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28/04 – DIA DA EDUCAÇÃO

Aprender e ensinar vai muito além da sala de aula, mas também está nela. A Educação é um tema que vem sendo tratado cada vez mais, e a valorização dela é o reflexo de que o mundo está mudando para melhor.

O dia da Educação é comemorado no dia 28 de abril. A sua comemoração envolve lutas, manifestações e homenagens. O Educador é uma figura de extrema importância na vida de todas as pessoas. É um dia importante para lembrarmos de todas as conquistas no âmbito educacional e lembrarmos também de como a educação envolve os lares e não só os ambientes escolares.

A data de 28 de abril foi escolhida, pois marca o fim de um Fórum Mundial da Educação ocorrido no Senegal, no ano de 2000. Os debates e discussões travadas nesse fórum trouxeram à tona a necessidade de melhorias e de visibilidade para a Educação. Estipular um dia como o dia D não significa renegar a luta nos outros dias, mas sim delimitar e institucionalizar um momento importante para a conquista de direitos.


Veja nossas obras por subcategorias:

EDUCAÇÃO GERAL/ EDUCAÇÃO ESPECIAL/ PEDAGOGIA/ HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO/ EDUCAÇÃO PROFISSIONAL/ FORMAÇÃO DE PROFESSORES/ EDUCAÇÃO INFANTIL/ POLÍTICA EDUCACIONAL/ EDUCAÇÃO PRISIONAL/ ENSINO A DISTÂNCIA/ ADULTOS E EDUCAÇÃO CONTINUADA/ QUESTÃO RACIAL/ AVALIAÇÃO EDUCACIONAL/ GESTÃO EDUCACIONAL/ EDUCAÇÃO RURAL/ CURRÍCULO.


Qual é a importância do dia da Educação?

A importância do dia da Educação está, obviamente, intrinsecamente relacionada com a importância da educação nas nossas vidas. Valorizar a educação é valorizar o passado, o presente e o futuro, portanto, é valorizar a nós mesmos. O dia se caracteriza como importante por ser palco de discursos e diálogos de suma relevância para a aplicação da educação de qualidade no mundo.

Discussões e teorias sobre a educação passam a ter voz e corpo nesse dia. É a partir da práxis educadora, de Paulo Freire, por exemplo, que podemos entender outros caminhos de educar e renovar a educação. Dar importância para essa discussão é dar um passo para as transformações, pois, como diria o próprio Paulo Freire: “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”.

Acreditar que somos agentes construtores da mudança é crer e querer se educar. Educar é ouvir e falar, é ler e escrever, é tudo isso e para todos. Educação é a chave para um mundo melhor. Mudar os tristes paradigmas do mundo é preciso e isso só acontece através dessa chave. Não basta tê-la, precisamos fazer cópias e mais cópias e distribuir para todos. Democratizá-la.


Este livro contribui para preencher uma lacuna existente na discussão da educação por competências dentro de uma perspectiva curricular. Assim, o autor inicia a obra fazendo um breve histórico do ensino superior brasileiro, e nos capítulos seguintes elabora referenciais teóricos e roteiro de dicas práticas para que tanto as empresas como as instituições de ensino possam sair de um modelo reprodutor de conhecimento, inaugurando uma dinâmica construtiva de aprendizagem.


Educação começa em casa

Com certeza você já ouviu ou leu a frase “Educação começa em casa!”. Exatamente, é um pouco disso que envolve a complexidade da Educação. Ela é um valor, é uma prática e uma paixão. A sociedade precisa de pessoas educadas para que ela se consuma enquanto sociedade.

Dizer que ela começa em casa é retirar dos professores a responsabilidade de ações básicas dos indivíduos. Ou seja, não faz sentido chamar a atenção de um professor por um aluno que não leva os materiais para a aula, assim como não é culpa do professor um aluno que o desrespeita. Essas questões, a priori, básicas, dão destaque para o papel dos pais e familiares na educação de cada um de nós.

É de suma importância que em contextos escolares, por exemplo, os pais entendam que as suas ações serão refletidas no seu filho, e em uma sala de aula ele agirá com aqueles instrumentos. Não apenas por isso, mas também, é importante educar nossas crianças para que elas tenham respeito pelo mundo e pelas outras pessoas. É preciso que elas sejam educadas com todos que possam aparecer em seus caminhos. Sabemos que uma onda de carinho, amor e educação pode gerar outras ondas e assim sucessivamente, portanto, além de começar em casa, ela deve se manter por todos os lugares.

Podemos explicar com a metáfora de que cada um de nós somos uma colcha de retalhos, onde cada retalho é uma contribuição de cada pessoa. Essas pessoas que costuram seus conselhos e dicas em nós são importantes para nossa construção. Mas antes de existir uma enorme colcha, havia apenas os primeiros retalhos e linhas colocados pelos nossos responsáveis. E é nesse momento que entendemos a importância de serem chamados de responsáveis.


Traçar um panorama conciso e atualizado acerca das pesquisas que vêm sendo desenvolvidas na área de Educação em seus múltiplos olhares, enfoques epistemológicos e contextos, na época atual, é um dos objetivos deste livro, que em dois eixos – Educação, Linguagens e Culturas e Educação e Práticas Docentes – abriga trabalhos relacionados às diferentes possibilidades de atuação de pesquisadores dentro do campo da educação e do ensino. A obra é voltada para investigadores iniciantes, bem como para aqueles que já desempenham atividades de pesquisa em suas instâncias pro¬fissionais e acadêmicas.


A sociedade e os valores

Falar sobre Educação é falar também sobre processos, etapas e resultados. Porém, é, principalmente, falar sobre seres humanos e seus modos de viver e conviver em sociedade.

Viver em sociedade é conviver com pensamentos e opiniões diferentes. Isso poderia significar caos e distanciamento, mas quando colocamos a educação em primeiro lugar superamos isso. Viver em sociedade não é uma tarefa fácil, mas incentivar a educação é incentivar os compartilhamentos e experiências e incentivar a união.

Existem regras sociais e, legislativas ou não, elas devem ser seguidas para a ordem geral. Acreditar que cada um de nós podemos fazer diferença no todo é acreditar também na educação. Educar e ser educado é olhar pelo lado positivo e não se deixar levar pelas coisas ruins. E acima de tudo é crer que podemos melhorar em conjunto.

Os valores sociais e morais que utilizamos como mediadores da sociedade levam em consideração atitudes historicamente tidas como boas e ruins. E a Educação parte dessa historicidade para beneficiar as pessoas. Quando se diz que uma pessoa deve ser mais educada, é simplesmente um pedido de que ela considere os outros e respeite-os, assim como praticar o respeito de um local, por exemplo.

Esses valores não estão sozinhos e dispersos, eles devem a uma ordem maior chamada Sociedade. Assim como dizia o grande educador brasileiro Paulo Freire, a educação sozinha não vai transformar a sociedade, mas sem ela a sociedade mudará menos ainda. Portanto, ter valores e ter educação é corroborar para um futuro melhor, mais justo e mais respeitoso.


A educação em valores morais (ou em valores éticos) pode ser definida como as práticas voltadas a constituir indivíduos autônomos, que se guiem por princípios universais de justiça, igualdade, dignidade, entre outros. Essa educação é proposta pela legislação brasileira, em documentos como as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (2013), em que consta que “a formação ética, a autonomia intelectual, o pensamento crítico que construa sujeitos de direitos deve se iniciar desde o ingresso do estudante no mundo escolar” (p. 39).


Os textos constituintes deste livro tratam de temáticas que examinam partes da realidade goiana pelas quais os autores elegem problemáticas traduzidas como condicionalidades e potencialidades do cerrado brasileiro. A obra compreende resultados de pesquisas num quadro de questões sociais declaradas por aspectos políticos, econômicos e culturais importantes e, por questões ambientais, assentadas na investigação de aspectos ecológicos, geotecnológicos e biológicos, que contribuem para a discussão e reflexão crítico-científicas.


Educação e respeito andam juntos, mas não significam a mesma coisa

São palavras diferentes com significados semelhantes, mas não são as mesmas coisas. Educação é um conceito amplo que jamais esgotaríamos em um artigo apenas. Esse conceito é ampliado com toda leitura realizada e todo comentário realizado. Educação é particular e é geral, entender o que significa para cada um é um importante passo para não a confundir com o respeito.

O respeito parte também do convívio social, mas ele fica nele. Respeitar é um conceito tão fixado que parece ser de difícil resposta. É uma palavra que desde cedo somos habituados e jamais pensamos em defini-la individualmente. Muitas vezes podemos responder que “respeito é respeitar as pessoas”, pode parecer redutor, mas é extremamente inclusivo. Respeitar tem a ver com o outro e com nossas ações em relação a eles.

Em muitos momentos esses conceitos podem se confundir, isso porque muitas vezes eles se completam. Momentos que podemos classificar como advindos da educação se convertem com o tempo em ações de respeito. Por exemplo, por muito tempo alguns comportamentos sociais podem ter sido colocados enquanto ‘educados’, mas com crescente aquisição se tornou uma etiqueta social, portanto, um sinal de respeito.


A obra é um movimento conjunto entre professores e alunos que perpassa pelos seguintes temas: a atuação do pedagogo fora do âmbito escolar; o Manifesto dos Pioneiros da Educação de 1932; a proletarização do ensino na LDB de 1996; a inserção de crianças com necessidades educacionais especiais na escola regular; a aprendizagem e o desenvolvimento da criança de 0 a 6 anos; acessibilidade escolar do cadeirante; e a Educação Musical no ensino fundamental. Múltiplos olhares sobre a Educação conduzem reflexões que mobilizam sujeitos em sua dinâmica de diálogo com o mundo e consigo.


Os profissionais da educação defrontam-se hoje com exigências de ordens diversas no sentido de incorporarem as TIC às suas práticas em sala de aula. Na contemporaneidade “digital”, os recursos tecnológicos inseridos na prática docente como o computador, internet, televisão, aplicativos de celulares e outros, são instrumentos de contribuição para a ampliação das oportunidades de conhecimentos, dos quais as tecnologias devem ser vistas e entendidas como objetos de estudo para que os jovens tenham uma compreensão menos superficial de sua época, da influência midiática no discurso ideológico e no consumo.


Ambiente escolar

Como foi dito, o respeito e a educação andam e devem continuar a andar juntos, principalmente quando se pensa nos ambientes escolares. Imagine só manter 40 alunos dentro de uma sala pequena e conseguir com que todas as diferenças sejam amenizadas em prol de um bem maior? É isso que as escolas fazem.

Todo dia ao iniciar uma aula é importante que todos estejamos preparados para aquilo, até mesmo os pais dos alunos. Com as tecnologias e as mudanças hormonais as crianças e adolescentes estão sempre propícias a terem sentimentos e reações adversas. É por isso que o papel do educador é importante, ele está ali para ensinar e aprender junto com os alunos, e é claro, considerar os diferentes mundos ali presentes.

Sabemos que a educação é um direito garantido pela Constituição Brasileira, mas ver a educação se fazendo cumprir é uma questão que envolve muita persistência. Na atual forma de governo do nosso país, existe um núcleo geral que cuida das questões educacionais, e é ele quem deve realizar os protocolos e cumprir com eles para que a educação seja concretizada.

O MEC, Ministério da Educação, é o responsável desde a distribuição de livros didáticos até a estipulação de bases e diretrizes a serem utilizadas pelos professores. Portanto, sua importância é vital para que as crianças e os adolescentes consigam receber a educação que merecem. Porém, como sabemos, a realidade muitas vezes anda desconexa das leis.


Enfrentamento do Bullying no Ambiente Escolar

A violência escolar ganhou contornos insustentáveis que prejudicam o exercício da convivência entre os pares no ambiente escolar. Esse fato acontece porque existem alguns comportamentos agressivos que para quem o faz, são brincadeiras inofensivas e vistas, muitas vezes, pelos educadores como normais, sendo que essas situações quando ocorrem de forma repetitiva no ambiente escolar, são conhecidas como bullying.


Este livro vem de encontro com os anseios de toda a Sociedade sobre temas relevantes e de suma importância sobre Saúde Escolar. Discorre-se, aqui, verdadeiras lições de casa para aqueles profissionais que realmente pensam em uma futura “Sociedade” mais digna e menos doente levando em consideração o contexto Escola/Saúde/ Aprendizagem.


O livro traz observações de estudos que delineiam um panorama sobre questões vitais à formação docente e atuação pedagógica, bem como fundamentos teóricos profundamente estimulados pelo que tem sido debatido na literatura especializada na área, visando estimular iniciativas reflexivas aos professores.


O Professor e a sua luta

A luta do professor é pela classe educadora e pelos educandos. A faca de dois gumes representa, na verdade, apenas um mesmo lado: o da educação. Quando os professores fazem greves e paralisações, é por melhorias não apenas em seus salários, mas nas condições de trabalho.

Melhorar a educação é melhorar as pessoas. A luta discente envolve amor e muitos valores essenciais na escolha da profissão. A profissão docente é, muitas vezes, colocada em última opção por muitos vestibulandos, e a razão disso acontecer é o preconceito que a sociedade tem com essa classe, e também a desvalorização sofrida pelos professores.

Ser professor não é ser herói, mas é chegar quase lá! Dar uma nova chance através da educação é dar a faca e o queijo, aliás, o caderno e a caneta. É dar um livro vazio e pedir que o aluno escreva sua história da melhor forma possível.


Professor Genial é a expressão que faz analogia a uma “rara espécie” na estrutura educacional docente brasileira. Isto porque se reveste de contraposições a muitas ações até então realizadas por muitos educadores do país no sentido de “melhorar o sistema educativo do Brasil” com fórmulas e indicações, teóricas e práticas, para minorar o sofrido cenário educacional verde e amarelo. Simultaneamente, a leitura lhe permitirá entender porque nossos alunos apresentam resultados sofríveis em exames internacionais de educação, em especial o PISA e apresenta possíveis soluções para o caos educacional gerado pela secular formação de nossos profissionais e alunos na filosofia positiva que atinge, nas suas estruturas, os sistemas econômico, jurídico, educacional, produtivo e, en¬fim, toda uma nação.


No escopo das pesquisas em Linguística Aplicada, o tema das identidades profissionais está diretamente relacionado aos processos de ensino-aprendizagem de línguas, uma vez que perpassa aspectos sócio históricos e culturais que influenciam na percepção que os professores têm sobre si e sobre a sua profissão. “As identidades são compreendidas como produções efêmeras, fluidas e transeuntes que oscilam conforme os tempos e espaços” (Hall, 2009).


Esta obra propõe uma discussão direta e sem maquiagem: o que é ser professor no contexto do século XXI? Suscita debates e reflexões acalouradas. Indica, através de uma pesquisa acurada e responsável, como não é fácil o trabalho do professor, principalmente através de depoimentos dos docentes. Seu texto traz à tona definições importantes da palavra trabalho. Apresenta, também, a esperança que ainda povoa a representação social docente: que o futuro possa brindar os professores com novas formas de organização escolar, melhor status e mais investimento na valorização do profissional da educação. Livro com texto desafiador e dinâmico.


A Leitura e sua importância na Educação

Para finalizar esse artigo é necessário falar sobre alfabetização e leitura. A leitura é o olhar sobre o mundo, todos devemos ter o seu. Ela é o primeiro passo para a educação. Não há educação sem independência. A leitura deve ser o básico e o complexo. A leitura deve ser a carta de libertação da população em direção aos voos mais altos e promissores.

Aprender a ler é importante para ler o mundo e ser crítico sobre ele. A ‘palavramundo’ que diz Paulo Freire é o objetivo da educação. Ela quer dar livros e lápis para que possamos ler, ser e crescer. A leitura é importante para a educação, pois, ela autonomiza o ser e dá para ele a capacidade de agir sobre o mundo.


“Prática de Leitura e Escrita em Língua Portuguesa ” é um livro prático que reúne rico material didático com a finalidade de potencializar a comunicação escrita do leitor, ensinando-o a escrever por meio de leituras críticas e práticas de estratégias discursivas, o que será de grande importância para todos que querem aprender técnicas fundamentais de leitura e escrita, úteis não somente na vida acadêmica, mas para toda a vida.


A educação salva, a educação muda, ela e todos nós juntos. Vamos em frente?!

Fundada em 2009, é uma editora voltada para a publicação de conteúdos científicos de pesquisadores; conteúdos acadêmicos, como teses, dissertações, grupos de estudo e coletâneas organizadas, além de publicar também conteúdo técnico para dar suporte à atuação de profissionais de diversas áreas.

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