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Dia das Mães

Há quem diga que o amor de mãe é o maior do mundo e há uma teoria de que no coração delas sempre tem espaço para mais um. No entanto, ninguém nunca conseguiu definir, em poucas palavras, a verdadeira essência da maternidade. Afinal, é possível entender e explicar o que é ser mãe?

Talvez, as mães tenham o poder de reunir várias definições em si mesmo. Instinto protetor, altruísmo, emoções, dedicação e força característica só poderiam pertencer a quem ama como mais ninguém no mundo.


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Mãe de verdade sempre diz que esquece que tem sono, fome e cansaço. Fala que é capaz de fazer tudo que for necessário para ver um sorriso ou uma nova conquista. Aliás, as vitórias dos filhos são bem mais comemoradas do que as suas próprias.

Então, ser mãe é ter a capacidade de se doar por completo? É fazer o seu máximo e sempre achar que poderia ter feito mais? Não existe outra pessoa, no mundo, que ofereça, de forma tão altruísta, o seu tempo, os seus pensamentos e o seu carinho do que uma mãe para o seu filho.

Portanto, ser mãe é muito mais do que uma simples definição.

O próprio dicionário se curvou e atribuiu mais de um significado à essa palavra de três letras, mas com um poder e um conceito gigantes. O primeiro deles diz que mãe é um substantivo feminino e que se refere àquela que gerou ou criou um ou mais filhos.

Depois, o dicionário se refere à zoologia e define mãe como a fêmea que teve a sua cria ou que ofereceu proteção a um filhote que não era o seu. Apesar de falar de animais, é fácil fazer uma analogia com a bondade e a força de mães humanas.

Em seguida, agora usando o sentido figurado, outras definições aparecem, como por exemplo: mãe é quem oferece carinho e cuidado a alguém. Ou a razão e origem de tudo. De fato, todos nós, animais, plantas e seres humanos, devemos o nosso início à nossa mãe.

Ainda na definição de lugar de início, a palavra mãe ganha exemplos e utilizações não vivas. Para ilustrar, a Grécia é a mãe da civilização.

Maternidade, como vimos acima, não se resume a quem deu luz a um filho após nove meses de gravidez. Mãe é, principalmente, quem cuida e protege. Seja da forma que for. A premissa também é válida para filhos. Existem as mães de pets e mães de planta, por exemplo.

Se a opção escolhida for engravidar, também não existe momento certo para isso. Muitas pessoas podem criticar a ideia de ter um filho cedo, mas por outro lado, esse pode ser a realização de um sonho para outra mulher.

Outras mulheres esperam mais tempo antes da gestação, para se fortalecer financeiramente, por exemplo. Ou esperando um parceiro, ou até mesmo, escolhendo o método para se ter o filho.

Há quem espere tanto e, por fim, opte pela adoção. Seja tardia (adotar crianças mais velhas) ou não.

Existem vários outros métodos, claro, para encontrar o seu amor de mãe e de filho Afinal, já entendemos que mãe não é apenas quem gera um filho biologicamente. O que vem depois disso importa mais ainda e é o que dá o real sentido à palavra.

Casais homoafetivos também são mães e que sorte poder contar com duas. Porque, como falamos, mãe é, antes de tudo, amor. A barriga de aluguel, a adoção e a fertilização são ótimas formas de criar novas mães.

Outro ponto que também gira em torno de ser mãe é o momento. Mas independente do momento em que a maternidade aconteça, dificilmente se estará preparada para isso. É uma avalanche de sentimentos e responsabilidades que não se compara a mais nenhuma outra sensação.

Porém, é também um processo de aprendizagem, no final das contas. Erros e acertos se aprendem com o tempo e não tem problema algum nisso. Ninguém nasce pronto para ser mãe. Maternidade se estuda e evolui a cada dia.

Além disso, não existe fórmula secreta e, muito menos certo e errado. Com certeza, muitas pessoas darão palpites durante a gravidez, ao longo do processo de adoção e, até mesmo, na educação do seu filho.

Mas, o que importa, no final das contas, é que a mãe é a única que entende a realidade em que vive e o que faz mais sentido para cada momento de dúvida e indecisão.

Meses de estudo, observando outras mães, lendo e ouvindo histórias podem ser de muita ajuda e uma luz no fim do túnel, mas sempre haverá um toque único da própria mãe. Esse é o famoso e imbatível “instinto materno”.

Na maioria das vezes, funciona! E isso não quer dizer que o comentário recebido esteja incorreto. Ele deu certo para outra mãe e outro filho.

Independente de definição e do modelo de mãe que se tem, muitos países pelo mundo comemoram essa figura. A celebração é diferente e acontece em dias distintos, mas possivelmente o sentimento e a gratidão são universais.

No Brasil, por exemplo, nós comemoramos o Dia das Mães no segundo domingo de maio. Normalmente, com gestos, presentes e frases de amor e de carinho. Já para Portugal, a data é comemorada no primeiro domingo de maio. Geralmente, há missas no país europeu em homenagem.

Norte-americanos dividem conosco o segundo domingo do quinto mês do ano, para homenagear as mães. O símbolo da data, nos Estados Unidos, é o cravo branco, presente oferecido desde a primeira comemoração. Além disso, uma tradição por lá é levar o café da manhã na cama para elas.

O cravo também se tornou tradicional no Japão. Lá, porém, as flores escolhidas são as vermelhas. O país asiático costumava comemorar a data no dia 6 de março, mas sua cultura foi modernizada e também a celebram, hoje em dia, no segundo domingo de maio.

A França, assim como Portugal, também optou por uma data diferente. Em terras francesas, as mães são homenageadas ou no último domingo de maio ou no primeiro domingo de junho. Os produtos mais famosos do país também são os escolhidos como presentes para a ocasião:

– Pães;

– Vinhos;

– Perfumes;

– Etc.

Mexicanos separaram o dia 10 de maio para celebrar o Dia das Mães. Com flores e cartões, as tradições não param por aí. Em algumas famílias, é comum que o filho mais novo presenteie a mãe com algo feito artesanalmente, enquanto o mais velho, com algo comprado em loja.

No México há ainda o costume de desfilar uma orquestra pelas ruas, com músicas especiais para a data.

Dessa forma, podemos entender que até pode mudar a data em que é comemorado o Dia das Mães, bem como os presentes e as homenagens dos filhos.

De país para país, as tradições são construídas e representam, de certa forma, a identidade de cada nação. O intuito de todas as celebrações, no entanto, ainda é o mesmo, independente do continente ou do país.

A ideia é poder retribuir todo o amor, carinho, atenção, noites de sono e de angústias, às nossas mães. E fazê-las se sentirem especiais e amadas, com um dia inteiro apenas em sua homenagem.

Aliás, a comemoração do Dia das Mães foi criada há muito tempo, cerca de 115 anos atrás, em alguma cidade do estado de Virgínia, nos Estados Unidos. O movimento começou através da ideia de alguns pastores e de Anna Jarvis. E o objetivo dela era o que vive até hoje: escolher um dia para representar a gratidão pelas mães.

A sua mãe, Ann Jarvis, ficou conhecida, durante a Guerra Civil Americana, por fazer um trabalho social com outras mães, no período de guerra, bem como com soldados e combatentes.

O período de ressocialização dos combatentes que voltavam da guerra também teve grande ajuda de Ann.

Houve também a criação de um espaço de atividades voluntárias, criado por Ann, a fim de melhorar as condições sanitárias de sua comunidade. De fato, a família teve um papel muito relevante naquele local, além de inspirador.

O falecimento de Ann, no dia 9 de maio, inspirou a luta de Anna pela oficialização da data. Desde então, através de aprovações no senado norte-americano e conhecimento geral, o Dia das Mães ficou nacionalmente conhecido e aceito.

Começava, então, um século com homenagem às mães do Estados Unidos e, em seguida, às do mundo.

A primeira comemoração oficial foi realizada, então, em 1910, quando o prefeito do estado mencionado aceitou adicionar a data no calendário local.

Em apenas quatro anos da primeira festa, todos os outros estados norte-americanos aderiram à comemoração. Tornou-se, então, uma homenagem nacional. Não é preciso nem dizer que, em pouco tempo, a data comemorativa dos Estados Unidos virou tradição em outros 40 países.

No Brasil, a primeira vez em que houve uma comemoração em homenagem às mães foi no ano de 1918, na cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Alguns anos depois, em 1932, o então Presidente da República Getúlio Vargas tornou oficial o feriado em solo verde e amarelo.


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