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	<title>Artigos &#8211; Paco Editorial</title>
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	<title>Artigos &#8211; Paco Editorial</title>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Pleonasmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 14:33:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem. O Pleonasmo como um vício Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”. O recurso linguístico na Literatura Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase. “Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa “Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque “E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte. O realce ao objeto O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto. “Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan) “A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério). O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes. Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Pleonasmo é o que chamamos de figura de linguagem, o que pode configurar como um recurso de estilo em um texto ou no desvio da norma padrão. Isso acontece porque as expressões podem soar como uma ênfase em algo ou situação, ou ainda, como um equívoco na hora de falar ou escrever.<br>A redundância, ou nome para essa ideia, pode aparecer em situações muito diversas, como veremos adiante. Você pode encontrar em um texto literário ou ouvir alguém dizendo no seu dia a dia. E é muito importante compreender sobre esses conceitos para aprimorar os conhecimentos em torno da linguagem.<br></p>



<p><strong>O Pleonasmo como um vício</strong><br><br>Você encontra a Tautologia no dia a dia, em forma de vício de linguagem, por exemplo, quando alguém diz “subir para cima”, “descer para baixo”, “principal protagonista”, “elo de ligação”, “acabamento final”, “certeza absoluta”, “metades iguais”, “surpresa inesperada”, entre outros.<br>Essas expressões não são formuladas para dar ênfase na frase, mas surgem por falta de atenção na hora de construir um enunciado. Por mais que as pessoas saibam internamente que não há como “subir para baixo”, podem falar em uma situação informal para alguém “subir lá em cima”.</p>



<p><br><strong>O recurso linguístico na Literatura</strong><br><br>Sabemos que as palavras são ferramenta quando o assunto é Literatura e muitas construções que poderiam configurar como erros podem ser estratégicas. Por isso é comum encontrar expressões redundantes em poemas, por exemplo, para efeito de ênfase.<br><br>“Chovia uma triste chuva de resignação” – Manuel Bandeira<br><br>“Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” – Fernando Pessoa<br><br>“Me sorri um sorriso pontual e me beija com a boca de hortelã” – Chico Buarque<br><br>“E rir meu riso e derramar meu pranto” – Vinicius de Moraes<br><br>Existe nos casos acima a intenção poética, o objetivo de tornar o texto mais intenso, portanto, o Pleonasmo surge como recurso estilístico. O autor nessa situação tem “licença poética” para tornar seu texto redundante, na ideia de tornar o discurso mais forte.</p>



<p><br><strong>O realce ao objeto</strong><br><br>O Objeto Pleonástico é outro recurso ligado à redundância, que pode ocorrer em objeto direto ou indireto. Nesses casos há intenção de realçar o significado do objeto, o que acontece com a repetição por meio pronominal. Mais uma vez temos o uso da Tautologia com intenção, a fim de destacar um texto.<br><br>“Às violetas, na janela, não lhes poupei água”. (Dalton Trevisan)<br><br>“A correntinha, guardou-a no bolso da camisa de riscado”. (Mário Palmério).<br><br>O Pleonasmo não necessariamente é um erro, pode surgir como uma intenção do autor em diferentes construções de texto. Cabe ao leitor compreender a intenção e desvendar o que há por trás do discurso. Por outro lado, saber sobre essa Figura de Linguagem é interessante para evitar as expressões redundantes.<br><br>Por mais que algumas não pareçam, como é o caso de “fato real”, podem estar presentes na nossa rotina. Então, estudar sobre o assunto colabora para enriquecer o vocabulário, evitar erros e quem sabe, tornar o Pleonasmo uma ferramenta para ser usada quando surgir o elemento da intenção.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Crase</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 13:51:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros. A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome. Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir? Crase apenas em palavras femininas: Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos: Substituição de palavras: Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo. Em locuções femininas: De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras. Em determinadas expressões: Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos: Em indicações de horários: Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo: Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos: Por dentro das regras No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Considerada um dos grandes desafios da língua portuguesa, a crase marca forte presença nas salas de aula e em outros diferentes e variados ambientes, sejam educacionais, profissionais, entre outros.</p>



<p>A origem da palavra desta acentuação é grega e tem como significado a indicação de uma fusão ou mistura. Mas como isso acontece na prática? Na língua portuguesa, a aplicação da crase se dá a partir da junção de duas vogais iguais, conforme a formação da oração, ou seja, da preposição “a” com o artigo e a vogal do começo do pronome.</p>



<p>Abaixo, você pode conferir algumas dicas de como utilizar ou não essa acentuação e não passar mais apuros na hora de escrever suas frases. Vamos conferir?</p>



<p><strong>Crase apenas em palavras femininas:</strong></p>



<p>Talvez uma das informações mais relevantes no mundo da crase é saber que em palavras masculinas seu uso não acontece. Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os anos eu vou à Europa com a minha família.</li>



<li>Vamos fazer um passeio a cavalo.</li>
</ul>



<p><strong>Substituição de palavras:</strong></p>



<p>Se na hora de formular uma frase, você ficar na dúvida se coloca ou não a crase, é possível substituir a palavra feminina em questão por outra masculina. Feito isso, caso o “a” que antecede a palavra se transforme em “ao”, pode colocar a crase na frase original e ficar tranquilo, pois estará certo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos à praia no verão.</li>



<li>Vamos ao litoral no verão.</li>
</ul>



<p><strong>Em locuções femininas:</strong></p>



<p>De regra, a crase sempre está presente nas locuções femininas adverbiais, prepositivas e conjuntivas, quando há a indicação de tempo, modo e lugar, por exemplo: às vezes, às pressas, à distância, à vontade, à toa, à espera, à medida que, entre outras.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Eu estudo à distância.</li>



<li>Ela sempre sai às pressas.</li>
</ul>



<p><strong>Em determinadas expressões:</strong></p>



<p>Algumas expressões exigem o uso da crase, tais como “à moda” e “à medida que”. Nessas situações, o acento precisa ser utilizado mesmo que a expressão esteja escondida na frase. E é preciso, portanto, muita atenção. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todos os jogadores querem fazer gols à (moda de) Pelé.</li>



<li>À medida que o tempo passa, a vida fica mais difícil.</li>
</ul>



<p><strong>Em indicações de horários:</strong></p>



<p>Aqui, nesse caso, o contexto em que as horas são colocadas nas frases vai definir o uso da crase ou não. Quando há um horário definido, é preciso utilizar o acento, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vamos sair às 19h em ponto.</li>
</ul>



<p>Já quando há uma contagem de horas ou na ocasião em que o horário está acompanhado das preposições “após”, “desde”, “entre” ou “para”, não se deve utilizar a crase. Confira os exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O médico orientou duas horas de descanso.</li>



<li>Os atendimentos vão acontecer após as 14h.</li>
</ul>



<p><strong>Por dentro das regras</strong></p>



<p>No contexto, o uso correto da crase se faz necessário devido importância de dominar as regras ortográficas da língua portuguesa, seja para ser aprovado em provas e vestibulares, ganhar promoções no ambiente de trabalho e para adquirir conhecimento para melhor se comunicar colher os inúmeros benefícios.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Dica de Língua Portuguesa: Hífen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Nov 2023 12:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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		<category><![CDATA[hífen]]></category>
		<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
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		<category><![CDATA[pacoeditorial]]></category>
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					<description><![CDATA[Emprego do hífen Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia. Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita. Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen: Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen Ou seja, em locuções formadas por nome + preposição/conjunção/pronome + nome não há mais hífen. Exemplos: Exceções à regra: algumas locuções são escritas com hífen, por serem já consagradas pelo uso. São elas: A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen. Exemplos: Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade. Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para livros@pacoeditorial.com.br. Ou acesse aqui!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap"><strong>Emprego do hífen</strong></p>



<p>Dentre as alterações ocorridas na nossa ortografia a partir de 2016, quando o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa passou a vigorar, está o uso do hífen. Na verdade, podemos dizer que este foi um dos pontos mais impactados pelas mudanças da nova ortografia.</p>



<p>Sabemos que a ortografia da Língua Portuguesa tem muitas regras – e muitas exceções. E no caso do hífen, mesmo depois de anos, ainda continuamos tendo dúvidas em algums momentos da nossa escrita.</p>



<p>Por isso vamos relembrar a regra geral de emprego do hífen:</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Vocábulos compostos formados com elementos de ligação deverão ser escritos sem hífen</strong></p>



<p>Ou seja, em locuções formadas por<strong> nome + preposição/conjunção/pronome + nome</strong> não há mais hífen.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dia a dia</li>



<li>fim de semana</li>



<li>mão de obra</li>



<li>pôr do sol</li>



<li>café com leite</li>



<li>lua de mel</li>



<li>cara de pau</li>



<li>mula sem cabeça</li>



<li>sala de jantar</li>



<li>pé de moleque</li>



<li>passo a passo</li>
</ul>



<p><strong>Exceções à regra: </strong>algumas locuções são escritas com hífen, por serem<strong> </strong>já consagradas pelo uso. São elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>água-de-colônia</li>



<li>arco-da-velha</li>



<li>cor-de-rosa</li>



<li>mais-que-perfeito</li>



<li>pé-de-meia</li>



<li>à queima-roupa</li>



<li>ao deus-dará</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>A regra geral diz que as palavras que nomeiam plantas ou animais são escritas sempre com hífen</strong>.</p>



<p>Exemplos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>cana-de-açúcar</li>



<li>bem-te-vi</li>



<li>bem-me-quer</li>



<li>pimenta-do-reino</li>



<li>castanha-do-pará</li>



<li>copo-de-leite</li>



<li>joão-de-barro</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Tais dúvidas e necessidades de ajustes aparecem todos os dias no nosso trabalho de edição. Faz parte e estamos sempre atentos para melhorar o conteúdo apresentado pelo autor com o objetivo de garantir que no final tenhamos uma publicação com a máxima qualidade.</p>



<p>Quer publicar dissertação, tese, ensaio, grupo de pesquisa ou obra de literatura? Envie o seu conteúdo para <a href="mailto:livros@pacoeditorial.com.br">livros@pacoeditorial.com.br</a>. Ou acesse <a href="https://editorialpaco.com.br/mkt/publiqueoseulivro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>!</p>
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		<title>Professora da Udesc Joinville participa de organização de livro sobre Inovação Pedagógica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 19:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[Formação de professores]]></category>
		<category><![CDATA[inovação pedagógica]]></category>
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		<category><![CDATA[Paco na Imprensa]]></category>
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		<category><![CDATA[PACOLIVROS]]></category>
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					<description><![CDATA[A professora Jurema Iara Reis Belli da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville participou da organização do livro “Formação de Professores e Inovação Pedagógica”, em conjunto com as professoras Susana Henriques e Claudia Neves.&#160;&#160;&#160; A obra conta com nove capítulos que discutem a temática da Inovação Pedagógica, foi lançado pela Editora Paco, e possui 196 páginas, ano de publicação 2022. “A necessidade de introduzir metodologias inovadoras na sala de aula, é a forma mais ampla e assertiva na relação teoria X prática, ultrapassando os limites da educação puramente tradicional, e estimulando uma educação reflexiva, transformadora e participativa.&#160;&#160; Uma emergente atualização dos currículos escolares da educação básica, assim como uma reforma nos cursos de graduação para formação de professores atendendo de forma urgente um novo conceito mundial de ensinar se fazem urgentes.&#160; Os atuais problemas da educação passam a exigir dos profissionais e dos alunos competências e habilidades que extravasam o currículo tradicional”, resumiu Jurema Iara Reis Belli.&#160;&#160; O Livro “Formação de Professores e Inovação Pedagógica” está à venda no site da Editora Paco, e em todas as livrarias do País. Acompanhe as explicações de Jurema a partir do áudio disponível abaixo: Sobre o livro publicado pela Paco Editorial: Formação de professores e inovação pedagógica, é uma obra organizada em oito capítulos, dividida em dois eixos temáticos, que consideram; “os contextos, processos e a evolução pedagógica” e a formação de professores, com o objetivo de apresentar reflexões a respeito da formação docente e suas práticas pedagógicas, destacando a importância de inserção de novas metodologias em sala de aula, formando novos profissionais de educação, com diferentes habilidades. COMPRAR Sobre as autoras: Jurema Iara Reis Belli: Doutora em Educação, pela Universidade Aberta de Portugal. Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Graduada em Pedagogia. Professora da Universidade do Estado de santa Catarina. Pesquisadora na área de Formação de Professores. Gestora do Pacto de Educação em Direitos Humanos (Udesc) e Coordenadora do Projeto Gepes/Gradcia (Udesc). Autora de vários Livros. Realizando Projeto de Pós-Doutoramento na Universidade Beira do Interior, Portugal.&#160; Susana Henriques:&#160;Doutorada em Sociologia, com especialização em Sociologia da Educação, da Comunicação e da Cultura pelo Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, Professora Auxiliar com Agregação no Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, Portugal. Investigadora do Cies_Iscte e do LE@D da Universidade Aberta, Portugal. Integra a equipa de coordenação do mestrado em Administração e Gestão Educacional e a equipa de coordenação de cursos de formação docente para a Docência Digital em Rede. Tem orientado diversos trabalhos de mestrado, doutoramento e pós-doutoramento. Tem participado em projetos de investigação, apresentado comunicações em eventos de caráter científico e publicado artigos em revistas científicas. Cláudia Neves: Professora Auxiliar na Universidade Aberta desde 2010, onde leciona Unidades Curriculares no Departamento de Educação e Ensino a Distância. Atualmente é diretora deste Departamento. De 2017 a 2019 foi coordenadora do Mestrado em Administração e Gestão Educacional, e mantém-se atualmente como sua coordenadora. Tem orientado várias dissertações de mestrado e teses de doutoramento em torno de temas relacionados com a administração e gestão educacional, a liderança educacional e as políticas educativas. É investigadora integrada no Laboratório de Educação e Ensino a Distância (LE@D) onde desenvolve investigação sobre Políticas Educativas e novas formas de regulação da educação no contexto nacional e internacional, com especial destaque para o papel da União Europeia na definição da política educativa dos seus Estados-membros. Atualmente a sua investigação procura explorar e aprofundar cenários de formação em ambientes digitais especialmente orientados para a gestão e liderança das escolas em Portugal e na Europa e a exploração das teorias da complexidade na administração e gestão educacional. Fonte: Udesc Joinville Achou interessante? Acesse aqui para saber mais. Livros com 20%OFF]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="30648" class="elementor elementor-30648" data-elementor-post-type="post">
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<p class="has-drop-cap">A professora Jurema Iara Reis Belli da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Joinville participou da organização do livro “Formação de Professores e Inovação Pedagógica”, em conjunto com as professoras Susana Henriques e Claudia Neves.&nbsp;&nbsp;&nbsp; A obra conta com nove capítulos que discutem a temática da Inovação Pedagógica, foi lançado pela Editora Paco, e possui 196 páginas, ano de publicação 2022.</p>



<p>“A necessidade de introduzir metodologias inovadoras na sala de aula, é a forma mais ampla e assertiva na relação teoria X prática, ultrapassando os limites da educação puramente tradicional, e estimulando uma educação reflexiva, transformadora e participativa.&nbsp;&nbsp; Uma emergente atualização dos currículos escolares da educação básica, assim como uma reforma nos cursos de graduação para formação de professores atendendo de forma urgente um novo conceito mundial de ensinar se fazem urgentes.&nbsp; Os atuais problemas da educação passam a exigir dos profissionais e dos alunos competências e habilidades que extravasam o currículo tradicional”, resumiu Jurema Iara Reis Belli.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O Livro “Formação de Professores e Inovação Pedagógica” está à venda no site da Editora Paco, e em todas as livrarias do País.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Acompanhe as explicações de Jurema a partir do áudio disponível abaixo:</strong></p>



<figure class="wp-block-audio aligncenter"><audio controls src="https://editorialpaco.com.br/wp-content/uploads/2022/07/REP05-LIVRO-JUREMA-2022.05.26-2.mp3"></audio><figcaption><em>Áudio</em></figcaption></figure>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre o livro publicado pela Paco Editorial:</strong></p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:24% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/formacao-de-professores-e-inovacao-pedagogica"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/f5055af4a115baa307baafd336bcb8f5.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p style="font-size:15px">Formação de professores e inovação pedagógica, é uma obra organizada em oito capítulos, dividida em dois eixos temáticos, que consideram; “os contextos, processos e a evolução pedagógica” e a formação de professores, com o objetivo de apresentar reflexões a respeito da formação docente e suas práticas pedagógicas, destacando a importância de inserção de novas metodologias em sala de aula, formando novos profissionais de educação, com diferentes habilidades.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/formacao-de-professores-e-inovacao-pedagogica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
</div></div>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Sobre as autoras:</strong></p>



<p><strong>Jurema Iara Reis Belli</strong>: Doutora em Educação, pela Universidade Aberta de Portugal. Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Graduada em Pedagogia. Professora da Universidade do Estado de santa Catarina. Pesquisadora na área de Formação de Professores. Gestora do Pacto de Educação em Direitos Humanos (Udesc) e Coordenadora do Projeto Gepes/Gradcia (Udesc). Autora de vários Livros. Realizando Projeto de Pós-Doutoramento na Universidade Beira do Interior, Portugal.&nbsp;</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Susana Henriques:</strong>&nbsp;Doutorada em Sociologia, com especialização em Sociologia da Educação, da Comunicação e da Cultura pelo Iscte – Instituto Universitário de Lisboa, Professora Auxiliar com Agregação no Departamento de Educação e Ensino a Distância da Universidade Aberta, Portugal. Investigadora do Cies_Iscte e do LE@D da Universidade Aberta, Portugal. Integra a equipa de coordenação do mestrado em Administração e Gestão Educacional e a equipa de coordenação de cursos de formação docente para a Docência Digital em Rede. Tem orientado diversos trabalhos de mestrado, doutoramento e pós-doutoramento. Tem participado em projetos de investigação, apresentado comunicações em eventos de caráter científico e publicado artigos em revistas científicas.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Cláudia Neves</strong>: Professora Auxiliar na Universidade Aberta desde 2010, onde leciona Unidades Curriculares no Departamento de Educação e Ensino a Distância. Atualmente é diretora deste Departamento. De 2017 a 2019 foi coordenadora do Mestrado em Administração e Gestão Educacional, e mantém-se atualmente como sua coordenadora. Tem orientado várias dissertações de mestrado e teses de doutoramento em torno de temas relacionados com a administração e gestão educacional, a liderança educacional e as políticas educativas. É investigadora integrada no Laboratório de Educação e Ensino a Distância (LE@D) onde desenvolve investigação sobre Políticas Educativas e novas formas de regulação da educação no contexto nacional e internacional, com especial destaque para o papel da União Europeia na definição da política educativa dos seus Estados-membros. Atualmente a sua investigação procura explorar e aprofundar cenários de formação em ambientes digitais especialmente orientados para a gestão e liderança das escolas em Portugal e na Europa e a exploração das teorias da complexidade na administração e gestão educacional.</p>



<p class="has-small-font-size">Fonte: Udesc Joinville</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Achou interessante? Acesse <a href="https://www.udesc.br/cct/noticia/professora_da_udesc_joinville_participa_de_organizacao_de_livro_sobre_inovacao_pedagogica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> para saber mais.</p>
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		<title>Uso de &#8220;Afim&#8221; e &#8220;A fim de&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 13:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA["Afim" e "A fim de"]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois modos estão certos. Isso significa que ambos existem na Língua Portuguesa, entretanto a aplicação do “Afim” é diferente do uso do “A fim de”. Afinal, cada expressão tem o seu próprio significado. Assim sendo, entender como empregar cada termo é importante para expressar aquilo que é desejado. Acompanhe com atenção o artigo e descubra como é o uso de “Afim” e “A fim de”. Boa leitura! Quando usar o “Afim”? Sobretudo, entenda que o “afim” pode funcionar tanto como substantivo, quanto como adjetivo. Enquanto o substantivo é responsável por nomear e designar os seres, o adjetivo é capaz de alterar o substantivo e é utilizado para dar uma característica a determinado ser Em “o menino é empenhado”, “menino” é o substantivo, já “empenhado” é adjetivo. Esclarecendo esse ponto, dá para entender com facilidade às duas formas de categorizar o termo “afim”, ok? Desse modo, quando a palavra é empregada como substantivo, o propósito é indicar indivíduos conectados por afinidade. Por outro lado, “afim” como adjetivo é referente a similaridades. “Sua roupa era afim com vestuários antigos”. Nesse sentido, o termo “afim” transmite a ideia de parecido, semelhante. “Para conseguir o emprego, é necessário ser formado em Publicidade, Jornalismo ou área afins”. Já no exemplo acima, o “afim” é substantivo e, comumente, sempre colocado no plural. Quando usar “A fim de”? Em primeiro lugar, é necessário destacar que “a fim”, escrito desta forma, é categorizado como locução prepositiva. Entenda que as locuções prepositivas são sempre compostas por dois ou, até mesmo, mais palavras e, quando estão juntos, vão ser equivalentes a uma preposição. Já a preposição é um termo com a função de conectar dois pontos em uma oração, de forma a definir uma relação. Justamente por essa razão, é comum dizer “a fim de”. Em geral, “a fim de” é utilizado com o objetivo de exprimir finalidade. “João escreveu a mensagem a fim de mostrar que sente muito” o uso do “a fim de” nessa frase indica propósito e é permitido trocar tal termo por “para”; “Pedro não está a fim” o “a fim” aqui é uma preposição subentendida e implicitamente é possível entender o seu sentido; “Quando Mariana está a fim de ver um filme, ela vai ao cinema” o uso do “a fim de” nessa oração imprime algum interesse, seria possível substituí-lo por “interessada em”. Dicas para nunca mais errar Em suma, “a fim de” é responsável por sugerir alguma finalidade, já “afim”, poderá ser empregado para expressar proximidade, certo? Embora essa dica ajude, ainda dá para entender com mais facilidade a diferença. Ainda que o uso de “afim” e “a fim de” soe complexo, não é. Para ter completa certeza de que está escrevendo ou falando o termo adequado, busque trocar o “a fim de” por: “com o objetivo de”, “com a vontade de”, “com o interesse de”. Logo, se as alternativas citadas se enquadram apropriadamente na frase, certamente, “a fim de” é o correto. Ao contrário disso, o emprego de “afim” é certo e para confirmar, basta lembrar que a ideia do “afim” é de proximidade e nunca mais um erro será cometido. Gostou do conteúdo? Compartilhe-o e continue acompanhando nossas postagens!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Os dois modos estão certos. Isso significa que ambos existem na Língua Portuguesa, entretanto a aplicação do “Afim” é diferente do uso do “A fim de”. Afinal, cada expressão tem o seu próprio significado. Assim sendo, entender como empregar cada termo é importante para expressar aquilo que é desejado.</p>



<p>Acompanhe com atenção o artigo e descubra como é o uso de “Afim” e “A fim de”.</p>



<p>Boa leitura!</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Quando usar o “Afim”?</strong></p>



<p>Sobretudo, entenda que o “afim” pode funcionar tanto como substantivo, quanto como adjetivo. Enquanto o substantivo é responsável por nomear e designar os seres, o adjetivo é capaz de alterar o substantivo e é utilizado para dar uma característica a determinado ser</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Em “o menino é empenhado”, “menino” é o substantivo, já “empenhado” é adjetivo.</li></ul>



<p>Esclarecendo esse ponto, dá para entender com facilidade às duas formas de categorizar o termo “afim”, ok?</p>



<p>Desse modo, quando a palavra é empregada como substantivo, o propósito é indicar indivíduos conectados por afinidade. Por outro lado, “afim” como adjetivo é referente a similaridades.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“Sua roupa era afim com vestuários antigos”.</li></ul>



<p>Nesse sentido, o termo “afim” transmite a ideia de parecido, semelhante.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“Para conseguir o emprego, é necessário ser formado em Publicidade, Jornalismo ou área afins”.</li></ul>



<p>Já no exemplo acima, o “afim” é substantivo e, comumente, sempre colocado no plural.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Quando usar “A fim de”?</strong></p>



<p>Em primeiro lugar, é necessário destacar que “a fim”, escrito desta forma, é categorizado como locução prepositiva. Entenda que as locuções prepositivas são sempre compostas por dois ou, até mesmo, mais palavras e, quando estão juntos, vão ser equivalentes a uma preposição. Já a preposição é um termo com a função de conectar dois pontos em uma oração, de forma a definir uma relação. Justamente por essa razão, é comum dizer “a fim de”. Em geral, “a fim de” é utilizado com o objetivo de exprimir finalidade.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>“João escreveu a mensagem a fim de mostrar que sente muito” o uso do “a fim de” nessa frase indica propósito e é permitido trocar tal termo por “para”;</li><li>“Pedro não está a fim” o “a fim” aqui é uma preposição subentendida e implicitamente é possível entender o seu sentido;</li><li>“Quando Mariana está a fim de ver um filme, ela vai ao cinema” o uso do “a fim de” nessa oração imprime algum interesse, seria possível substituí-lo por “interessada em”.</li></ul>



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<p><strong>Dicas para nunca mais errar</strong></p>



<p>Em suma, “a fim de” é responsável por sugerir alguma finalidade, já “afim”, poderá ser empregado para expressar proximidade, certo?</p>



<p>Embora essa dica ajude, ainda dá para entender com mais facilidade a diferença. Ainda que o uso de “afim” e “a fim de” soe complexo, não é.</p>



<p>Para ter completa certeza de que está escrevendo ou falando o termo adequado, busque trocar o “a fim de” por: “com o objetivo de”, “com a vontade de”, “com o interesse de”.</p>



<p>Logo, se as alternativas citadas se enquadram apropriadamente na frase, certamente, “a fim de” é o correto. Ao contrário disso, o emprego de “afim” é certo e para confirmar, basta lembrar que a ideia do “afim” é de proximidade e nunca mais um erro será cometido.</p>



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		<title>Uso de &#8220;Assistir ao&#8221; e &#8220;Assistir o&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 15:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
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					<description><![CDATA[Entender o&#160;uso de assistir ao/assistir o&#160;pode ser complicado para algumas pessoas, porém, garantimos que não é tão complicado quanto parece. De maneira simples, é possível entender como esse verbo funciona dentro de qualquer frase. No artigo a seguir, vamos falar mais sobre os sentidos que o verbo assistir pode ter em um texto, além de te explicarmos as regras gramaticais de maneira prática. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse verbo tão polêmico! Quais sentidos esse verbo pode ter? Antes de entender a&#160;diferença de uso entre assistir ao e assistir o, é preciso compreender quais sentidos essas expressões podem ter em uma frase. Basicamente, o verbo pode ser apresentado de duas formas dentro de uma frase. A primeira forma de se utilizar o verbo assistir diz respeito a prestar socorro a alguém. Um médico, por exemplo, ao atender uma vítima de acidente, está&#160;assistindo o paciente, oferecendo ajuda, cuidado de suas feridas. Outra maneira de se utilizar o verbo é com o sentido de observar algo que está acontecendo. Quando se assiste ao jogo de um time de um futebol, por exemplo, nós estamos fazendo uso dessa forma de se utilizar essa palavra. Como diferenciar os usos disponíveis? Como vimos, o verbo pode ser utilizado de duas formas diferentes, uma apresentando a preposição “a” e o outro não necessitando desse complemento. Mas afinal, como saber quando utilizar a preposição e quando ela não é necessária? Vamos às explicações. Basicamente, quando estamos falando de assistir alguém,&#160;no sentido de ajudar, não precisamos da preposição. Dessa forma, se você prestar socorro médico para alguém, você assistirá aquela pessoa, sem a necessidade de um “a” a mais. Já quando estamos falando de assistir algo, no sentido de observar alguma coisa acontecer, precisamos adicionar uma preposição. Por isso, quando falamos que vamos assistir ao jogo do Flamengo, precisamos pronunciar a preposição “a”, junta do artigo “o”. Exemplos para fixar o seu aprendizado Para tornar ainda mais claro o aprendizado, vamos apresentar alguns exemplos sobre como&#160;usar assistir ao e assistir o. Analisar a escrita correta pode ajudar a identificar, com mais facilidade, quando utilizar a preposição ou não em conjunto com o verbo. Sem mais delongas, vamos conferir exemplos práticos de como utilizar o verbo assistir da maneira correta: após o acidente, a enfermeira&#160;assistiu a vítima&#160;da melhor forma possível (com sentido de ajudar, logo, sem preposição); o Rodrigo deixou de&#160;assistir ao jogo&#160;do Palmeiras porque estava doente (com sentido de observar, logo, precisa de preposição); vamos&#160;assistir ao show&#160;da nossa banda de rock favorita no mês que vem (com sentido de observar, logo, precisa de preposição); o médico&#160;assistiu o paciente&#160;da maneira correta, e por isso, salvou a vida do paciente (com sentido de ajudar, logo, sem preposição). Ainda é válido destacar que, ao utilizar o verbo com&#160;sentido de pertencimento, é necessário adicionar a preposição, assim como no caso de observação. Exemplo: a moradia comunitária assiste aos cidadãos daquela região. No fim, são essas as diferenças que podem aparecer quando estamos falando do uso do verbo assistir. Caso queira conferir outras respostas sobre o uso correto da gramática, confira outros artigos presentes em nosso blog!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Entender o&nbsp;<strong>uso de assistir ao/assistir o</strong>&nbsp;pode ser complicado para algumas pessoas, porém, garantimos que não é tão complicado quanto parece. De maneira simples, é possível entender como esse verbo funciona dentro de qualquer frase.</p>



<p>No artigo a seguir, vamos falar mais sobre os sentidos que o verbo assistir pode ter em um texto, além de te explicarmos as regras gramaticais de maneira prática. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse verbo tão polêmico!</p>



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<p><strong>Quais sentidos esse verbo pode ter?</strong></p>



<p>Antes de entender a&nbsp;<strong>diferença de uso entre assistir ao e assistir o</strong>, é preciso compreender quais sentidos essas expressões podem ter em uma frase. Basicamente, o verbo pode ser apresentado de duas formas dentro de uma frase.</p>



<p>A primeira forma de se utilizar o verbo assistir diz respeito a prestar socorro a alguém. Um médico, por exemplo, ao atender uma vítima de acidente, está&nbsp;<strong>assistindo o paciente</strong>, oferecendo ajuda, cuidado de suas feridas.</p>



<p>Outra maneira de se utilizar o verbo é com o sentido de observar algo que está acontecendo. Quando se <strong>assiste ao jogo</strong> de um time de um futebol, por exemplo, nós estamos fazendo uso dessa forma de se utilizar essa palavra.</p>



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<p><strong>Como diferenciar os usos disponíveis?</strong></p>



<p>Como vimos, o verbo pode ser utilizado de duas formas diferentes, uma apresentando a preposição “a” e o outro não necessitando desse complemento. Mas afinal, como saber quando utilizar a preposição e quando ela não é necessária? Vamos às explicações.</p>



<p>Basicamente, quando estamos falando de assistir alguém,&nbsp;<strong>no sentido de ajudar, não precisamos da preposição</strong>. Dessa forma, se você prestar socorro médico para alguém, você assistirá aquela pessoa, sem a necessidade de um “a” a mais.</p>



<p>Já quando estamos falando de assistir algo, no sentido de <strong>observar alguma coisa acontecer, precisamos adicionar uma preposição</strong>. Por isso, quando falamos que vamos assistir ao jogo do Flamengo, precisamos pronunciar a preposição “a”, junta do artigo “o”.</p>



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<p><strong>Exemplos para fixar o seu aprendizado</strong></p>



<p>Para tornar ainda mais claro o aprendizado, vamos apresentar alguns exemplos sobre como&nbsp;<strong>usar assistir ao e assistir o</strong>. Analisar a escrita correta pode ajudar a identificar, com mais facilidade, quando utilizar a preposição ou não em conjunto com o verbo.</p>



<p>Sem mais delongas, vamos conferir exemplos práticos de como utilizar o verbo assistir da maneira correta:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>após o acidente, a enfermeira&nbsp;<strong>assistiu a vítima</strong>&nbsp;da melhor forma possível (com sentido de ajudar, logo, sem preposição);</li><li>o Rodrigo deixou de&nbsp;<strong>assistir ao jogo</strong>&nbsp;do Palmeiras porque estava doente (com sentido de observar, logo, precisa de preposição);</li><li>vamos&nbsp;<strong>assistir ao show</strong>&nbsp;da nossa banda de rock favorita no mês que vem (com sentido de observar, logo, precisa de preposição);</li><li>o médico&nbsp;<strong>assistiu o paciente</strong>&nbsp;da maneira correta, e por isso, salvou a vida do paciente (com sentido de ajudar, logo, sem preposição).</li></ul>



<p>Ainda é válido destacar que, ao utilizar o verbo com&nbsp;<strong>sentido de pertencimento</strong>, é necessário adicionar a preposição, assim como no caso de observação. Exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>a moradia comunitária assiste aos cidadãos daquela região.</li></ul>



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<p>No fim, são essas as diferenças que podem aparecer quando estamos falando do uso do verbo assistir. Caso queira conferir outras respostas sobre o uso correto da gramática, confira outros artigos presentes em nosso blog!</p>
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		<title>&#8220;Assistir ao&#8221; ou &#8220;Assistir o&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 20:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entender o&#160;uso de &#8220;assistir ao&#8221;/&#8221;assistir o&#8221;&#160;pode ser complicado para algumas pessoas, porém, garantimos que não é tão complicado quanto parece. De maneira simples, é possível entender como esse verbo funciona dentro de qualquer frase. No artigo a seguir, vamos falar mais sobre os sentidos que o verbo assistir pode ter em um texto, além de te explicarmos as regras gramaticais de maneira prática. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse verbo tão polêmico! Quais sentidos esse verbo pode ter? Antes de entender a&#160;diferença de uso entre assistir ao e assistir o, é preciso compreender quais sentidos essas expressões podem ter em uma frase. Basicamente, o verbo pode ser apresentado de duas formas dentro de uma frase. A primeira forma de se utilizar o verbo assistir diz respeito a prestar socorro a alguém. Um médico, por exemplo, ao atender uma vítima de acidente, está&#160;assistindo o paciente, oferecendo ajuda, cuidado de suas feridas. Outra maneira de se utilizar o verbo é com o sentido de observar algo que está acontecendo. Quando se&#160;assiste ao jogo&#160;de um time de um futebol, por exemplo, nós estamos fazendo uso dessa forma de se utilizar essa palavra. Como diferenciar os usos disponíveis? Como vimos, o verbo pode ser utilizado de duas formas diferentes, uma apresentando a preposição “a” e o outro não necessitando desse complemento. Mas afinal, como saber quando utilizar a preposição e quando ela não é necessária? Vamos às explicações. Basicamente, quando estamos falando de assistir alguém,&#160;no sentido de ajudar, não precisamos da preposição. Dessa forma, se você prestar socorro médico para alguém, você assistirá aquela pessoa, sem a necessidade de um “a” a mais. Já quando estamos falando de assistir algo, no sentido de&#160;observar alguma coisa acontecer, precisamos adicionar uma preposição. Por isso, quando falamos que vamos assistir ao jogo do Flamengo, precisamos pronunciar a preposição “a”, junta do artigo “o”. Exemplos para fixar o seu aprendizado Para tornar ainda mais claro o aprendizado, vamos apresentar alguns exemplos sobre como&#160;usar assistir ao e assistir o. Analisar a escrita correta pode ajudar a identificar, com mais facilidade, quando utilizar a preposição ou não em conjunto com o verbo. Sem mais delongas, vamos conferir exemplos práticos de como utilizar o verbo assistir da maneira correta: Após o acidente, a enfermeira&#160;assistiu a vítima&#160;da melhor forma possível (com sentido de ajudar, logo, sem preposição); O Rodrigo deixou de&#160;assistir ao jogo&#160;do Palmeiras porque estava doente (com sentido de observar, logo, precisa de preposição); Vamos&#160;assistir ao show&#160;da nossa banda de rock favorita no mês que vem (com sentido de observar, logo, precisa de preposição); O médico&#160;assistiu o paciente&#160;da maneira correta, e por isso, salvou a vida do paciente (com sentido de ajudar, logo, sem preposição). Ainda é válido destacar que, ao utilizar o verbo com&#160;sentido de pertencimento, é necessário adicionar a preposição, assim como no caso de observação. Exemplo: A moradia comunitária assiste aos cidadãos daquela região. No fim, são essas as diferenças que podem aparecer quando estamos falando do uso do verbo assistir. Caso queira conferir outras respostas sobre o uso correto da gramática, confira outros artigos presentes em nosso blog!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Entender o&nbsp;uso<strong> </strong>de<strong> &#8220;assistir ao&#8221;/&#8221;assistir o&#8221;</strong>&nbsp;pode ser complicado para algumas pessoas, porém, garantimos que não é tão complicado quanto parece. De maneira simples, é possível entender como esse verbo funciona dentro de qualquer frase. No artigo a seguir, vamos falar mais sobre os sentidos que o verbo assistir pode ter em um texto, além de te explicarmos as regras gramaticais de maneira prática. Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse verbo tão polêmico!</p>



<p><strong>Quais sentidos esse verbo pode ter?</strong></p>



<p>Antes de entender a&nbsp;<strong>diferença de uso entre assistir ao e assistir o</strong>, é preciso compreender quais sentidos essas expressões podem ter em uma frase. Basicamente, o verbo pode ser apresentado de duas formas dentro de uma frase.</p>



<p>A primeira forma de se utilizar o verbo assistir diz respeito a prestar socorro a alguém. Um médico, por exemplo, ao atender uma vítima de acidente, está&nbsp;<strong>assistindo o paciente</strong>, oferecendo ajuda, cuidado de suas feridas.</p>



<p>Outra maneira de se utilizar o verbo é com o sentido de observar algo que está acontecendo. Quando se&nbsp;<strong>assiste ao jogo</strong>&nbsp;de um time de um futebol, por exemplo, nós estamos fazendo uso dessa forma de se utilizar essa palavra.</p>



<p><strong>Como diferenciar os usos disponíveis?</strong></p>



<p>Como vimos, o verbo pode ser utilizado de duas formas diferentes, uma apresentando a preposição “a” e o outro não necessitando desse complemento. Mas afinal, como saber quando utilizar a preposição e quando ela não é necessária? Vamos às explicações.</p>



<p>Basicamente, quando estamos falando de assistir alguém,&nbsp;<strong>no sentido de ajudar, não precisamos da preposição</strong>. Dessa forma, se você prestar socorro médico para alguém, você assistirá aquela pessoa, sem a necessidade de um “a” a mais.</p>



<p>Já quando estamos falando de assistir algo, no sentido de&nbsp;<strong>observar alguma coisa acontecer, precisamos adicionar uma preposição</strong>. Por isso, quando falamos que vamos assistir ao jogo do Flamengo, precisamos pronunciar a preposição “a”, junta do artigo “o”.</p>



<p><strong>Exemplos para fixar o seu aprendizado</strong></p>



<p>Para tornar ainda mais claro o aprendizado, vamos apresentar alguns exemplos sobre como&nbsp;<strong>usar assistir ao e assistir o</strong>. Analisar a escrita correta pode ajudar a identificar, com mais facilidade, quando utilizar a preposição ou não em conjunto com o verbo.</p>



<p>Sem mais delongas, vamos conferir exemplos práticos de como utilizar o verbo assistir da maneira correta:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Após o acidente, a enfermeira&nbsp;<strong>assistiu a vítima</strong>&nbsp;da melhor forma possível (com sentido de ajudar, logo, sem preposição);</li><li>O Rodrigo deixou de&nbsp;<strong>assistir ao jogo</strong>&nbsp;do Palmeiras porque estava doente (com sentido de observar, logo, precisa de preposição);</li><li>Vamos&nbsp;<strong>assistir ao show</strong>&nbsp;da nossa banda de rock favorita no mês que vem (com sentido de observar, logo, precisa de preposição);</li><li>O médico&nbsp;<strong>assistiu o paciente</strong>&nbsp;da maneira correta, e por isso, salvou a vida do paciente (com sentido de ajudar, logo, sem preposição).</li></ul>



<p>Ainda é válido destacar que, ao utilizar o verbo com&nbsp;<strong>sentido de pertencimento</strong>, é necessário adicionar a preposição, assim como no caso de observação. Exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>A moradia comunitária assiste aos cidadãos daquela região.</li></ul>



<p>No fim, são essas as diferenças que podem aparecer quando estamos falando do uso do verbo assistir. </p>



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<p>Caso queira conferir outras respostas sobre o uso correto da gramática, confira outros artigos presentes em nosso blog!</p>
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		<title>As relações diplomáticas entre Brasil e Uruguai (1931-1938)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paco Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 20:55:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conteúdos Paco]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço]]></category>
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		<category><![CDATA[Uruguai]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil e Uruguai são países fronteiriços com uma extensão de fronteira de 1.068 km e uma área de 38.343 km2, envolvendo cinco departamentos uruguaios e diversos municípios brasileiros. Atualmente, cerca de 800 mil habitantes, vivem na fronteira uruguaio-brasileira. Durante a Era Vargas (1930-1945), os intercâmbios políticos, comerciais e culturais se intensificaram gradativamente. Isso porque essas relações entre Brasil e Uruguai refletiram mudanças na política continental e internacional de ambos os países. Em termos histórico-geográficos, o território da Bacia do Prata tem apresentado um contorno bipolar, no qual se distingue um polo hegemônico, formado pelos grandes estados da Argentina e do Brasil, e uma área fronteiriça, formada pelos três restantes “pequenos” países (Bolívia, Paraguai e Uruguai). A longa disputa argentino-brasileira pela liderança na região, sem dúvida, configurou a base dominante do paradigma de conflito, que prevaleceu na região pelo menos até a segunda metade da década de 1980. Por sua vez, os restantes “estados fronteiriços” basicamente “pendularam” – ainda que de formas diferentes – entre os dois gigantes, fechando definitivamente o caminho isolacionista após a destruição do Paraguai na Guerra do Paraguai (1864-1870). Sem acesso ao mar após a também condenável &#8220;Guerra do Pacífico&#8221;, a Bolívia ficou como o Paraguai, de certa forma, convertida em &#8220;prisioneiros geopolíticos&#8221;, com as consequentes severas restrições dessa situação. O Uruguai, por outro lado, a partir de sua localização privilegiada na foz do estuário do Rio da Prata, pôde ter outras possibilidades de conexão além da região, embora sua história não possa ser compreendida senão em estreita relação, embora com maior flexibilidade, com a evolução de sua vizinhança. Indubitavelmente, essa dualidade configurou uma das chaves para entender os paradigmas políticos da região platina ao longo de sua história. Nesse sentido, a maior parte dos conflitos que se desenrolaram na história regional tem a ver com os significados dessa complexa polaridade, em especial com a dialética gerada pela oferta de liderança entre os dois &#8220;Estados hegemônicos&#8221; e pelas ações restritas implementadas pelos outros três “estados fronteiriços”, buscando aproveitar a disputa entre seus “gigantes” vizinhos e afirmar seus interesses e direitos limitados pelas visíveis assimetrias da região. Após essa equação, a elucidação de muitos conflitos históricos na região do Cone Sul também dependeu de como “os grandes” interagiam em relação aos “pequenos”. Essa interação poderia assumir a lógica bélica de conquista militar, como na Guerra do Paraguai contra o Paraguai, em que a Argentina de Mitre e o Império do Brasil de D. Pedro II atuaram juntos, com a participação secundária do Uruguai, ou em outras, em que o Brasil atuou sozinho com objetivos muito específicos, como, por exemplo, na conquista das cabeceiras dos três grandes rios (o Paraná, o Paraguai e o Uruguai) que compõem os três grandes sistemas hidrográficos da Bacia do Prata. Em outras ocasiões, como no período de 1930-1980, que muitos autores concordam em caracterizar como a &#8220;era da geopolítica&#8221;, os instrumentos de ação foram implementados por meio de iniciativas diplomáticas ou negociações bilaterais, muitas vezes referindo-se ao uso energético dos recursos naturais. Nos tempos de Getúlio Vargas e Gabriel Terra, ao longo da década de 1930, o conflito entre os &#8220;Estados hegemônicos&#8221; traduzia-se frequentemente na tensão entre bilateralismo x multilateralismo. Por muitas razões, de geográficas a políticas e históricas, o Brasil tendeu claramente a preferir e a defender a primeira estratégia, enquanto a Argentina, com muito menos sucesso e com menos planos estratégicos, foi orientada a resistir aos ataques do “gigante norteño” através da reivindicação dos princípios do multilateralismo. A resolução desta última tensão teve também muito a ver com a atitude assumida, geralmente separadamente, pelos três “estados fronteiriços” a que nos referimos. Naqueles distantes anos 30, Brasil e Uruguai -além de suas manifestas assimetrias- interagiram em um contexto regional cada vez mais impactado pela vertigem de um mundo carregado de polarização ideológica e guerra. A partir de sua antiga autopercepção de &#8220;país pequeno entre dois gigantes&#8221;, o Uruguai continuou a oscilar entre Argentina e Brasil, mas como já foi apontado, por muitas razões &#8211; algumas conjunturais, outras com uma perspectiva &#8220;mais complexa&#8221; &#8211; fê-lo por uma clara preferência pelo “gigante do Norte”. Esse nível mais alto de associação também tinha a ver com a proximidade política e até pessoal entre Terra e Vargas. Para compreender melhor essas relações diplomáticas entre esses países da América do Sul confira o livro de Rafael Nascimento Gomes, “As relações diplomáticas entre Brasil e Uruguai (1931-1938): o Brasil de Getúlio Vargas visto pelo Uruguai de Gabriel Terra”, disponível no catálogo da Paco Editorial: Neste livro, o leitor encontrará uma síntese histórica da política do Brasil em relação ao Rio da Prata, com destaque para o Uruguai, bem como análise da historiografia sobre as relações entre os dois países. A análise da interpretação da diplomacia uruguaia do Governo de Getúlio Vargas, bem como dos seus objetivos e expectativas nas relações com o Brasil, entre 1931 e 1938, é feita pari passu às suas conexões com os processos políticos internos uruguaio e brasileiro. Rafael Nascimento Gomes é bem-sucedido em demonstrar a “visão do outro” – da diplomacia uruguaia – em relação às políticas interna e externa brasileira. Ademais, ele contribui para o conhecimento delas por meio do aporte das análises diplomáticas uruguaias sobre a realidade política brasileira. Este livro demonstra não só a importância do Brasil para o Uruguai, mas também a importância deste para nós. Na década de 1930, convergiram para posições comuns no antiliberalíssimo e na vigência das ditaduras varguista e terrista; hoje, felizmente, convergimos no processo de integração e na defesa da democracia. Este livro é exitoso a analisar o início dessa trajetória, a qual demanda novos estudos históricos. COMPRAR Achou interessante? Acompanhe nosso blog para mais conteúdos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-drop-cap">Brasil e Uruguai são países fronteiriços com uma extensão de fronteira de 1.068 km e uma área de 38.343 km<sup>2</sup>, envolvendo cinco departamentos uruguaios e diversos municípios brasileiros. Atualmente, cerca de 800 mil habitantes, vivem na fronteira uruguaio-brasileira. Durante a Era Vargas (1930-1945), os intercâmbios políticos, comerciais e culturais se intensificaram gradativamente. Isso porque essas relações entre Brasil e Uruguai refletiram mudanças na política continental e internacional de ambos os países.</p>



<p>Em termos histórico-geográficos, o território da Bacia do Prata tem apresentado um contorno bipolar, no qual se distingue um polo hegemônico, formado pelos grandes estados da Argentina e do Brasil, e uma área fronteiriça, formada pelos três restantes “pequenos” países (Bolívia, Paraguai e Uruguai). A longa disputa argentino-brasileira pela liderança na região, sem dúvida, configurou a base dominante do paradigma de conflito, que prevaleceu na região pelo menos até a segunda metade da década de 1980. Por sua vez, os restantes “estados fronteiriços” basicamente “pendularam” – ainda que de formas diferentes – entre os dois gigantes, fechando definitivamente o caminho isolacionista após a destruição do Paraguai na Guerra do Paraguai (1864-1870). Sem acesso ao mar após a também condenável &#8220;Guerra do Pacífico&#8221;, a Bolívia ficou como o Paraguai, de certa forma, convertida em &#8220;prisioneiros geopolíticos&#8221;, com as consequentes severas restrições dessa situação. O Uruguai, por outro lado, a partir de sua localização privilegiada na foz do estuário do Rio da Prata, pôde ter outras possibilidades de conexão além da região, embora sua história não possa ser compreendida senão em estreita relação, embora com maior flexibilidade, com a evolução de sua vizinhança.</p>



<p>Indubitavelmente, essa dualidade configurou uma das chaves para entender os paradigmas políticos da região platina ao longo de sua história. Nesse sentido, a maior parte dos conflitos que se desenrolaram na história regional tem a ver com os significados dessa complexa polaridade, em especial com a dialética gerada pela oferta de liderança entre os dois &#8220;Estados hegemônicos&#8221; e pelas ações restritas implementadas pelos outros três “estados fronteiriços”, buscando aproveitar a disputa entre seus “gigantes” vizinhos e afirmar seus interesses e direitos limitados pelas visíveis assimetrias da região.</p>



<p>Após essa equação, a elucidação de muitos conflitos históricos na região do Cone Sul também dependeu de como “os grandes” interagiam em relação aos “pequenos”. Essa interação poderia assumir a lógica bélica de conquista militar, como na Guerra do Paraguai contra o Paraguai, em que a Argentina de Mitre e o Império do Brasil de D. Pedro II atuaram juntos, com a participação secundária do Uruguai, ou em outras, em que o Brasil atuou sozinho com objetivos muito específicos, como, por exemplo, na conquista das cabeceiras dos três grandes rios (o Paraná, o Paraguai e o Uruguai) que compõem os três grandes sistemas hidrográficos da Bacia do Prata. Em outras ocasiões, como no período de 1930-1980, que muitos autores concordam em caracterizar como a &#8220;era da geopolítica&#8221;, os instrumentos de ação foram implementados por meio de iniciativas diplomáticas ou negociações bilaterais, muitas vezes referindo-se ao uso energético dos recursos naturais.</p>



<p>Nos tempos de Getúlio Vargas e Gabriel Terra, ao longo da década de 1930, o conflito entre os &#8220;Estados hegemônicos&#8221; traduzia-se frequentemente na tensão entre bilateralismo x multilateralismo. Por muitas razões, de geográficas a políticas e históricas, o Brasil tendeu claramente a preferir e a defender a primeira estratégia, enquanto a Argentina, com muito menos sucesso e com menos planos estratégicos, foi orientada a resistir aos ataques do <em>“gigante norteño”</em> através da reivindicação dos princípios do multilateralismo. A resolução desta última tensão teve também muito a ver com a atitude assumida, geralmente separadamente, pelos três “estados fronteiriços” a que nos referimos.</p>



<p>Naqueles distantes anos 30, Brasil e Uruguai -além de suas manifestas assimetrias- interagiram em um contexto regional cada vez mais impactado pela vertigem de um mundo carregado de polarização ideológica e guerra. A partir de sua antiga autopercepção de &#8220;país pequeno entre dois gigantes&#8221;, o Uruguai continuou a oscilar entre Argentina e Brasil, mas como já foi apontado, por muitas razões &#8211; algumas conjunturais, outras com uma perspectiva &#8220;mais complexa&#8221; &#8211; fê-lo por uma clara preferência pelo “gigante do Norte”. Esse nível mais alto de associação também tinha a ver com a proximidade política e até pessoal entre Terra e Vargas.</p>



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<p>Para compreender melhor essas relações diplomáticas entre esses países da América do Sul confira o livro de Rafael Nascimento Gomes, “As relações diplomáticas entre Brasil e Uruguai (1931-1938): o Brasil de Getúlio Vargas visto pelo Uruguai de Gabriel Terra”, disponível no catálogo da <a href="https://www.pacolivros.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Paco Editorial</a>:</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:21% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><a href="https://www.pacolivros.com.br/as-relacoes-diplomaticas-entre-brasil-e-uruguai-1931-1938-o-brasil-de-getulio-vargas-visto-pelo-uruguai-de-gabriel-terra"><img decoding="async" src="https://assets.betalabs.net/fit-in/338x508/production/pacolivros/item-images/e518ef3a4625898fe49744898b552a4a.jpg" alt=""/></a></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="has-normal-font-size">Neste livro, o leitor encontrará uma síntese histórica da política do Brasil em relação ao Rio da Prata, com destaque para o Uruguai, bem como análise da historiografia sobre as relações entre os dois países. A análise da interpretação da diplomacia uruguaia do Governo de Getúlio Vargas, bem como dos seus objetivos e expectativas nas relações com o Brasil, entre 1931 e 1938, é feita pari passu às suas conexões com os processos políticos internos uruguaio e brasileiro. Rafael Nascimento Gomes é bem-sucedido em demonstrar a “visão do outro” – da diplomacia uruguaia – em relação às políticas interna e externa brasileira. Ademais, ele contribui para o conhecimento delas por meio do aporte das análises diplomáticas uruguaias sobre a realidade política brasileira. Este livro demonstra não só a importância do Brasil para o Uruguai, mas também a importância deste para nós. Na década de 1930, convergiram para posições comuns no antiliberalíssimo e na vigência das ditaduras varguista e terrista; hoje, felizmente, convergimos no processo de integração e na defesa da democracia. Este livro é exitoso a analisar o início dessa trajetória, a qual demanda novos estudos históricos.</p>



<p><strong><a href="https://www.pacolivros.com.br/as-relacoes-diplomaticas-entre-brasil-e-uruguai-1931-1938-o-brasil-de-getulio-vargas-visto-pelo-uruguai-de-gabriel-terra" target="_blank" rel="noreferrer noopener">COMPRAR</a></strong></p>
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