores da crítica levantam a seguinte questão:&nbsp;<em>“No entanto, seu texto não é claro em apontar quais seriam os conteúdos técnicos considerados basilares no processo educacional. Em determinados trechos, ele diz que seriam os movimentos básicos executados de acordo com a tradição, sendo reconhecidas por sua utilidade e importância as formas mais eficientes de correr, saltar, lançar, segurar, etc.”&nbsp;</em>(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 8). Realmente o interesse do presente capítulo não foi abarcar os conteúdos, até porque estes não constituíam o objetivo do capítulo. Contudo, consideramos as habilidades citadas base para diferentes esportes, estes que são exemplificados na continuidade do livro em função dos capítulos sobre: judô, rugby e atletismo.</p>



<p>Na página 9, obtemos a seguinte questão:&nbsp;<em>“Aqui decorreria um problema: o que justificaria o conteúdo das técnicas esportivas como mais relevantes do que outras técnicas dentro da cultura corporal? Por exemplo, o que categorizaria as técnicas corporais de Ginástica, Dança, Lutas, Jogos e Brincadeiras como inferiores às técnicas dos Esportes na Educação Física escolar? Se essa é a intenção do autor, falta-lhe uma base argumentativa no texto em questão que arregimente essa proposta.”</em>&nbsp;(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 9). Ora, a resposta é nada, já que sob o ponto de vista da ginástica, dança, lutas e jogos estes conteúdos são esportivos e técnicos. Em relação à cultura corporal como se demonstra no referente capítulo&nbsp;“As virtudes da técnica na educação física”, ela caminha no sentido contrário à técnica como referencial de aprendizado aos moldes tradicionais.&nbsp;Ademais não foi definido no capítulo que tipo de técnica esportiva se considerou, mas sim a técnica que, independentemente do seu nível, deve fazer parte da aula de Educação Física seja no contexto do lazer ou da educação, pois o domínio mínimo do “como fazer” é fundamental para a prática em qualquer situação, pois a sensação do controle corporal e esportivo é primordial para a efetiva prática da atividade física e esportiva. O alto rendimento, no caso, nem foi cogitado, pois se trata de outra dimensão do esporte a ser debatido em momento oportuno, tendo em vista que consideramos não se relacionar diretamente às aulas da Educação Física na escola.</p>



<p>Acredito que a grande mensagem geral do capítulo é afirmar que não existe ensino de Educação Física sem técnica. Ao que parece, os autores em parte entenderam essa premissa:&nbsp;<em>“Garcia afirma também que não existe Educação Física sem o ensino de técnicas. Somos obrigados a concordar em parte com tal colocação, dada a natureza dos conteúdos trabalhados na área; no entanto, nada justifica que as técnicas possuam caráter central na prática pedagógica.”</em>&nbsp;(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 10). No sentido da centralidade ou não é opção de cada professor, mas o importante é que a técnica exista na aula. Quanto aos outros aspectos da aula, estamos de acordo e mais uma vez é o professor que conduz a aula que vai definir tais aspectos, uma coisa não invalida a outra. De resto, não defendo a predominância da técnica, mas apenas sua existência.</p>



<p>Os autores percebem a interpretação contra os críticos de base marxista como seletiva porque não coloco autores como Nahas e Guedes e Guedes como marxistas apesar dos referidos autores também criticarem o tecnicismo da Educação Física dos anos de Regime Militar (1964-1985). A resposta é bem pontual e já oferecida pelos próprios autores da resenha, estes autores, Nahas e Guedes e Guedes, apesar de reproduzirem críticas contra o desportivismo, fazem isso por razões que ainda precisam ser analisadas. De qualquer forma, sabe-se que estes autores não possuem uma base teórica crítica marxista e sim biológica.</p>



<p>Além disso, quando os autores questionam:&nbsp;<em>É central em Nahas (1992) a defesa de uma Educação Física que melhore as condições de Saúde e Qualidade de Vida dos alunos, em franco combate ao sedentarismo; nesse sentido, Nahas tece críticas ao modelo esportivizado, por não atender um desenvolvimento corporal integral e sadio, bem como a existência de processos de exclusão de alunos das aulas quando não se adequavam as exigências do conteúdo esportivo. Essa visão pedagógica pode de alguma forma ser associada ao marxismo nas escolas?</em>&nbsp;(van Amstel e Rodriguez, 2020, p. 11). A resposta é “sim”, como já mencionei acima, sem perceber porque apenas reproduzem tal estigma sem maior aprofundamento teórico.</p>



<p>Por fim, a pergunta do capítulo&nbsp;“As virtudes da técnica na educação física” foi: qual a necessidade da utilização da técnica nas aulas de Educação Física? Numa reflexão posterior fomentada pela respectiva resenha, acredito ter respondido à questão de forma satisfatória. Quanto à necessidade da técnica, acredito que ela precise estar no processo de ensino e aprendizagem durante os anos de escolarização da educação básica em que a Educação Física figura como componente importante de desenvolvimento social, motor e cognitivo, porém, sobre o nível de centralidade no contexto das aulas essa decisão é de competência do docente em seu respectivo planejamento. Além do mais, os autores concluem que as técnicas são múltiplas e variadas e acreditam que isso se difere de minhas conclusões das quais são precisamente as mesmas.</p>



<p>Reitero aqui meu agradecimento pela elegância e respeito na escrita da resenha crítica de um dos capítulos do livro organizado pela minha pessoa, em um processo de construção profissional e de colaboração à Educação Física brasileira.</p>



<p><strong>Referências</strong></p>



<p><strong><br></strong>GARCIA, A. B.&nbsp;As virtudes da técnica na educação física. In:&nbsp;GARCIA, A. B.&nbsp;&nbsp;(Org.).&nbsp;<strong>As Virtudes do Esporte na Escola.</strong>&nbsp;1ed. Jundiaí-SP: Paco Editorial, 2016, v. 21, p. 11-31.</p>



<p>VAN AMSTEL, N. A,<em>&nbsp;&nbsp;</em>Rodriguez, L. G.<em>&nbsp;</em>&nbsp;Uma apologia da técnica na Educação Física &#8211; resenha do livro “As virtudes do esporte na escola”.&nbsp;<strong>ARQUIVOS em MOVIMENTO</strong>, v.16, n.2, p. 5-12, Jul-dez- jun 2020.</p>



<p></p>



<p><strong>Sobre o autor do capítulo</strong></p>



<p><strong>Alessandro Barreta Garcia:</strong> Doutorando em Educação Física pela&nbsp;Universidade São Judas Tadeu, SP, Brasil, e&nbsp;autor dos livros:&nbsp;Educação Grega e Jogos Olímpicos: Período Clássico, Helenístico e Romano,&nbsp;Educação Física e Regime Militar: Uma Guerra Contra o Marxismo Cultural&nbsp;e&nbsp;As Virtudes do Esporte na Escola, todos pela Paco Editorial.</p>



<p><strong>Sobre o livro</strong></p>



<p>Esta coletânea de ensaios é fundamental na medida em que a Educação Física brasileira se encontra em uma repetida crise de identidade. Velhos temas são frequentemente discutidos, mas nenhuma proposta é persuasiva o bastante para fazer parte de um novo olhar sobre a Educação Física na escola. É com este espírito que a presente coleção apresenta-se como um contraponto.</p>



<p><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira já o seu pela nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/as-virtudes-do-esporte-na-escola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> ou pela <a href="https://www.amazon.com.br/dp/8581487181?ref=myi_title_dp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/consideracoes-sobre-a-resenha-critica-do-capitulo-as-virtudes-da-tecnica-na-educacao-fisica-do-livro-as-virtudes-do-esporte-na-escola/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resenha: &#8220;Anotações breves sobre a prosa de Imaginários&#8221;</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/anotacoes-breves-sobre-a-prosa-de-imaginarios/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=anotacoes-breves-sobre-a-prosa-de-imaginarios</link>
					<comments>https://editorialpaco.com.br/anotacoes-breves-sobre-a-prosa-de-imaginarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 22:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas de Livros]]></category>
		<category><![CDATA[edna alencar]]></category>
		<category><![CDATA[estudos do imaginario]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[livro academico]]></category>
		<category><![CDATA[maria zilda da cunha]]></category>
		<category><![CDATA[paco]]></category>
		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://editorialpaco.com.br/?p=13973</guid>

					<description><![CDATA[Confira a resenha "Anotações breves sobre a prosa de Imaginários", escrita por Maria Zilda da Cunha (USP/CNPq) sobre o livro "Estudos do imaginário - Reflexões contemporâneas" organizado pela autora Edna Alencar Rivera e publicado pela Paco Editorial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p class="has-text-align-right">Por: <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4723255U9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Maria Zilda da Cunha</a> &#8211; USP/CNPq</p>



<p></p>



<p class="has-drop-cap has-text-align-left"><em>Estudos do Imaginário: Reflexões contemporâneas</em>, organizado por Edna Alencar Rivera, tem sua primeira edição em 2020 pela Editora Paco.&nbsp;&nbsp;A pesquisadora brasileira, que coloca sob mira um projeto de investigação cujo escopo é o Silêncio, paradoxalmente, traz à baila, neste livro, sob sua organização, um conjunto de vozes interessantes e potentes a expressar uma prosa vivificante do Imaginário.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-left">Em primeiro lugar, convém lembrar que um livro com o tema imaginário, como este, comporta a inscrição de profundas reflexões sobre a densidade dos fenômenos humanos, da nossa realidade pluridimensional, da possibilidade de acessar simbolicamente o pensar, o sentir, o querer humano em suas muitas experiências de vida, e as formas como se expressam, quais sejam, entre outras, a mitologia, a religião, a filosofia, a política, a arte.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-left">Em segundo lugar, convirá relacionar a ideia de prosa que se encontra no título da resenha ao caminho de reflexões que se estabelecem ao longo desta obra, cujo diagrama se faz por uma rede tecida com a ideia de Linguagem, com a de pensar e de expressar. Aspectos que consubstanciam em uma prosa vigorosa e sensível, no plano de uma ética do escrever, o intercâmbio crítico analítico entre pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, que exercitam formas diversas de pensamento, conjugando visões plurais.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-left">Estruturado em quatro capítulos independentes, o livro comporta textos que incitam olhares acerca&nbsp;dos mitos e suas simbologias, como é o caso do texto de Jeciely Ildefonso de Oliveira, que acaba por revelar, por meio de imagens arquetípicas, que espraiam na poesia contemporânea de Amanda Lovelace, uma inquietação presente no imaginário feminino face à maternidade, um veio analítico que desvela algumas construções sociais de “como ser mulher” e de “como exercer esse papel diante a sociedade” tem frustrado “as mulheres desde a antiguidade, mesmo quando suas vozes apenas eram ouvidas no plano do simbólico e por meio da escrita masculina”(Oliveira, 2020, p. 91). Um dos mais sérios desafios da vida – a Morte – é fonte inesgotável de alimentação do imaginário humano. Sinalizando seu engendrar, na arte literária, cuja força imaginária é condicionada por sobre determinações inter e hipertextuais, Sandra Trabucco Valenzuela sinaliza congruências entre a literatura infantil e juvenil e o cordel e como, pela via do humor, engendra-se o prosear da morte com o imaginário ficcional. Com um repertório teórico metodológico bastante vigoroso, o texto de Dheiky do Rêgo Monteiro Rocha Maria do Socorro Rios Magalhães adentra o imaginário singular do escritor Assis Brasil, o capítulo abre-se com incursões certeiras acerca das relações entre esse “capital pensado do homo sapiens” (Durand, 1977, p.14) e a literatura, bem como sobre as dimensões da fantasia e a sua fundamental importância para a emancipação sensível e intelectual da criança leitora. Reservando reflexões acerca do Imaginário como guardião dos bens imateriais humano, Edna Alencar Rivera, a autora do primeiro capítulo do livro, revisita a formação e o desenvolvimento da literatura para crianças e jovens. É com sua voz que abre o conjunto polifônico de reflexões aqui reunidas que tecem uma prosa interessante sobre imaginários.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-left">Seguramente, tem-se neste livro, não apenas interpretações que gestam pensamentos sobre construções teóricas e ficcionais, mas que sobretudo lançam ao devir a potência para novas pesquisas sobre Imaginário, campo cujo limiar é interminável. Por esta e todas as demais razões, minhas breves anotações entram em consonância com essa prosa que se faz presente e possível entre a vida, os desejos, as ações e a força inesgotável desse imaginário que nos faz seres simbólicos e humanos.</p>



<p></p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:100%">
<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-flow wp-block-group-is-layout-flow">
<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="779" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2843-Capa-3D_2-779x1024.png" alt="Estudos do imaginário - Reflexões contemporâneas" class="wp-image-13978 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2843-Capa-3D_2-779x1024.png 779w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2843-Capa-3D_2-228x300.png 228w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2843-Capa-3D_2-768x1009.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/2843-Capa-3D_2.png 1137w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Sobre o livro</strong><br>Esta obra sobre o Imaginário buscou trabalhos que atualizem o conceito que atualiza-se e reformula-se à medida que revemos conceitos, paradigmas e agregamos significações às coisas do mundo. Parte-se da premissa de que nenhum ser humano escapa do imaginário. Quer num ditado popular, num hábito, numa canção, numa qualquer manifestação artística ou não, lá está ele a referenciar posicionamentos, gestos. Na verdade, palavras representam vãs tentativas de definição deste conceito fugidio pela própria natureza do que representa, a distinta biblioteca imaterial. Desta forma, os estudos reunidos neste volume simbolizam a busca por caminhos que deixem trilhas para outros escritos. Daí, a relevância da proposta e o convite à leitura.&nbsp;&nbsp;</p>
</div></div>
</div></div>
</div>
</div>
</div></div>



<p> </p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:35% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="300" height="200" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-300x200.jpg" alt="" class="wp-image-13988 size-medium" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-300x200.jpg 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-1024x683.jpg 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-768x512.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-1536x1024.jpg 1536w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-2048x1365.jpg 2048w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Edna-1140x760.jpg 1140w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p><strong>Sobre a autora organizadora da obra</strong> </p>



<p>Edna Alencar Rivera é pós-doutora pela Universidade do Minho, Portugal. Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo. Jornalista de formação, dedica-se às pesquisas das linguagens do imaginário e das manifestações do silêncio.</p>
</div></div>



<p></p>



<p class="has-text-align-left"><strong>Gostou do livro?</strong></p>



<p>Adquira o seu em nossa <a href="https://www.pacolivros.com.br/estudos-do-imaginario" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Loja Virtual</a> ou na <a href="https://www.amazon.com.br/dp/6587782876?ref=myi_title_dp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazon</a>!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://editorialpaco.com.br/anotacoes-breves-sobre-a-prosa-de-imaginarios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
