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Semana Mundial do Meio Ambiente ( de 01 à 05 de junho)
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Semana Mundial do Meio Ambiente ( de 01 à 05 de junho)

Em uma conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) em Estocolmo, a primeira grande reunião com chefes de estado sobre a degradação do meio ambiente, deu origem ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho de 1972.

A data foi instituída com o objetivo de mobilizar a população em nível global sobre a importância de se conscientizar e agir em prol do meio ambiente e é celebrada anualmente, desde 1974.

Mais de 150 países participam, nesse dia, do maior evento anual de ação ambiental, organizada pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), envolvendo autoridades governamentais, grandes empresas, ONGs, figuras públicas e celebridades, que saem em defesa das causas ambientais.

Então, em 1981, no Brasil, por meio de decreto, o Governo determinou o período de 1 a 5 de junho como a Semana do Meio Ambiente em todo o território nacional, a fim de promover a preservação das riquezas naturais do País.

O que fazer na Semana Mundial do Meio Ambiente?

Com o propósito de aumentar o envolvimento da comunidade com as questões ecológicas, a Semana do Meio Ambiente é um período para se colocar em prática algumas ações que podem fazer a diferença na preservação dos diferentes tipos de ecossistemas.

Seguem algumas dicas de como adotar essas atividades em escolas, empresas ou mesmo na sua casa:

1. Plantio de mudas ou sementes

Verifique os locais da sua cidade onde é permitido o plantio de árvores ou considere fazer em alguma área verde no estabelecimento onde está sendo feita a ação.

2. Coleta seletiva

Adote essa prática e incentive outras pessoas a fazerem a separação do lixo reciclável.

Felizmente, já é uma realidade em muitas empresas e escolas, mas vale insistir na educação do brasileiro, tanto para aplicar na sua casa quanto em outros ambientes e circunstâncias.

3. Dia sem carro

Estabeleça uma data para que as pessoas dispensem o uso do carro ou transportes que poluam o meio ambiente. Assim, elas também passam a conhecer novas possibilidades de alternar o tipo de transporte usado para ir à escola, trabalho ou outros compromissos.

Apresente opções que agridam menos a natureza ou mesmo promova o uso da “boa e velha” bicicleta.

Maior desafio ambiental para 2020

Segundo o secretário geral da ONU, a maior preocupação atualmente, em relação ao meio ambiente, é a mudança de clima, que ameaça cidades sujeitas à inundação e seca, sendo condenadas ao desaparecimento. Isso representa um risco a 1,1 bilhão de pessoas, que já sofrem com os efeitos das influências climáticas.

Vale ressaltar que os últimos cinco anos foram marcados como os mais quentes da história e, ainda, estima-se que, na última década, cerca de 4,5 bilhões de pessoas já foram impactadas por desastres naturais.

Papel da ONU no Meio Ambiente

Nesse contexto, a principal atuação da ONU é municiar os governos com dados concretos, informando o cenário real.

Dessa forma, o foco é para que haja um engajamento desses líderes, no âmbito da preservação ambiental, desvinculando o crescimento econômico da necessidade de exploração dos recursos naturais, emissão de carbono e contaminação.

Com isso, a ONU assume a sua intenção incitar as escolhas corretas, a fim de garantir a sustentabilidade no consumo e na produção mundial, melhorando a qualidade de vida, sem pôr em risco as gerações futuras. Afinal, são essas escolhas que, de fato, afetam o planeta.


Aproveite para conferir algumas obras que separamos sobre o tema:

A obra propõe aos professores de Educação Física no Ensino Fundamental II uma reflexão sobre a cultura corporal na interface da educação ambiental. Para isso o livro traz uma análise histórica da Educação Física escolar e estratégias didático-pedagógicas para a disciplina em sua relação com o tema transversal Meio Ambiente.


Esta obra descreve a situação da Saúde no Brasil e situações do Meio Ambiente vividas por muitos povos e aponta como estamos fragilizados diante das doenças crônicas não transmissíveis. O ser humano é igual em qualquer lugar do mundo e suas emoções são muitas vezes um reflexo do Meio Ambiente em que vive e como resultado ele pode ou não adoecer. Este é o foco desta grande obra, os conhecimentos contidos nela vão ao encontro dos atuais interesses da população. Saúde e o Meio Ambiente caminham juntos para que possamos almejar uma boa qualidade de vida.


E ainda que haja consenso de que a natureza e o ser humano são interligados numa espécie de rede tecida pelos serviços naturais – recursos esgotáveis e imprescindíveis para sobrevivência do planeta – seguimos usufruindo inconsequentemente desses recursos. Há um consenso também de que a Educação funciona como interface capaz de transformações expressivas e que a aprendizagem deve ser significativa: se faz sentir, faz sentido, havemos de nos sensibilizar. E, ainda que não tenhamos todas as respostas, seguimos experimentado, temos grande esperança em nossa capacidade de evolução a partir do conhecimento e partilha deste.


“Educação, turismo e meio ambiente…” apresenta a Ecopedagogia como uma possibilidade de articulação entre escola-comunidade na promoção do turismo sustentável, repensando esta atividade que historicamente tem sido sustentada pelo modelo economicista de produção capitalista. Este livro analisa os impactos socioambientais associados às romarias de Bom Jesus da Lapa/BA e as possibilidades e implicações da inserção dessa temática no currículo das escolas da Educação Básica situadas no município, à luz da LDB e dos PCNs, e orientando as instituições escolares a ressignificarem seus diferentes tempos-espaços para favorecer a assimilação do turismo criticamente e atuar conscientemente no espaço social.


Ao ler os escritos científicos do sul do Piauí não esperem encontrar análises fechadas ao espaço geográfico, posto que a intenção é inversa, é um movimento de troca contínua de reflexão e adaptação aos mais diversos e surpreendentes contextos contemporâneos. Não obstante, além da relevância entre os objetos de pesquisa, há algo muito peculiar, quais sejam os autores, alguns gratos amigos, e todos certamente muito conscientes do seu papel de propulsores do conhecimento científico em uma região tão rica em potencial, porém ainda tão pouco explorada e que para esses autores os verbos aguçar, despertar e compreender certamente fazem parte de seus cotidianos laborais. Com a publicação supracitada o leitor tem em suas mãos a oportunidade de estender sua visão de mundo, no sentido de produzir novos modos de pensar a realidade com uma exposição clara e firme de temas tão atuais e profícuos, alguns mais técnicos na maneira de escrever, outros mais imbuídos de interpretações. O projeto Corrente cresce e consolida-se como mais um importante canal de comunicação, não apenas acadêmico, posto que a ânsia por desbravar novos caminhos conceituais e metodológicos atinge um público cada vez maior. Assim, todos nós ganhamos, ganhamos na descoberta de trabalhos primorosos, ganhamos nas perspectivas diferenciadas e sobretudo, ganhamos na maneira de pensar uma nova teia, partindo de um ponto e sempre conectada às linhas que a compõem. (Miria Cássia Oliveira Aragão)


A década de 80 foi marcada por um novo estilo de vida do consumidor brasileiro. Suas atitudes de consumo se tornaram voltadas para a preservação ambiental. Surge nesse período o conceito “consumo verde” ou “consumo ecológico”, no qual o consumidor, além de buscar qualidade e preço, passou a incluir a variável ambiental na escolha de produtos e serviços, dando preferência àqueles que não agredissem o meio ambiente, desde a sua produção, passando pela distribuição, consumo, até o seu descarte final. Os problemas ambientais têm sido objeto de preocupação e de investigação para pesquisadores que estudam o comportamento do consumidor do mundo moderno. A publicação de um livro que relacione temas como: preocupação ambiental, o afeto dos consumidores, as normas subjetivas e o comportamento de compra de produtos ecologicamente corretos no Brasil, constitui um avanço no estado da arte nas pesquisas voltadas para esse campo do conhecimento. A ideia deste livro é explorar exatamente a intersecção desses temas, apresentando de forma objetiva, os principais conceitos do consumerismo ambiental, como tendência social, econômica, política e mercadológica.


A partir das discussões mundiais a respeito do meio ambiente, e com o entendimento de que as questões sociais estão atreladas às questões ecológicas, diversas organizações e países passaram a “enxergar” tais assuntos como a única forma de se tornar viável economicamente no médio e no longo prazo. Aspectos relacionados com a sustentabilidade ambiental e com a responsabilidade social são adotados pelas organizações e essa é a proposta do presente livro, composto de nove capítulos escritos por professores e profi¬ssionais de diversas instituições.


No complexo enredo da sociedade global circulam ideologias hegemônicas e contra hegemônicas. As classes ou grupos sociais empreendem no terreno ideológico uma verdadeira batalha cultural. Neste livro, a meta do autor é poder “ler” a realidade desde categorias teóricas com a finalidade de gerar propostas para os agricultores do sudoeste do estado do Paraná. O autor aplica as habituais técnicas etnográficas da Antropologia para conhecer em profundidade a realidade dos campesinos, suas organizações, as estratégias utilizadas para gerenciar os conflitos, as relações com as agroempresas, o papel dos técnicos, etc., para descobrir o carácter ideológico das propostas ambientalistas dominantes, representadas nas políticas estatais e no discurso da agroecologia que se contradizem na prática. Os leitores deste livro estarão diante de um texto provocativo, comprometido e sem concessões. E, sobretudo, uma investigação sólida e muito bem fundamentada. Tive a honra de acompanhar Valdir neste caminho, mas todos os méritos pertencem a ele. Desejo que a linha de investigação iniciada por ele, para seu objeto de estudo, seja continuada e aprofundada. Esse teria sido o seu desejo. (Dr. Roberto Carlos Abínzano, Professor Emérito da Universidade Nacional de Misiones)


A proposta deste livro é contribuir com o campo de ciência, tecnologia, sociedade e ambiente (CTSA) com temáticas e abordagens contemporâneas e, dessa forma, ampliar o debate já existente. A obra possui abordagens distintas, com diferenciações metodológicas e conceituais e autores heterogêneos. O livro possui 3 eixos temáticos 1) CTS, Tecnologia Social e Economia Solidária; 2) Educação Ambiental Crítica e 3) Inovações em Biotecnologia. Um livro com temática atual e necessária. Em tempos de agravamento da problemática socioambiental suas abordagens nos remetem aos arranjos essenciais para mediação e adequação aos processos de transformação. A C&T não é redentora ou neutra, portanto, para novos modelos de lidar com o conviver coletivo, considerando a sócio e biodiversidade, é preciso que essa seja coerente com o que emerge. A obra, esforço coletivo, se lança no enfrentamento desse complexo debate em abordagens singulares, coesas, pertinentes e diversas.


Na agricultura familiar, as propostas para se alcançar o caminho do desenvolvimento sustentável abrangem um amplo leque de possibilidades, com destaque para a transição agroecológica e expansão de sistemas agroflorestais. Esta obra traz a atual situação dos agricultores familiares da região sudeste do Pará, suas práticas, seus avanços e perspectivas futuras.


Este livro apresenta uma natureza interdisciplinar, onde a abordagem da ecofisiologia vegetal se entrelaça com questões de extensão rural e desenvolvimento local emcontextos amazônicos. Pretende-se com esta obra, introduzir novos modelos de produção agrícola familiar na região do Tapajós, como os sistemas agroflorestais e capoeiras enriquecidas, com o intuito de aumentar a diversidade destes agroecossistemas a partir de tecnologias mais saudáveis sem uso do fogo.

Fundada em 2009, é uma editora voltada para a publicação de conteúdos científicos de pesquisadores; conteúdos acadêmicos, como teses, dissertações, grupos de estudo e coletâneas organizadas, além de publicar também conteúdo técnico para dar suporte à atuação de profissionais de diversas áreas.

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