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Teoria_da_educação
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A teoria da educação

Educação e Filosofia possuem uma história íntima que remonta há milênios no processo de formação e construção dos homens. Não podemos ignorar preceitos das sabedorias chinesa e hindu, semita ou egípcia muito mais antigas do que a própria filosofia grega que nasce com Tales de Mileto. Mas também não podemos ignorar a singularidade, peculiaridade e a inovação do pensamento grego. A Paideia grega é o resultado de uma simetria impressionante entre a inovação e transformação da filosofia desenvolvida na Grécia e os processos de formação dos sujeitos, criando uma metamorfose revolucionária que culmina depois de séculos na escola. A Passagem do mundo antigo para o mundo medieval, e do mundo medieval para o mundo moderno e contemporâneo, levando em consideração suas várias transformações, revoluções e inovações potencializou a criação da Paideia grega, ou seja, a simbiose entre Educação e Filosofia, criando um contexto que chega a ser assustador, opressor e até mortífero. Pois o disciplinamento, o adestramento, o controle sobre as subjetividades e quais são as subjetividades que devem viver ou morrer nos levou às cercas de arame farpado, aos muros e às câmaras de gás de Auschwitz ou da Colônia Penal de Kafka. Isso não é negar os regressos obtidos durante anos, mas pensar como a Filosofia pode repensar a própria Educação ou negar essa Educação mortal que a própria Filosofia ajudou a construir, que marca a pele e a alma das pessoas. Portanto, o livro “O Inumano a Educação” é uma análise que busca pensar as novas relações entre a própria Filosofia e a Educação, a partir do inumano que se vislumbra dentro da escola como o prisioneiro kafkiano marcado na pele pela Paideia dos contemporâneos.

Texto de Davi C. Almeida

Confira abaixo a obra comentada anteriormente, disponível no catálogo de nossa Loja Virtual:

O inumano e a educação: problemas colocados à educação a partir do pensamento de Michel Foucault e Giorgio Agamben, busca discutir as problemáticas que envolvem a chamada produção do inumano, considerando os processos educacionais e o desenvolvimento da vida moderna. Toda a análise baseia-se nas contribuições teóricas que considera o anormal que envolve o subjetivo do filósofo francês Michael Foucault e a teoria do “homem sagrado” trazida pelo também filósofo, o italiano Giorgio Agamben. Essas duas teorias ajudam a compreender como acontece no mundo moderno o apagamento dos sujeitos que não são considerados “normais” na sociedade atual, o que se estende para o contexto educacional.

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