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Discurso entre a história contemporânea e o pensamento intelectual Nietzchiano – Por Fernando Ripoli (Universidade Metodista de São Paulo)

O presente artigo pretende desenvolver alguns pensamentos do discurso entre a história contemporânea e o pensamento Nietzschiano, porém, estamos cientes que Nietzsche viveu pouco tempo, mas, nos deixou um grande legado na escrita filosófica no final do século XIX. Portanto, temos como propósito descrever neste artigo, quem foi Nietzsche em primeiro lugar, para após relatar de forma breve as contribuições da história contemporânea na filosofia, e por último, relatar-nos sobre o pensamento nietzniano no final do século XIX.

Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas. Friedrich Nietzsche

Temos que frisar, antes de qualquer coisa, que Nietzsche não é um filósofo que se pode associar ou enquadrar no leito da filosofia tradicional. Não se pode deixar de notar, em todos os seus escritos, o tom crítico sobre toda tradição cultural em todos os seus aspectos. Ele, criticamente, define toda a história ocidental como história do niilismo,por esta ter gradativamente negado toda existência em prol de instâncias transcendentes. Partindo do voluntarismo Schopenhaueriano e seu principal aspecto à vontade, Nietzsche, surpreendentemente, revela-se como um pensador oposto ao seu precursor. Enquanto Schopenhauer negava o sentido da vida, reduzindo-a em dor e sofrimento, em algo que não vale a pena ser vivido, e encontrava a salvação no ato da negação da vontade, Nietzsche, ao contrário, insiste à vida,e a justifica seu devir a partir de um foco estético, como imagens passageiras da beleza. E, neste sentido, soam bastante convincente as palavras de Nietzsche: “O mundo e a vida são justificados eternamente como fenômenos estéticos”. Iremos descrever em nosso artigo de forma sistemática e introdutória, “quem realmente foi” Nietzsche, e seus períodos históricos, para após, descrevermos os três mais importantes períodos de evolução intelectual do pensamento nietzschiano, que na verdade é importante para construção do nosso artigo.

Sobre o autor

Fernando Ripoli é professor Tutor na Universidade Metodista de São Paulo (Umesp). Graduado em: Teologia e História. Especialista: História e Ciências da Religião, PUCSP. Mestre e Doutorando em Ciências da Religião (na área de História/e Filosofia Antiga), pela Universidade Metodista de São Paulo -UMESP.

Leia o artigo completo aqui.

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