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	<title>Cultura &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Cultura &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>5 Motivos Para Ler a Escol(h)a do Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 14:58:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você já conhece a obra “A Escol(H)A Do Amor”? Confira no post 5 motivos para ler a obra! Ampliar a visão sobre aspectos que impactam no desenvolvimento humano, enfatizando a importância do autoconhecimento, autoestima e resgate do corpo na educação; Contribuir com o desenvolvimento de pensamento crítico sobre a realidade, visualizando influências de desempoderamento presentes da sociedade atual; Auxiliar pessoas em seus processos de autodesenvolvimento, priorizando a autoescuta corporal, com o intuito de promover saúde; Auxiliar pessoas em seus processos de autodesenvolvimento, priorizando a autoescuta corporal, com o intuito de promover saúde; Enfatizar a importância da criatividade, comunicação e amor nos espaços educacionais, para sair de automatismos e promover escolhas mais conscientes e saudáveis. Clique aqui e confira a obra Este livro é um convite para refletirmos sobre alguns aspectos que impactam no desenvolvimento humano, com a intenção de auxiliar pessoas a se reconectarem consigo mesmas, com seus sonhos, propósitos de vida e amor próprio. Foi feito para educadores que queiram trabalhar o autodesenvolvimento e a autocura, contribuindo na formação de outros/as. A busca é por uma educação que priorize a autoescuta corporal, considerando que saúde, bem-estar, dor, doença; tudo é vivido no corpo. O autoconhecimento e o autocontrole estão em evidência, na tentativa de contribuir com a autorresponsabilização sobre nossas ações no mundo. Também enfatizamos a percepção do outro, pois nos permite a construção de relacionamentos com empatia. Por fim, o desejo é o de que os espaços educacionais sejam pautados na criatividade e no amor, no intuito de garantir que possamos sair dos automatismos e criar nossas histórias singulares com saúde.   Almejamos escol(h)as que ajudem as pessoas a se sentirem realizadas dentro de si mesmas, vivenciando seus corpos sem estados contínuos de ansiedade, gerados por insatisfação e desejos. Assim, abandonamos o estado de consumidores vorazes de produtos, remédios e drogas diversas, para nos tornarmos viventes amantes de nós mesmos/as e da vida.    ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="33553" class="elementor elementor-33553" data-elementor-post-type="post">
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 	<li>Ampliar a visão sobre aspectos que impactam no desenvolvimento humano, enfatizando a importância do autoconhecimento, autoestima e resgate do corpo na educação;</li>
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									<p style="box-sizing: inherit; margin-bottom: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-size: 16px; background-color: #fafafa;">Este livro é um convite para refletirmos sobre alguns aspectos que impactam no desenvolvimento humano, com a intenção de auxiliar pessoas a se reconectarem consigo mesmas, com seus sonhos, propósitos de vida e amor próprio. Foi feito para educadores que queiram trabalhar o autodesenvolvimento e a autocura, contribuindo na formação de outros/as.</p><p style="box-sizing: inherit; margin-bottom: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-size: 16px; background-color: #fafafa;">A busca é por uma educação que priorize a autoescuta corporal, considerando que saúde, bem-estar, dor, doença; tudo é vivido no corpo. O autoconhecimento e o autocontrole estão em evidência, na tentativa de contribuir com a autorresponsabilização sobre nossas ações no mundo. Também enfatizamos a percepção do outro, pois nos permite a construção de relacionamentos com empatia. Por fim, o desejo é o de que os espaços educacionais sejam pautados na criatividade e no amor, no intuito de garantir que possamos sair dos automatismos e criar nossas histórias singulares com saúde.</p><p style="box-sizing: inherit; margin-bottom: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-size: 16px; background-color: #fafafa;"> </p><p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #fafafa; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;">Almejamos escol(h)as que ajudem as pessoas a se sentirem realizadas dentro de si mesmas, vivenciando seus corpos sem estados contínuos de ansiedade, gerados por insatisfação e desejos. Assim, abandonamos o estado de consumidores vorazes de produtos, remédios e drogas diversas, para nos tornarmos viventes amantes de nós mesmos/as e da vida.</p><p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #fafafa; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;"> </p><p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; color: #4a4a4a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 16px; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: #fafafa; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;"> </p>								</div>
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		<title>Lançamento do livro &#8220;Quando a Autoajuda Não Ajuda e Quando Ajuda&#8221; de Renato Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 13:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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		<category><![CDATA[Renato Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[uando a Autoajuda Não Ajuda e Quando Ajuda]]></category>
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					<description><![CDATA[A Paco Editorial está lançando, em todo o Brasil, o livro intitulado &#8220;Quando a Autoajuda Não Ajuda e Quando Ajuda&#8221;, do escritor, filósofo e psicanalista Renato Oliveira. A obra trata da desconstrução e construção de temas polêmicos e contraditórios relacionados a literatura de autoajuda, a partir de concepções baseadas em estudos de filósofos, psicólogos, médicos, psicanalistas, físicos, dentre outros estudiosos do comportamento e da psique humana e da experiência do próprio autor. Sobre o autor: Filósofo de orientação humanista com inclinação à Filosofia Existencialista e Ética. Há mais de 31 anos, atua como educador e formador na área comportamental. Especializando-se em Saúde Mental, criou programas de prevenção, humanização e acolhimentos. Livro publicado pela Paco Editorial: Organizado em quatorze capítulos, distribuídos em duas partes, o livro apresenta pesquisas fundamentadas que auxiliam no desafio de adentrar no campo das convicções, considerando tendências ficcionais envolvidas no segmento da autoajuda, de forma a confirmar e/ou refutar conceitos construídos nesse processo. COMPRAR Nota do autor: Apesar de interagirmos num mundo onde ciência é intensamente presente no cotidiano, ainda assim, é grande o número daqueles que temem coisas ineficazes, alimentam falsas expectativas e depositam confiança em enredos absurdos. Nossa predisposição ao místico é consequência dos milhares de anos, nos quais, a raça humana, por não entender certos fenômenos da natureza, criou representações imaginárias, creditando a seres divinos eventos, como: raios, erupções vulcânicas, secas, pestes, efeitos astronômicos, doenças e muitos outros. Mesmo com distintas motivações para pessoas procurarem pelo segmento da autoajuda, não se pode deixar de lado a tendência ficcional, fortemente, envolvida nesse processo. Isso se dá pelas fórmulas mágicas e ilusórias de alguns autores, aconselhando a: curar câncer apenas com a força do pensamento, melhorar autoestima via narcisismo, só pensar positivamente, ter sucesso garantido, evitar uso da palavra “não” e temáticas semelhantes – distanciadas do real e das particularidades do viver. Sei que “não devemos jogar a criança fora junto com a água do banho”. Nesse livro, meu objetivo não é desmerecer toda a literatura sobre aconselhamento pessoal, tanto que o título e boa parte de seu conteúdo apontam o que pode ser aplicado e funciona. Mas, como em qualquer setor, há publicações de boa qualidade e de qualidade duvidosa e enganosa. Ao discorrer sobre o assunto, apoio-me na percepção e compreensão de estudiosos do comportamento e da psique humana, subindo nos ombros daqueles a quem tanto devemos – a fim de enxergar mais longe. E como dizia um dos filósofos – com notável habilidade em demolir conceitos – Friedrich Nietzsche: “As convicções são cárceres. Mais inimigas da verdade do que as próprias mentiras”.&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; É desafiador para qualquer um adentrar no campo das convicções, sobretudo em uma área na qual a propensão para acreditar altera a percepção de muitos. E, circunstâncias há, nas quais, o que achamos saber ser capaz de gerar mais limitações do que aquilo que não sabemos. Espero que este livro auxilie você a “separar o joio do trigo” e que faça bom proveito do trigo. Em tubarão o livro pode ser adquirido nas livrarias: LA FONTAINE no Farol Shopping ou CONSULATO no bairro Oficinas. Gostou? Acompanhe nosso blog para mais! Livros com 40%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="29477" class="elementor elementor-29477" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">A Paco Editorial está lançando, em todo o Brasil, o livro intitulado &#8220;Quando a Autoajuda Não Ajuda e Quando Ajuda&#8221;, do escritor, filósofo e psicanalista Renato Oliveira. A obra trata da desconstrução e construção de temas polêmicos e contraditórios relacionados a literatura de autoajuda, a partir de concepções baseadas em estudos de filósofos, psicólogos, médicos, psicanalistas, físicos, dentre outros estudiosos do comportamento e da psique humana e da experiência do próprio autor.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o autor:</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/autor.jpg" alt="" class="wp-image-29478 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/autor.jpg 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/autor-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Filósofo de orientação humanista com inclinação à Filosofia Existencialista e Ética. Há mais de 31 anos, atua como educador e formador na área comportamental. Especializando-se em Saúde Mental, criou programas de prevenção, humanização e acolhimentos.</p>
</div></div>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Livro publicado pela Paco Editorial:</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:24% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/quando-a-autoajuda-nao-ajuda-e-quando-ajuda"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/5b637ac80558495e0de49ffc6679dbff.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>Organizado em quatorze capítulos, distribuídos em duas partes, o livro apresenta pesquisas fundamentadas que auxiliam no desafio de adentrar no campo das convicções, considerando tendências ficcionais envolvidas no segmento da autoajuda, de forma a confirmar e/ou refutar conceitos construídos nesse processo.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/quando-a-autoajuda-nao-ajuda-e-quando-ajuda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.pacolivros.com.br/"><img decoding="async" width="1024" height="256" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png" alt="" class="wp-image-28663" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1024x256.png 1024w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-300x75.png 300w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-768x192.png 768w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70-1140x285.png 1140w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/04/livros-70.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Nota do autor:</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Apesar de interagirmos num mundo onde ciência é intensamente presente no cotidiano, ainda assim, é grande o número daqueles que temem coisas ineficazes, alimentam falsas expectativas e depositam confiança em enredos absurdos.</p><p>Nossa predisposição ao místico é consequência dos milhares de anos, nos quais, a raça humana, por não entender certos fenômenos da natureza, criou representações imaginárias, creditando a seres divinos eventos, como: raios, erupções vulcânicas, secas, pestes, efeitos astronômicos, doenças e muitos outros.</p><p>Mesmo com distintas motivações para pessoas procurarem pelo segmento da autoajuda, não se pode deixar de lado a tendência ficcional, fortemente, envolvida nesse processo. Isso se dá pelas fórmulas mágicas e ilusórias de alguns autores, aconselhando a: curar câncer apenas com a força do pensamento, melhorar autoestima via narcisismo, só pensar positivamente, ter sucesso garantido, evitar uso da palavra “não” e temáticas semelhantes – distanciadas do real e das particularidades do viver.</p><p>Sei que “não devemos jogar a criança fora junto com a água do banho”. Nesse livro, meu objetivo não é desmerecer toda a literatura sobre aconselhamento pessoal, tanto que o título e boa parte de seu conteúdo apontam o que pode ser aplicado e funciona. Mas, como em qualquer setor, há publicações de boa qualidade e de qualidade duvidosa e enganosa.</p><p>Ao discorrer sobre o assunto, apoio-me na percepção e compreensão de estudiosos do comportamento e da psique humana, subindo nos ombros daqueles a quem tanto devemos – a fim de enxergar mais longe.</p><p>E como dizia um dos filósofos – com notável habilidade em demolir conceitos – Friedrich Nietzsche: “<strong>As convicções são cárceres. Mais inimigas da verdade do que as próprias mentiras</strong>”.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É desafiador para qualquer um adentrar no campo das convicções, sobretudo em uma área na qual a propensão para acreditar altera a percepção de muitos. E, circunstâncias há, nas quais, o que achamos saber ser capaz de gerar mais limitações do que aquilo que não sabemos. Espero que este livro auxilie você a “separar o joio do trigo” e que faça bom proveito do trigo.</p><p>Em tubarão o livro pode ser adquirido nas livrarias: LA FONTAINE no Farol Shopping ou CONSULATO no bairro Oficinas.</p></blockquote>



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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Image-1.jpg" alt="autor e governador" class="wp-image-29479" width="395" height="403" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Image-1.jpg 524w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Image-1-294x300.jpg 294w" sizes="(max-width: 395px) 100vw, 395px" /><figcaption>Renato Oliveira e Carlos Moisés da Silva, governador de Santa Catarina</figcaption></figure></div>



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		<title>Cinco filmes que representam a riqueza dos &#8220;outros&#8221; cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 20:48:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cinema estrangeiro]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ivonete Pinto]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossa autora da obra &#8220;Cinemas Periféricos&#8221;, Ivonete Pinto, nos indicou 5 filmes que promovem a riqueza dos cinemas estrangeiros. Confira abaixo a lista: Em Mães de Verdade, Kiyokazu Kurihara (Arata Iura) e Satoko (Hiromi Nagasaku) são um casal que, no desejo de ter um filho, adotam um bebê. Seis anos depois, enquanto vivem um feliz casamento, eles recebem uma ligação de uma mulher chamada Hikari Katakura (Aju Makita), alegando ser a mãe biológica de Asato (Reo Sato), o filho adotado do casal. Hikari diz querer seu filho de volta, chantageando a família com a pedida de uma alta quantia de dinheiro Imagem retirada deste link Crianças do Sol é um longa que aborda a condição de trabalho forçado sofrido pelas crianças no Irã. Ali e seus três amigos trabalham duro para sobreviver e sustentar suas famílias. Em uma reviravolta que parece milagrosa, Ali é encarregado de encontrar um tesouro escondido. Imagem retirada deste link Timbuktu é uma pequena cidade no norte de Mali, controlada por extremistas religiosos que passam a dominar a vida dos moradores locais. Uma família tem sua rotina alterada quando um pescador mata uma de suas vacas. Ao tirar satisfação sobre o ocorrido, Kidane (Ibrahim Ahmed dit Pino) acidentalmente atira no homem que acaba morrendo. A situação o coloca no alvo da facção religiosa, já que cometera um crime imperdoável. Imagem retirada deste link No fim do século XVIII, Don Diego de Zama (Daniel Gimenez Cacho) é um oficial da Coroa Espanhola que deseja partir para Buenos Aires. Ele se junta a um grupo de soldados para caçar de um perigoso bandido e explora terras distantes habitadas por índios selvagens. Imagem retirada deste link Aydin (Haluk Bilginer), um ator turco aposentado, comanda um pequeno hotel na região da Anatólia central junto a sua esposa Nihal, de quem ele se afastou emocionalmente, e sua irmã Necla, que ainda sofre com seu divórcio recente. No inverno, a neve desperta um tédio e ressentimento que fazem Aydin querer partir Imagem retirada deste link Todas as sinopses foram retiradas do site AdoroCinema Gostou? Para mais conteúdos como esse, acompanhe nosso blog!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Nossa autora da obra &#8220;Cinemas Periféricos&#8221;, <a href="https://editorialpaco.com.br/lancamento-do-livro-cinemas-perifericos-de-ivonete-pinto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ivonete Pinto</a>, nos indicou 5 filmes que promovem a riqueza dos cinemas estrangeiros. Confira abaixo a lista:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/20/10/06/18/18/0324697.jpg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Em <strong>Mães de Verdade</strong>, Kiyokazu Kurihara (Arata Iura) e Satoko (Hiromi Nagasaku) são um casal que, no desejo de ter um filho, adotam um bebê. Seis anos depois, enquanto vivem um feliz casamento, eles recebem uma ligação de uma mulher chamada Hikari Katakura (Aju Makita), alegando ser a mãe biológica de Asato (Reo Sato), o filho adotado do casal. Hikari diz querer seu filho de volta, chantageando a família com a pedida de uma alta quantia de dinheiro</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a rel="noreferrer noopener" href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/20/10/06/18/18/0324697.jpg" target="_blank">link</a></p>
</div></div>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:24% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" src="https://media.fstatic.com/7h4B4GcmTb6qe6CpmLghVj93ayw=/290x478/smart/media/movies/covers/2021/10/MV5BZDlhNzA3NGQtMmViZS00M2EyLWIzOWUtNjU5OWRkOGYzMDE2XkEyXkFqcGdeQX_6dxhfxP.jpg" alt=""/></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Crianças do Sol é um longa que aborda a condição de trabalho forçado sofrido pelas crianças no Irã. Ali e seus três amigos trabalham duro para sobreviver e sustentar suas famílias. Em uma reviravolta que parece milagrosa, Ali é encarregado de encontrar um tesouro escondido.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://media.fstatic.com/7h4B4GcmTb6qe6CpmLghVj93ayw=/290x478/smart/media/movies/covers/2021/10/MV5BZDlhNzA3NGQtMmViZS00M2EyLWIzOWUtNjU5OWRkOGYzMDE2XkEyXkFqcGdeQX_6dxhfxP.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Timbuktu é uma pequena cidade no norte de Mali, controlada por extremistas religiosos que passam a dominar a vida dos moradores locais. Uma família tem sua rotina alterada quando um pescador mata uma de suas vacas. Ao tirar satisfação sobre o ocorrido, Kidane (Ibrahim Ahmed dit Pino) acidentalmente atira no homem que acaba morrendo. A situação o coloca no alvo da facção religiosa, já que cometera um crime imperdoável.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://br.web.img2.acsta.net/c_310_420/pictures/14/12/01/12/15/373884.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
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<p style="font-size:15px">No fim do século XVIII, Don Diego de Zama (Daniel Gimenez Cacho) é um oficial da Coroa Espanhola que deseja partir para Buenos Aires. Ele se junta a um grupo de soldados para caçar de um perigoso bandido e explora terras distantes habitadas por índios selvagens.</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://f001.backblazeb2.com/file/papocine/2017/10/20171005-zama-papo-de-cinema-cartaz.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
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<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 25%"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg"><img decoding="async" src="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Aydin (Haluk Bilginer), um ator turco aposentado, comanda um pequeno hotel na região da Anatólia central junto a sua esposa Nihal, de quem ele se afastou emocionalmente, e sua irmã Necla, que ainda sofre com seu divórcio recente. No inverno, a neve desperta um tédio e ressentimento que fazem Aydin querer partir</p>



<p class="has-small-font-size">Imagem retirada deste <a href="https://br.web.img2.acsta.net/pictures/15/06/29/20/00/251856.jpg" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>
</div></div>



<p class="has-small-font-size">Todas as sinopses foram retiradas do site <a href="https://www.adorocinema.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AdoroCinema</a></p>



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		<title>A pessoa &#8211; As máscaras do Teatro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 13:05:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A palavra pessoa vem do latim persona, de per (por, através de) e sono (som), a qual passou a ser empregada no teatro da Antiguidade para denominar a máscara utilizada nas encenações teatrais. Esta máscara era posicionada à frente do rosto dos atores, servindo como uma espécie de caixa de ressonância, a qual fazia o som de suas falas ecoar, tornando-as mais audíveis à plateia presente ao espetáculo. Assim, a máscara era denominada de persona justamente por fazer ecoar o som da fala dos atores, ou seja, fazia personare, ecoar, ressoar. A partir de então, os atores não podiam mais pisar no palco teatral sem estarem munidos de suas máscaras, suas personas. Isto fez com que se passasse a distinguir, então, o indivíduo, o ator, enquanto um elemento físico e estático em relação à peça teatral, e este portando a sua persona, a sua máscara, a qual o habilitava simbolicamente a exercer a atividade de encenação teatral e poder se relacionar no palco com outros atores portadores de suas máscaras. Desta forma, o exemplo legado a partir da figura representada pelo ator da Antiguidade, o qual simbolicamente só adquiria aptidão para pisar no palco e contracenar com os demais atores se estivesse portando a sua máscara e, por conseguinte, investido em seu personagem, passou a ser empregado, como uma alegoria, por algumas ciências e demais disciplinas humanas, tais como a Psicologia, a Sociologia, a Filosofia e o próprio Direito, para representar o modo em que o sujeito (o agente) enfocado por estas áreas se relaciona com os seus pares. Assim, pode-se dizer que a pessoa, em sua acepção jurídica, é uma qualidade que confere a entes físicos ou abstratos aptidão jurídica para poderem se relacionar juridicamente de forma ampla, vindo a contrair direitos e obrigações. Texto de Everaldo Medeiro Dias Achou interessante? Acompanhe nosso blog para ficar por dentro!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">A palavra pessoa vem do latim persona, de per (por, através de) e sono (som), a qual passou a ser empregada no teatro da Antiguidade para denominar a máscara utilizada nas encenações teatrais. Esta máscara era posicionada à frente do rosto dos atores, servindo como uma espécie de caixa de ressonância, a qual fazia o som de suas falas ecoar, tornando-as mais audíveis à plateia presente ao espetáculo.</p>



<p>Assim, a máscara era denominada de persona justamente por fazer ecoar o som da fala dos atores, ou seja, fazia personare, ecoar, ressoar. A partir de então, os atores não podiam mais pisar no palco teatral sem estarem munidos de suas máscaras, suas personas. Isto fez com que se passasse a distinguir, então, o indivíduo, o ator, enquanto um elemento físico e estático em relação à peça teatral, e este portando a sua persona, a sua máscara, a qual o habilitava simbolicamente a exercer a atividade de encenação teatral e poder se relacionar no palco com outros atores portadores de suas máscaras.</p>



<p>Desta forma, o exemplo legado a partir da figura representada pelo ator da Antiguidade, o qual simbolicamente só adquiria aptidão para pisar no palco e contracenar com os demais atores se estivesse portando a sua máscara e, por conseguinte, investido em seu personagem, passou a ser empregado, como uma alegoria, por algumas ciências e demais disciplinas humanas, tais como a Psicologia, a Sociologia, a Filosofia e o próprio Direito, para representar o modo em que o sujeito (o agente) enfocado por estas áreas se relaciona com os seus pares. Assim, pode-se dizer que a pessoa, em sua acepção jurídica, é uma qualidade que confere a entes físicos ou abstratos aptidão jurídica para poderem se relacionar juridicamente de forma ampla, vindo a contrair direitos e obrigações.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de Everaldo Medeiro Dias</p>



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		<title>Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 13:01:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como se deu a organização a política externa brasileira no Império? Como um Império rodeado por repúblicas conseguiu criar seu espaço na complexa geopolítica sul-americana no século XIX? Quem estava por trás da construção do lugar político no Brasil em suas décadas iniciais? Essas são algumas perguntas que o livro procura responder. A pesquisa centrou a análise da política externa imperial na atuação de um diplomata pouco celebrado por sua função administrativa, porém reconhecido pelo ativismo intelectual: Francisco Adolfo de VarnhagenMergulhando nas cartas, ofícios e obras de Varnhagen, o livro desvela como um monarquista convicto ajudou a posicionar o Império do Brasil em meio às repúblicas sul-americanas, num momento de delicados embates e intervenções europeias. O livro analisa como o diplomata-historiador utilizava da sua experiência como pesquisador para negociar a posições do Império em meio a episódios marcantes. Dois deles são analisados a fundo no livro: o Congresso Americano de lima de 1864 e a Guerra da Quádrupla Aliança de 1864-1866, que colocou a Espanha contra Chile, Bolívia, Peru e Equador contando com bombardeios, batalha navais e desaforos diplomáticos.A surpreendente atuação de Varnhagen mostra o processo complexo de construção da política externa brasileira, mas também da própria trajetória do diplomata-historiador. Dentre essas contradições, o livro demonstra como um monarquista, convicto da superioridade do regime frente à república, foi o precursor da americanização das relações internacionais brasileira no início do século XIX. O livro debate tanto a história da política externa do Império quanto o estudo de trajetórias individuais para compreensão do espectro mais amplo. O tratamento da trajetória intelectual e profissional de Francisco de Varnhagen torna-se uma janela para a análise do processo de consolidação do estado imperial e de seu lugar na América do Sul oitocentista. Texto de: José Augusto Ribas Miranda Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso catálogo: Este livro trata sobre a trajetória diplomática de Varnhagen. Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878) o historiador que escreveu o império também ajudou a desenhar as fronteiras e a política externa do Brasil, foi diplomata de carreira e atuou em temas chaves da política externa brasileira em meados do século XIX. Em um Império rodeado de Repúblicas, sua representação diplomática se deu entre dilemas de Monarquia e República, Verdade e Imparcialidade, História e Diplomacia. Inserido em uma política externa amplamente euro-orientada, foi inconscientemente um dos precursores da americanização das relações do Brasil, atuando junto as repúblicas do Peru, Chile e Equador entre 1863 e 1867. COMPRAR Para mais informações, acompanhe nosso blog.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Como se deu a organização a política externa brasileira no Império? Como um Império rodeado por repúblicas conseguiu criar seu espaço na complexa geopolítica sul-americana no século XIX? Quem estava por trás da construção do lugar político no Brasil em suas décadas iniciais?<br><br>Essas são algumas perguntas que o livro procura responder. A pesquisa centrou a análise da política externa imperial na atuação de um diplomata pouco celebrado por sua função administrativa, porém reconhecido pelo ativismo intelectual: Francisco Adolfo de Varnhagen<br>Mergulhando nas cartas, ofícios e obras de Varnhagen, o livro desvela como um monarquista convicto ajudou a posicionar o Império do Brasil em meio às repúblicas sul-americanas, num momento de delicados embates e intervenções europeias.<br><br>O livro analisa como o diplomata-historiador utilizava da sua experiência como pesquisador para negociar a posições do Império em meio a episódios marcantes. Dois deles são analisados a fundo no livro: o Congresso Americano de lima de 1864 e a Guerra da Quádrupla Aliança de 1864-1866, que colocou a Espanha contra Chile, Bolívia, Peru e Equador contando com bombardeios, batalha navais e desaforos diplomáticos.<br>A surpreendente atuação de Varnhagen mostra o processo complexo de construção da política externa brasileira, mas também da própria trajetória do diplomata-historiador. Dentre essas contradições, o livro demonstra como um monarquista, convicto da superioridade do regime frente à república, foi o precursor da americanização das relações internacionais brasileira no início do século XIX.<br><br>O livro debate tanto a história da política externa do Império quanto o estudo de trajetórias individuais para compreensão do espectro mais amplo. O tratamento da trajetória intelectual e profissional de Francisco de Varnhagen torna-se uma janela para a análise do processo de consolidação do estado imperial e de seu lugar na América do Sul oitocentista.</p>



<p class="has-small-font-size">Texto de: José Augusto Ribas Miranda</p>



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<p>Achou interessante? Confira abaixo o livro disponível em nosso <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">catálogo</a>:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:20% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/um-monarquista-nas-republicas"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/561e49a59007f8a6d9f0fedefb25c7e4.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size">Este livro trata sobre a trajetória diplomática de Varnhagen. Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-1878) o historiador que escreveu o império também ajudou a desenhar as fronteiras e a política externa do Brasil, foi diplomata de carreira e atuou em temas chaves da política externa brasileira em meados do século XIX. Em um Império rodeado de Repúblicas, sua representação diplomática se deu entre dilemas de Monarquia e República, Verdade e Imparcialidade, História e Diplomacia. Inserido em uma política externa amplamente euro-orientada, foi inconscientemente um dos precursores da americanização das relações do Brasil, atuando junto as repúblicas do Peru, Chile e Equador entre 1863 e 1867.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/um-monarquista-nas-republicas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Obra cinematográfica de Adrian Cowell: um legado para a Amazônia</title>
		<link>https://editorialpaco.com.br/obra-cinematografica-de-adrian-cowell-um-legado-para-a-amazonia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=obra-cinematografica-de-adrian-cowell-um-legado-para-a-amazonia</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 13:17:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Releases de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Adrian Cowell]]></category>
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					<description><![CDATA[O próximo livro do professor e pesquisador Gustavo Cepolini Ferreira[1], revela a contribuição e o legado da obra cinematográfica de Adrian Cowell (1934-2011) para a Amazônia, e, portanto, para o Brasil. O livro – “A Amazônia de Adrian Cowell: legado de resistências e territorialidades”, aborda no decorrer de cinco capítulos a trajetória de Cowell a partir da díade: cinema e os conflitos territoriais, bem como os desdobramentos nas políticas agrárias e ambientais no Brasil a partir da segunda metade do século XX. Nos últimos dez anos venho investigando a sua vasta obra cinematográfica em especial, a série &#8211; A década da destruição (1980-1990), que revela a ocupação da fronteira amazônica e seus inúmeros impactos, os quais analisamos a partir da teoria dos conflitos agrários e demais análises geográficas, históricas e sociológicas que seguem vigentes no Brasil. Por isso, reafirma-se que a década da destruição é permanente no Brasil. O legado de Cowell é atemporal e merece novos debates para que os brasileiros e as brasileiras acessem tais materiais nas escolas, universidades, instituições governamentais, entre outras para conhecer e fomentar diferentes políticas públicas. Seu acervo encontra-se no Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), vinculado à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), sob a coordenação do cinegrafista, documentarista e doutor honoris causa Vicente Rios que acompanhou o Adrian por mais de 30 anos, e segue atuando em diferentes projetos em defesa desse gigantesco acervo sobre a Amazônia de mais de sete toneladas de materiais. Adrian Cowell nasceu em Tongshan &#8211; China, em 2 de fevereiro de 1934, e, de acordo com o acervo da Biblioteca da Universidade de Washigton (EUA), pode-se verificar que tenha nascido na cidade de Tientsin (também conhecido como Tianjin) onde seu pai, o britânico Edmund Cowell, trabalhou na indústria de mineração de carvão; na referida Universidade encontra-se o acervo de Adrian sobre suas produções inerentes ao Sudeste Asiático. Ressalta-se que Cowell estudou na Austrália e na Inglaterra, onde se graduou em História pela Universidade de Cambridge, em 1955. Seu trabalho levantou questões ambientais e sociais perturbadoras, levando a ações corretivas do governo e organizações não governamentais. Concentrou-se em duas áreas de investigação: os efeitos da industrialização e migração sobre os povos indígenas da região amazônica e as políticas globais de cultivo do ópio no Sudeste Asiático. Dessa maneira, o livro apresenta e atualiza a obra cinematográfica de Cowell ancorado em quatro dimensões indissociáveis: a primeira visa comprovar que seu acervo cinematográfico é o maior sobre a Amazônia, o segundo versa sobre os intensos e atuais registros dos conflitos no campo brasileiro, o terceiro remete ao papel das políticas públicas territoriais na Amazônia em consonância com a teoria dos conflitos agrários envolvendo indígenas, posseiros, sem terras, camponeses, entre outras populações extrativistas/tradicionais e, por fim, a última dimensão indica uma contribuição pedagógica, ou seja, os documentários como instrumento de pesquisa, linguagem, denúncia e recurso político-pedagógico para as escolas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">O próximo livro do professor e pesquisador Gustavo Cepolini Ferreira<a href="#_ftn1">[1]</a>, revela a contribuição e o legado da obra cinematográfica de Adrian Cowell (1934-2011) para a Amazônia, e, portanto, para o Brasil. O livro – <em>“A Amazônia de Adrian Cowell: legado de resistências e territorialidades”</em>, aborda no decorrer de cinco capítulos a trajetória de Cowell a partir da díade: cinema e os conflitos territoriais, bem como os desdobramentos nas políticas agrárias e ambientais no Brasil a partir da segunda metade do século XX. Nos últimos dez anos venho investigando a sua vasta obra cinematográfica em especial, a série &#8211; A década da destruição (1980-1990), que revela a ocupação da fronteira amazônica e seus inúmeros impactos, os quais analisamos a partir da teoria dos conflitos agrários e demais análises geográficas, históricas e sociológicas que seguem vigentes no Brasil. Por isso, reafirma-se que a década da destruição é permanente no Brasil.</p>



<p>O legado de Cowell é atemporal e merece novos debates para que os brasileiros e as brasileiras acessem tais materiais nas escolas, universidades, instituições governamentais, entre outras para conhecer e fomentar diferentes políticas públicas.</p>



<p>Seu acervo encontra-se no Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), vinculado à Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), sob a coordenação do cinegrafista, documentarista e doutor honoris causa Vicente Rios que acompanhou o Adrian por mais de 30 anos, e segue atuando em diferentes projetos em defesa desse gigantesco acervo sobre a Amazônia de mais de sete toneladas de materiais.</p>



<p><strong>Adrian Cowell</strong> nasceu em Tongshan &#8211; China, em 2 de fevereiro de 1934, e, de acordo com o acervo da Biblioteca da Universidade de Washigton (EUA), pode-se verificar que tenha nascido na cidade de Tientsin (também conhecido como Tianjin) onde seu pai, o britânico Edmund Cowell, trabalhou na indústria de mineração de carvão; na referida Universidade encontra-se o acervo de Adrian sobre suas produções inerentes ao Sudeste Asiático. Ressalta-se que Cowell estudou na Austrália e na Inglaterra, onde se graduou em História pela Universidade de Cambridge, em 1955. Seu trabalho levantou questões ambientais e sociais perturbadoras, levando a ações corretivas do governo e organizações não governamentais. Concentrou-se em duas áreas de investigação: os efeitos da industrialização e migração sobre os povos indígenas da região amazônica e as políticas globais de cultivo do ópio no Sudeste Asiático.</p>



<p>Dessa maneira, o livro apresenta e atualiza a obra cinematográfica de Cowell ancorado em quatro dimensões indissociáveis: a primeira visa comprovar que seu acervo cinematográfico é o maior sobre a Amazônia, o segundo versa sobre os intensos e atuais registros dos conflitos no campo brasileiro, o terceiro remete ao papel das políticas públicas territoriais na Amazônia em consonância com a teoria dos conflitos agrários envolvendo indígenas, posseiros, sem terras, camponeses, entre outras populações extrativistas/tradicionais e, por fim, a última dimensão indica uma contribuição pedagógica, ou seja, os documentários como instrumento de pesquisa, linguagem, denúncia e recurso político-pedagógico para as escolas.</p>
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		<title>A revolta de Reritiba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 12:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[Abordando a maior revolta indígena do Espírito Santo e uma das mais importantes do Brasil, o livro “Insurgentes Brasílicos” já está disponível aos interessados em saber mais sobre o histórico de resistência dos povos originários. A rebeldia ainda é pouco conhecida entre o grande público, não constando em materiais didáticos ou em manuais historiográficos. E é para preencher esta lacuna que o livro chega. Além de aprofundar a história do Espírito Santo no período colonial, a obra, que conta com 14 capítulos, destaca um importante movimento que precisa ser divulgado para iluminar as lutas indígenas do presente. Mas, afinal, que revolta foi esta? Motivada principalmente pela luta contra o regime de tutela que os jesuítas exerciam em relação aos aldeados, a insurgência foi uma das maiores manifestações de resistência dos povos originários ocorrida no período colonial. Reritiba, célebre aldeamento jesuítico onde o padre José de Anchieta viveu os seus últimos dias, foi palco de um conflito de grande dimensão. A missão, que sempre se destacou como uma das principais da capitania, viveu momentos turbulentos no século XVIII. Resgatando uma das mais importantes manifestações de resistência dos povos indígenas no Brasil, a obra chega como uma obra necessária para evidenciar a relevância da luta histórica dos povos originários em busca de suas demandas e direitos. Uma luta, acima de tudo, pela autonomia diante dos regimes de tutela que até hoje atormentam estes povos. A insurgência denota, enfim, o protagonismo dos nativos frente à política de aldeamentos, comprovando que os aldeados, mais do que objetos Gostou? Venha conhecer mais sobre essa adquirindo o livro disponível em nosso catálogo! Confira abaixo: A obra Insurgentes brasílicos: uma comunidade indígena rebelde no Espírito Santo colonial, tem como mote analisar e apresentar aos leitores a história e os desdobramentos que cernem uma das maiores revoltas indígenas que ocorreram em solo brasileiro, mais precisamente no aldeamento de Reritiba, no Espirito Santo. O autor, ao longo dos capítulos, relata as motivações da insurgência indígena, colocando sempre o indígena em posição de protagonismo, além das reivindicações dos nativos, que passavam por questões como a autonomia em relação aos missionários. COMPRAR Acesse o site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Abordando a maior revolta indígena do Espírito Santo e uma das mais importantes do Brasil, o livro “Insurgentes Brasílicos” já está disponível aos interessados em saber mais sobre o histórico de resistência dos povos originários. A rebeldia ainda é pouco conhecida entre o grande público, não constando em materiais didáticos ou em manuais historiográficos. E é para preencher esta lacuna que o livro chega. Além de aprofundar a história do Espírito Santo no período colonial, a obra, que conta com 14 capítulos, destaca um importante movimento que precisa ser divulgado para iluminar as lutas indígenas do presente.</p>



<p>Mas, afinal, que revolta foi esta? Motivada principalmente pela luta contra o regime de tutela que os jesuítas exerciam em relação aos aldeados, a insurgência foi uma das maiores manifestações de resistência dos povos originários ocorrida no período colonial. Reritiba, célebre aldeamento jesuítico onde o padre José de Anchieta viveu os seus últimos dias, foi palco de um conflito de grande dimensão. A missão, que sempre se destacou como uma das principais da capitania, viveu momentos turbulentos no século XVIII.</p>



<p>Resgatando uma das mais importantes manifestações de resistência dos povos indígenas no Brasil, a obra chega como uma obra necessária para evidenciar a relevância da luta histórica dos povos originários em busca de suas demandas e direitos. Uma luta, acima de tudo, pela autonomia diante dos regimes de tutela que até hoje atormentam estes povos. A insurgência denota, enfim, o protagonismo dos nativos frente à política de aldeamentos, comprovando que os aldeados, mais do que objetos</p>



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<p>Gostou? Venha conhecer mais sobre essa adquirindo o livro disponível em nosso catálogo! Confira abaixo:</p>



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<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/insurgentes-brasilicos"><img loading="lazy" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/insurgentes-1.jpg" alt="" class="wp-image-27221 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/insurgentes-1.jpg 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/insurgentes-1-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>A obra Insurgentes brasílicos: uma comunidade indígena rebelde no Espírito Santo colonial, tem como mote analisar e apresentar aos leitores a história e os desdobramentos que cernem uma das maiores revoltas indígenas que ocorreram em solo brasileiro, mais precisamente no aldeamento de Reritiba, no Espirito Santo. O autor, ao longo dos capítulos, relata as motivações da insurgência indígena, colocando sempre o indígena em posição de protagonismo, além das reivindicações dos nativos, que passavam por questões como a autonomia em relação aos missionários.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/insurgentes-brasilicos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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		<title>Religiosidade e Saúde Mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 20:54:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[Indagar sobre o sentido da vida é um ato próprio da condição humana. Por que existimos? A existência humana não passa incólume a essa e outras indagações sobre a nossa orfandade original. Chegamos a esse mundo sem consciência de onde viemos. Deparamo-nos com uma realidade que nos antecede e nos lança em uma jornada cujas referências, apesar daquelas ofertadas pela cultura, família etc., não são suficientes para suprir a tendência humana de busca por respostas sobre si mesmo e sobre o transcendente Nessa jornada estamos sujeitos a nos perder, nos (re)encontrar e também podemos ser encontrados por uma potência que vem ao nosso encontro. Talvez seja essa uma das mais belas definições sobre religião: a certeza de que, em algum momento da nossa vida, algo se dirige a nós no caminho. Van Der Leeuw, pensador holandês, usa a expressão homo religiosus para defender a ideia de que todo humano é religioso. Ele chama o ateísmo de religião da fuga, a via daqueles que se esquivam do encontro inevitável com a potência e buscam encontrá-la nas atividades humanas. A pessoa religiosa, por sua vez, almeja esse encontro, busca essa potência. Essa busca, aditada pelo anseio de redenção, salvação, cura e contato com transcendente talvez sejam as características que aproximam todas as religiões, o que nos permite valorizar o diálogo inter-religioso. Não à toa, salvação (heil), curar (heilen) e santo (heilig) originam-se do mesmo radical. A potência é inenarrável, é o totalmente Outro, é numinoso, é fascinante, é misterioso e diante dEle ou dEla somos reduzidos ao nada. Obviamente que essa busca pode se dar por várias vias, religiosas ou não. Mas não se pode negar que as religiões são importantes canais para algumas respostas, para o encontro do sentido e com o transcendente. E respostas nesse campo não requerem materialidade, ou são aceitas ou são negadas; são verdades pessoais baseadas na experiência religiosa. Temas como religião, religiosidade e espiritualidade costumam emergir quando a vida é questionada, nos momentos de ruptura, perdas, terror; ocasiões propícias em que irrompem as indagações sobre o sentido ou a falta dele. Nesses momentos os sistemas religiosos tendem a ser considerados, seja como fonte de respostas pessoais, seja como via de cuidado. Por esses e outros motivos, pessoas em situações limite costumam buscar apoio em crenças religiosas ou espirituais como forma de lidar com as dificuldades e encontrar conforto. Em um contexto no qual a vivência do sofrimento tende a acentuar a fragilidade emocional e o temor da morte, as referências religiosas podem contribuir para uma forma de lidar de maneira mais positiva com as situações que geram angústia. Nesse campo não importa em que ou no que se crê. Pode-se crer, inclusive, que não se crê. A crença é absoluta e deve ser respeitada como tal. Não necessita de justificativa, explicação ou materialidade. É indiferente aos apelos da razão. É um ato de fé que modifica nossa relação com o mundo, com a vida e com a morte. Gostou do tema? Confira o livro publicado pela Paco Editorial: O livro traz um importante estudo sobre religiosidade e saúde mental, com enfoque no contexto da cidade de Belém-PA, cuja presença no cenário religioso brasileiro é notória pela procissão do Círio de Nazaré, nacionalmente conhecida, e por ter sido berço de uma das maiores denominações evangélicas do país no início do século passado, a Assembleia de Deus. COMPRAR Acesse o site de nossa Loja Virtual para mais títulos!]]></description>
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<p class="has-drop-cap">Indagar sobre o sentido da vida é um ato próprio da condição humana. Por que existimos? A existência humana não passa incólume a essa e outras indagações sobre a nossa orfandade original.</p>



<p>Chegamos a esse mundo sem consciência de onde viemos. Deparamo-nos com uma realidade que nos antecede e nos lança em uma jornada cujas referências, apesar daquelas ofertadas pela cultura, família etc., não são suficientes para suprir a tendência humana de busca por respostas sobre si mesmo e sobre o transcendente</p>



<p>Nessa jornada estamos sujeitos a nos perder, nos (re)encontrar e também podemos ser encontrados por uma potência que vem ao nosso encontro. Talvez seja essa uma das mais belas definições sobre religião: a certeza de que, em algum momento da nossa vida, algo se dirige a nós no caminho.</p>



<p>Van Der Leeuw, pensador holandês, usa a expressão homo religiosus para defender a ideia de que todo humano é religioso. Ele chama o ateísmo de religião da fuga, a via daqueles que se esquivam do encontro inevitável com a potência e buscam encontrá-la nas atividades humanas.</p>



<p>A pessoa religiosa, por sua vez, almeja esse encontro, busca essa potência. Essa busca, aditada pelo anseio de redenção, salvação, cura e contato com transcendente talvez sejam as características que aproximam todas as religiões, o que nos permite valorizar o diálogo inter-religioso. Não à toa, salvação (heil), curar (heilen) e santo (heilig) originam-se do mesmo radical.</p>



<p>A potência é inenarrável, é o totalmente Outro, é numinoso, é fascinante, é misterioso e diante dEle ou dEla somos reduzidos ao nada.</p>



<p>Obviamente que essa busca pode se dar por várias vias, religiosas ou não. Mas não se pode negar que as religiões são importantes canais para algumas respostas, para o encontro do sentido e com o transcendente. E respostas nesse campo não requerem materialidade, ou são aceitas ou são negadas; são verdades pessoais baseadas na experiência religiosa.</p>



<p>Temas como religião, religiosidade e espiritualidade costumam emergir quando a vida é questionada, nos momentos de ruptura, perdas, terror; ocasiões propícias em que irrompem as indagações sobre o sentido ou a falta dele.</p>



<p>Nesses momentos os sistemas religiosos tendem a ser considerados, seja como fonte de respostas pessoais, seja como via de cuidado. Por esses e outros motivos, pessoas em situações limite costumam buscar apoio em crenças religiosas ou espirituais como forma de lidar com as dificuldades e encontrar conforto.</p>



<p>Em um contexto no qual a vivência do sofrimento tende a acentuar a fragilidade emocional e o temor da morte, as referências religiosas podem contribuir para uma forma de lidar de maneira mais positiva com as situações que geram angústia.</p>



<p>Nesse campo não importa em que ou no que se crê. Pode-se crer, inclusive, que não se crê. A crença é absoluta e deve ser respeitada como tal. Não necessita de justificativa, explicação ou materialidade. É indiferente aos apelos da razão. É um ato de fé que modifica nossa relação com o mundo, com a vida e com a morte.</p>



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<p>Gostou do tema? Confira o livro publicado pela Paco Editorial:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/religiosidade-e-saude-mental-enredos-culturais-e-ecos-clinicos "><img loading="lazy" decoding="async" width="338" height="507" src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/religiosidade.jpg" alt="" class="wp-image-27212 size-full" srcset="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/religiosidade.jpg 338w, https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/01/religiosidade-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 338px) 100vw, 338px" /></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p>O livro traz um importante estudo sobre religiosidade e saúde mental, com enfoque no contexto da cidade de Belém-PA, cuja presença no cenário religioso brasileiro é notória pela procissão do Círio de Nazaré, nacionalmente conhecida, e por ter sido berço de uma das maiores denominações evangélicas do país no início do século passado, a Assembleia de Deus.</p>



<p> <strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/ensino-de-filosofia" target="_blank">CO</a><a href="https://www.pacolivros.com.br/religiosidade-e-saude-mental-enredos-culturais-e-ecos-clinicos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MPRAR</a></strong></p>
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<p>Acesse o site de nossa <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank">Loja Virtual</a> para mais títulos!</p>
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